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domingo, 29 de janeiro de 2017

Apple recebe Prêmio de acessibilidade pelo esforço em tornar seus produtos acessíveis a todos.

A tecnologia mais poderosa do mundo é aquela que todos, inclusive as pessoas com deficiência, conseguem usar. Seja para trabalhar, criar, se comunicar, ficar em forma ou se divertir. Por isso, não criamos produtos que sirvam para apenas algumas pessoas ou para a maioria das pessoas. Nós criamos produtos para cada pessoa.

Esta é, definitivamente, uma área que muitas outras empresas deveriam seguir os passos da Maçã. A prova disso foi o mais recente prêmio recebido pela empresa, o Louis Braille Award, entregue pela Associated Services for the Blind and Visually Impaired (algo como Associação de Serviços para Cegos e Deficientes Visuais).

Desde 1959, a ASB concedeu anualmente o prestigiado prêmio Louis Braille para homenagear indivíduos e organizações que fizeram contribuições significativas em nome de indivíduos cegos ou deficientes visuais. O prêmio também foi dado a pessoas que são cegas ou deficientes visuais que superaram grandes probabilidades de fazer realizações notáveis e têm fornecido inspiração para outras pessoas que vivem com alguma deficiência visual. Os recursos arrecadados na cerimônia de premiação beneficiam diretamente os programas e serviços da associação.


Obrigado, @ASBPhiladelphia, para honrar a Apple com o Louis Braille Award. Orgulho de dedicação das nossas equipes para #acessibilidade.

Jordyn Castor, engenheira da Apple que nasceu cega, foi uma das que receberam o prêmio em nome da Maçã.

Em 2015, a Apple foi homenageada pela AFB (American Foundation for the Blinds, ou Fundação Americana para Cegos), recebendo o prêmio Helen Keller; esses reconhecimentos só mostram que a Apple definitivamente está no caminho certo quando o assunto é tornar suas linhas de produtos acessíveis1 para todos.

[via AppleInsider]


Fonte:https://macmagazine.com.br/2017/01/29/apple-recebe-o-premio-louis-braille-pelo-esforco-em-tornar-seus-produtos-acessiveis-a-todos/

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Campanha arrecada recursos para publicação de livro que aborda cegueira por retinose pigmentar.

Campanha arrecada recursos para publicação de livro que aborda cegueira por retinose pigmentar em adolescentes
Foram quatro anos de pesquisas até a escritora cearense Kamile Girão concluir o livro Fisheye, que narra a história de uma adolescente com retinose pigmentar. Pessoas acometidas pela doença, que não tem cura, ficam cegas aos poucos. E a protagonista da trama, Ravena Sombra, entra em uma jornada de amadurecimento. Para que a obra seja publicada, a autora lançou uma campanha de financiamento coletivo na plataforma Catarse.

Kamile precisa de R$ 3.277. Até agora, ela alcançou 90% da meta. Os apoios para para o livro variam entre R$ 20 e R$ 300. “O livro se chama Fisheye por causa da lente fotográfica de mesmo nome, que deixa as fotos com um efeito único. A intenção é fazer um comparativo com a forma de enxergar da Ravena – obviamente, é apenas uma metáfora para poder aproximar ainda mais a fotografia da vida da personagem”, conta a autora em entrevista ao Leituras da Bel, por telefone.
Para Ravena, explica Kamile, o mundo é afunilado como um canudo – cada vez menor e mais difícil de enxergar. “Durante essa jornada, ela vai contar com a ajuda e o apoio de pessoas muito especiais: como a irmã, o amigo de infância e um violinista”, conta a autora.
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Kamile é cearense e já publicou dois livros: Yume e Outubro. “Não descobri exatamente que gostava de escrever, a coisa simplesmente surgiu. Sempre gostei de escutar histórias por causa da minha mãe, que lia contos de fadas e historinhas folclóricas para mim antes de dormir. Como eu era uma criança bastante imaginativa, comecei a querer contar também as minhas próprias histórias e passei a escrevê-las para me divertir. Só pensei em me profissionalizar quando já estava no ensino médio”, afirma.
Caso a campanha obtenha sucesso, Kamile vai publicar o livro pela editora paulista Wish. As recompensas dos apoiadores – que incluem posters, marcadores e livros – foram projetadas pela produtora editorial Marina Avila e pela ilustradora Juliana Rabelo. A campanha acontece até 11 de fevereiro.
Serviço
Para colaborar : Doações de R$ 20 a R$ 300
Recompensas variadas
https://www.catarse.me/livrofisheye

