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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Conheça a história de Nathalia Santos, a primeira deficiente visual com retinose a apresentar um jornal online no Brasil.

O amor materno tem o poder de mudar muitas histórias. Você deve conhecer uma ou várias. E a jornalista Nathalia Santos, 24 anos, acredita que esse foi o componente primordial que fez toda a diferença em sua trajetória. Vinda de uma família humilde, ela precisou lidar com a perda da visão na adolescência. Mas, com o apoio de parentes, amigos e, principalmente, da mãe, a empregada doméstica Claudia Rodrigues, 45, superou as dificuldades para realizar o desejo de ser jornalista e se tornar uma mulher de bem com a vida. Hoje, é a primeira pessoa do Brasil com deficiência visual a apresentar um jornal na internet, trabalhou como comentarista no programa Esquenta!, da Rede Globo, participou do debate sobre preconceito no evento sobre emponderamento feminino Elas por Elas, do Grupo Globo, em março deste ano, e atualmente administra o canal no YouTube Como Assim Cega? Em entrevista à CRESCER, Nathalia conta um pouco de sua história em tom de voz firme, de quem foi incentivada sempre a não se abalar diante dos obstáculos, ainda que tenha de driblá-los diariamente. E, com resignação, fala dos desafios que crianças e jovens com algum tipo de deficiência enfrentam no país.
Incluir para Crescer
Como foi a sua infância?
Nasci em uma comunidade bem carente do Rio de Janeiro chamada Cidade Alta. Meu pai era vendedor e minha mãe, empregada doméstica. Quando completei 6 meses de vida, ela percebeu que havia algo estranho e que eu respondia muito mais a efeitos sonoros do que visuais. Decidiu, então, me levar a médicos, que não souberam apontar a causa do problema, mas receitavam óculos que aumentavam de grau a cada ano que passava. Quando criança, enxergava somente 20% do que é considerado normal. Não conseguia ver cores e os vultos eram distorcidos. É como se estivesse usando óculos de sol em uma noite muito escura. Mas essa dificuldade não me impediu de fazer amigos, participar de brincadeiras e frequentar escolas públicas de ensino regular. Criança não tem essa coisa de preconceito, e meus pais não me privaram de nada. Tive as mesmas experiências de meus irmãos, Jonathan, 27 anos, e Danilo, 20, que também foram muito parceiros. Fui criada em uma família que me via como uma pessoa normal, que tinha uma diferença. Aprendi a lidar com ela, e sabia que não precisava me isolar por causa disso.
Como você e sua família lidaram com a notícia de que ficaria cega?
Quando eu completei 12 anos, comecei a perceber que, a cada dia, estava enxergando menos. Foi um período turbulento e de muita angústia. Um dia conseguia servir meu suco sozinha no copo e, no outro, não. Comecei a esbarrar nas coisas... Preocupados, os meus pais me levaram a uma médica que, depois de muitos exames, descobriu que eu tinha uma doença hereditária rara e degenerativa, chamada de retinose pigmentar sem pigmento. E então, ela deu a notícia para eles: “Sua filha vai ficar cega”. Para minha mãe, foi um baque intenso. Ela me viu perdendo um sentido que considerava essencial. Mas, para mim, foi um alívio. Porque, quando você tem a visão, por menor que seja, sempre quer ver mais, e eu entendi que esse não seria meu futuro. Depois de ter certeza do que aconteceria, pude seguir em frente e aprender a lidar com minha nova realidade. Aos 15 anos, perdi completamente a visão. Minha maior preocupação era não ser uma cega triste, e minha mãe não deixou que isso acontecesse.
Qual foi a importância da sua mãe nesse processo, de não desistir, não se abater diante das adversidades?
Minha mãe é uma mulher negra, com pouco estudo, não tem registro do pai na certidão de nascimento e começou a trabalhar aos 10 anos. Mas é muito sábia, me preparou para o mundo. Ela me ensinou a aceitar minha realidade sem me limitar. Sempre disse: “Se você não consegue materializar um sonho desse jeito, tentamos de outra forma. Agora, deixar de sonhar é que você não vai”. Depois que soube que eu perderia a visão definitivamente, ela me levou de ônibus a vários lugares do Rio de Janeiro para que eu memorizasse e conseguisse me locomover sozinha quando precisasse. Ela me ajudou a decorar cada canto dentro de casa e a usar a bengala. Sempre me levou a museus, exposições e, apesar de não ter tido muito acesso à educação formal, me estimulava a assistir ao jornal para entender o que acontecia no mundo. Também  lia muito para mim. Hoje em dia, os papéis se inverteram e, por eu ter feito faculdade e estudado bastante, sou eu quem apresenta ideias e conceitos novos para ela.
"Procuro sempre mostrar aos outros o que é o Down porque entendo a falta de conhecimento que existe"
A inclusão de crianças com deficiência no Brasil
O que é mais difícil para você hoje?
É lidar com o preconceito das pessoas, pois eu tenho um olho muito vivo, então há quem não acredite que sou cega. Tem ainda as dificuldades do cotidiano. Já pensei em alguns momentos: ‘Não quero mais ser cega!’. Não quero mais bengala, quero poder pegar um ônibus, ler relatórios, ver um sinal verde... Mas, depois de refletir, eu concluí que não sou eu que tenho que querer, é a sociedade que tem que se adaptar. O ônibus tem que estar adaptado, tem que haver sinalização sonora e o relatório tem que estar em braile!
O que diria aos pais de crianças com alguma deficiência?
Gostaria que eles vissem os filhos como pessoas, que têm defeitos, qualidades e uma personalidade única, sem colocar a deficiência à frente disso. Cada filho tem uma limitação e uma necessidade diferente da outra, e vai aprender e se desenvolver dentro disso. Sou muito feliz, não lamento por não enxergar. Criei o canal do YouTube para que as pessoas vissem que isso é possível e para que todos, cegos e não cegos, compartilhassem experiências sobre o que tornaria a sociedade mais inclusiva. Tenho dias mais tristes que os outros, como qualquer um, mas a deficiência é só uma parte de quem eu sou. Não me define e não deveria definir ninguém.
“Minha maior preocupação era não ser uma cega triste, e minha mãe não deixou que isso acontecesse.”