Fonte:http://blog.opovo.com.br/leiturasdabel/veja-como-colaborar-com-publicacao-de-fisheye-livro-sobre-retinose-pigmentar/

sábado, 21 de janeiro de 2017

DECRETO Nº 8.954, DE 10 DE JANEIRO DE 2017- Institui o Comitê do Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência e da Avaliação Unificada da Deficiência e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, inciso IV e inciso VI, alínea “a”, DA Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 – Estatuto DA Pessoa com Deficiência, decreta:

Art. 1º – Fica criado o Comitê do Cadastro Nacional de Inclusão DA Pessoa com Deficiência e DA Avaliação Unificada DA Deficiência, no âmbito do Ministério DA Justiça e Cidadania, com a finalidade de criar instrumentos para a avaliação biopsicossocial DA deficiência e estabelecer diretrizes e procedimentos relativos ao Cadastro Nacional de Inclusão DA Pessoa com Deficiência – Cadastro-Inclusão.

Art. 2º – O Cadastro-Inclusão é um registro público eletrônico com a finalidade de coletar, processar, sistematizar e disseminar informações georreferenciadas que permitam a identificação e a caracterização socioeconômica DA pessoa com deficiência e das barreiras que impedem a realização de seus direitos, nos termos do art. 92 DA Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015.

Art. 3º – O Cadastro-Inclusão tem como objetivos:

I – promover a padronização e a homogeneidade semântica dos dados sobre as pessoas com deficiência, de forma a possibilitar a integração de sistemas de informação e bases de dados;

II – reunir e sistematizar informações de bases de dados e sistemas de informação de órgãos públicos necessárias para a formulação, a implementação, o monitoramento e a avaliação das políticas de promoção dos direitos das pessoas com deficiência, especialmente aquelas referentes às barreiras que impedem a realização de seus direitos;

III – fomentar a realização de estudos e pesquisas que promovam o conhecimento técnico-científico sobre as pessoas com deficiência e as barreiras que impedem a realização de seus direitos; e

IV – promover a transparência ativa das ações do Estado, de modo a permitir a divulgação e a disseminação de informações que promovam o conhecimento sobre o grau de realização dos direitos das pessoas com deficiência.

Parágrafo único – A disseminação das informações de que trata o inciso IV do caput deve:

I – se Dar em formato acessível;

II – proteger OS direitos humanos e as liberdades fundamentais;

III – preservar a privacidade das pessoas com deficiência; e

IV – observar padrões abertos para a disponibilização dos dados, informações e interfaces de aplicação web, inclusive no que tange aos formatos de arquivos, à nomenclatura e à taxonomia e à periodicidade de atualização.

Art. 4º – Compete ao Comitê do Cadastro Nacional de Inclusão DA Pessoa com Deficiência e DA Avaliação Unificada DA Deficiência:

I – criar instrumentos para a avaliação DA deficiência;

II – estabelecer diretrizes, definir estratégias e adotar medidas para subsidiar a validação técnico-científica dos instrumentos de avaliação biopsicossocial DA deficiência, com base no Índice de Funcionalidade Brasileiro;

III – promover a multiprofissionalidade e a interdisciplinaridade na avaliação biopsicossocial DA deficiência;

IV – articular a implantação DA avaliação biopsicossocial DA deficiência no âmbito DA administração pública federal;

V – coordenar e monitorar a implementação dos instrumentos de avaliação biopsicossocial DA deficiência em cada órgão e entidade DA administração pública federal competente, consideradas as especificidades das avaliações setorialmente realizadas;

VI – disseminar informações sobre a implantação DA avaliação biopsicossocial DA deficiência e promover a participação das pessoas com deficiência;

VII – estabelecer diretrizes para a implantação do Cadastro-Inclusão e acompanhar seus processos de consolidação e aperfeiçoamento;

VIII – definir estratégias e adotar medidas para garantir a interoperabilidade entre registros administrativos e outras fontes de informação DA administração pública federal sobre as pessoas com deficiência;

IX – definir procedimentos a serem adotados na administração pública federal que assegurem o sigilo das informações sobre as pessoas com deficiência no Cadastro-Inclusão;

X – articular-se com órgãos e entidades públicas, organismos internacionais e organizações da sociedade civil que desenvolvam pesquisas ou contem com registros e bases de dados sobre as pessoas com deficiência, para coleta, transmissão e sistematização de dados; e

XI – promover, por meio de parcerias, pesquisas científicas sobre a caracterização socioeconômica da pessoa com deficiência e as barreiras que impeçam a efetivação de seus direitos.

Art. 5º – O Comitê do Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência e da Avaliação Unificada da Deficiência será integrado por um representante, titular e suplente, de cada órgão e entidade a seguir:

I – Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Ministério da Justiça e Cidadania, que o coordenará;

II – Ministério da Fazenda;

III – Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil;

IV – Ministério da Educação;

V – Ministério da Cultura;

VI – Ministério do Trabalho;

VII – Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário;

VIII – Ministério da Saúde;

IX – Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão;

X – Ministério das Cidades;

XI – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE;

XII – Instituto Nacional do Seguro Social – INSS; e

XIII – Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Conade.

§ 1º – Os membros do Comitê do Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência e da Avaliação Unificada da Deficiência serão indicados pela autoridade máxima dos respectivos órgãos e entidades e designados em ato do Secretário Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Ministério da Justiça e Cidadania.

§ 2º – A representação do Conade será realizada por seus membros representantes da sociedade civil, indicados por seu Presidente e designados em ato do Secretário Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Ministério da Justiça e Cidadania.

§ 3º – A participação no Comitê do Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência e da Avaliação Unificada da Deficiência será considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.

Art. 6º – O Comitê do Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência e da Avaliação Unificada da Deficiência poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades, públicos e privados, e especialistas em assuntos afetos às suas competências.

Art. 7º – O Ministro de Estado da Justiça e Cidadania poderá expedir normas complementares para o cumprimento do disposto neste Decreto.

Art. 8º – O Ministério da Justiça e Cidadania fornecerá o suporte técnico e administrativo para o funcionamento do Comitê do Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência e da Avaliação Unificada da Deficiência e para a elaboração e implementação do Cadastro-Inclusão, por intermédio da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Art. 9º – O Comitê do Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência e da Avaliação Unificada da Deficiência poderá instituir grupos de trabalho com atribuições específicas.

Art. 10 – Fica revogado o Decreto de 27 de abril de 2016, que institui o Comitê do Cadastro Nacional de Inclusão da Pessoa com Deficiência e da Avaliação Unificada da Deficiência, no âmbito do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos.

Art. 11 – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 10 de janeiro de 2017; 196º da Independência e 129º da República.

RODRIGO MAIA
Alexandre de Moraes

http://www.lex.com.br/legis_27272931_DECRETO_N_8954_DE_10_DE_JANEIRO_DE_2017.aspx


Fonte: retina Brasil 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Luteína e Zeaxantina : Como manter seus olhos saudáveis.

luteína, zeaxantina, saúde dos olhos

Luteína e zeaxantina são um grupo de carotenóides que são responsáveis por dar às plantas seu amarelo e vermelho e laranja pigmento. Em seres humanos, as duas substâncias desempenham papéis importantes na visão, pigmentação do olho, e podem até mesmo ajudar a prevenir a aterosclerose e câncer, de acordo com alguns estudos.
Proteção contra cegueira e estresse oxidativo
Os dois carotenóides estão concentrados na mácula, que é uma parte da retina que funciona como um protetor solar natural, absorvendo luz UV e azul. Um estudo publicado mostrou que a mácula do olho é menos provável de degenerar como as pessoas idade, se consumir uma dieta rica em luteína e zeaxantina. A degeneração macular é uma das principais causas de cegueira entre os adultos, afetando nada menos que 1,2 milhão de americanos.

Uma pesquisa de 15 anos, conduzida para o Projeto Nutrição e Visão, descobriu que o consumo de mais de 2,4 mg de luteína e zeaxantina diariamente diminui significativamente o risco de desenvolvimento de catarata. Evidências adicionais sugerem que a luteína e a zeaxantina também podem melhorar o desempenho visual global e reduzir a sensibilidade à luz.