Fonte:http://revistacrescer.globo.com/Familia/noticia/2017/08/minha-mae-me-preparou-para-o-mundo.html

UM GPS IDEAL PARA DEFICIENTES VISUAIS.

créditos:Post Relevante

Para muitos videntes (pessoas que enxergam) e para alguns cegos também, a mobilidade independente de um deficiente visual nas ruas é uma façanha misteriosa e quase irreal.
“Como é possível?
Por que não tem alguém para acompanhar?
Se eu ajudar a cruzar a rua, será que tenho de levar até a casa dele?
Mas eu não sei onde é a casa dele e nem tenho tempo…”
Estes são alguns dos pensamentos que podem povoar a mente de um vidente quando vê um cego sozinho na rua.
Eu não me irrito mais com tais sismas porque passei a ver a situação na posição deles, e realmente, parece algo incrível, inexplicável.
E de qualquer modo, existem contratempos, alguns bem desagradáveis, nestas façanhas.
Um dos mais comuns e nem por isso menos chato, é o imprevisto do ônibus.
Sim, quando um indivíduo tem de ir trabalhar e a condução que o leva todos os dias, naquele x horário, mudou de motorista e o novo condutor não parou porque ninguém na parada deu sinal, só que a única pessoa que aguardava é cega!
O mais grave de todos, é quando o indivíduo cego está tranquilo, no ônibus, a caminho do seu compromisso e, por conta de alguma distração do motorista, a sua parada fica para trás, só sendo alertado uma, duas ou mais paradas após.
Só quem viveu sabe o transtorno que é retornar depois.
Há porém uma “luz no fim do túnel”.
Trata-se do GPS GetThere.
Este aplicativo foi desenvolvido especificamente para o uso de pessoas com deficiência visual.
Sua interface, seus botões, toda a interação é planejada para a utilização de um DV.
Este aplicativo, que me foi recomendado em um grupo de tecnologia assistiva, no Facebook, tem me servido muito ultimamente, pelo menos no que se refere ao segundo caso de contratempo que expus.
Isto porque, através dele, mesmo que em um automóvel em movimento, consigo ir “visualizando” o caminho, rua após rua, em tempo real, até o meu destino.
É uma maravilha.
Com ele só passo da minha parada se eu estiver distraído ou não souber o nome da rua, e em que altura, que ela se encontra.
Segue a descrição completa do App
O GetThere foi desenhado especificamente para utilizadores cegos e com deficiência visual. Não é uma adaptação de algo que foi originalmente desenvolvido para pessoas que vêem
O GetThere não lhe mostra um mapa, mas diz-lhe onde se encontra e como chegar ao seu destino.
A navegação orientada avisa-o automaticamente antes e depois de cada intersecção. A qualquer altura, pode pedir que a aplicação o informe onde se encontra, simplesmente agitando o telemóvel.
O GetThere é capaz de detectar quando se desvia da rota planeada, dizendo-lhe onde se enganou e o que deve fazer para voltar à rota.
Se não estiver a navegar para um destino, o GetThere informa a rua em que está, as ruas transversais mais próximas, a distância e a descrição da próxima intersecção, mesmo que ela seja fora do comum.