Como todos os carotenóides, luteína e zeaxantina possuem poderosas propriedades antioxidantes e podem proteger todas as células do corpo contra os efeitos prejudiciais dos radicais livres, bem como aumentar a imunidade. Um estudo mostrou que a luteína e a zeaxantina podem ser eficazes contra o linfoma não-Hodgkin em homens.
Fontes alimentares de luteína e zeaxantina
As evidências da pesquisa sugerem que a luteína e a zeaxantina são mais facilmente absorvidas a partir de fontes naturais do que de suplementos e alimentos fortificados. Os dois carotenóides abundam em legumes frescos e ovos, enquanto uma quantidade considerável é perdida durante o cozimento a alta temperatura.

Muitas vezes as pessoas se perguntam: as cenouras ajudam a sua visão? Espinafre, couve, nabo, alface romaine, abobrinha, ervilhas, couves de Bruxelas e couve são excelentes fontes de luteína, mas com quantidades menores disponíveis de cenouras, pistácios, ovos cozidos e kiwis. Goji bagas, spirulina, açafrão e paprika são particularmente elevados em zeaxantina.
Alimento para a saúde do olho uma receita saudável fácil do olho
Kale chips são um grampo da dieta de alimentos crus, não só porque eles são altamente nutritivos, mas também porque eles são fáceis de fazer e são favoritos de um miúdo. Preparação leva apenas alguns minutos: simplesmente rasgar pequenos pedaços de couve fora do tronco com as mãos, e polvilheos com um pouco de sal. Se você não tiver um desidratador, ajuste seu forno para a temperatura mais baixa, coloque as pedaços de couve em uma bandeja e deixe os desidratar por pelo menos duas horas.

Em seguida, adicione uma colher de sopa de óleo de coco, pimenta, paprika e outras especiarias de sua escolha (um pouco de alho cortado em pedaços também funciona bem com couve) em uma tigela e solte as peças de kale em casaco, adicionando mais do óleo de coco E especiarias, se necessário.

Kale chips podem ser consumidos por conta própria ou em combinação com mergulhos azedo.

Fonte : 
http://www.naturalnews.com/041779_lutein_zeaxanthin_eye_health.html
Créditos pela tradução, página no Facebook doenças da visão.

Terapia a laser de baixo nível melhora a visão em um paciente com retinose pigmentar.



OBJETIVO:

Este relato de caso descreve os efeitos da terapia a laser de baixo nível (LLLT) em um único paciente com retinite pigmentosa (RP).

DADOS DE FUNDO:

RP é uma desordem hereditária da retina, que eventualmente leva à cegueira. Nenhuma terapia está atualmente disponível.

MÉTODOS:

O LLLT foi aplicado usando um díodo de laser de onda contínua (780 nm, 10 mW de saída média a 292 Hz, 50% de modulação de pulso). A retina completa dos olhos foi irradiada através da conjuntiva durante 40 s (0,4 J, 0,333 W / cm2) duas vezes por semana durante 2 semanas (1,6 J). Paciente de 55 anos de idade, com RP avançada, foi tratado e acompanhado por 7 anos.

RESULTADOS:

O paciente tinha queixado de nyctalopia e diminuição da visão. Na primeira apresentação, a melhor acuidade visual foi de 20/50 em cada olho. Os campos visuais foram reduzidos a um residual central de 5 graus. Tritan-dischromatopsy foi encontrado. O potencial retiniano estava ausente na electrorretinografia. A biomicroscopia mostrou atrofia do nervo óptico e vasos retinianos estreitos com padrão típico de pigmentação retiniana. Após quatro tratamentos iniciais da LLLT, a acuidade visual aumentou para 20/20 em cada olho. Campos visuais normalizados com exceção de um escotoma concêntrico absoluto médio periférico. Cinco anos após a interrupção da LLLT, observou-se uma recaída. A LLLT foi repetida (outros quatro tratamentos) e restaurou o sucesso inicial. Durante os 2 anos seguintes, 17 tratamentos adicionais foram realizados "conforme a necessidade", para manter o resultado.

CONCLUSÕES:

A LLLT mostrou melhorar e manter a visão num doente com RP, podendo assim contribuir para abrandar a cegueira.

Fonte :
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=retinitis+pigmentosa+ivandic
Créditos pela tradução, página doenças da visão no Facebook.