Pode definir um “alarme” para um lugar, de modo a que o GetThere o avise quando estiver a aprocimar-se desse lugar. Esta funcionalidade é especialmente útil para alertá-lo quando precisa de sair do autocarro.
O GetThere pode, opcionalmente, dizer-lhe o endereço da rua mais próxima da sua localização actual, se tiver apenas uma ligação activa com a Internet e não tenha recepção de GPS.
O GetThere é uma aplicação de conversação. Ele lhe dá a opção de usar o reconhecimento de voz ou o ecrã tátil, para a introdução de texto.
O GetThere pode ser utilizado num tablet Wi-Fi sem ligação à Internet, dado que a maioria das funcionalidades não requer uma ligação à Internet. Utilizadores de dispositivos móveis poderão desfrutar de características e conveniências adicionais.
O GetThere é fácil de utilizar. A interação com o ecrã tátil faz-se de uma maneira muito simples, e não são necessários complicados gestos multi-parte.
O GetThere oferece navegação na maioria dos países do mundo, com base na cobertura do OpenStreetMap.
Idiomas actualmente suportados: árabe, chinês, checo, dinamarquês, eslovaco, espanhol, finlandês, francês, hebraico, holandês, inglês, italiano, norueguês ,polaco, português europeu, russa, e sueca.
Baixe o GetThere
Pelo que me consta, este App só está disponível para Android.
Caso esta informação esteja ultrapassada, atualize-me.
Baixe-o agora mesmo na Play Store e boa caminhada.

Fonte:http://postrelevante.com/getthere-mostra-me-o-caminho-um-gps-ideal-para-cegos/

Médica explica o que é a síndrome de Usher, Retinose com perda auditiva.

Juliana Sallum, geneticista e oftalmologista, explica que a síndrome é uma doença degenerativa que afeta alguns órgãos. No ouvido, ela causa surdez e alteração do equilíbrio. Na visão, causa perda de campo visual periférico..

CLIQUE AQUI E ASSISTA

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Retina Brasil e Retina Minas convidam você e sua família a participarem da reunião de pacientes que acontecerá em Belo Horizonte.

Retina Brasil e Retina Minas  convidam  você e sua família  a participarem  da reunião de pacientes que acontecerá em Belo Horizonte. O evento terá a palestra da Dra. Fernanda Belga Ottoni Porto, oftalmologista especialista em retina, que abordará temas como: 1) Doenças Degenerativas da Retina: o que são, pesquisas científicas  visando futuros tratamentos; 2) Genotipagem: O que é genotipagem e a sua  importância  para o diagnóstico das doenças degenerativas da Retina 3) Terapia genética como uma das possibilidades de tratamento futuro
 
D A T A       
19/08/2017, das 09:00 às 11:30h
L O C A L             
Mercure Belo Horizonte Lourdes Hotel                                        
Av. do Contorno, 7315. Bairro Lourdes - Belo Horizonte/MG
 
Teremos a oportunidade de ouvir representantes da Retina Brasil e  da Retina Minas apresentando temas como:
1. O que é a Retina Brasil:

2. A importância dos Grupos de Pacientes;

3. Fortalecendo a Retina Minas;

4. Projeto Bengala Verde.

5. Depoimento de paciente – Vencendo barreiras (Liliane Camargos)  

                 
Este será um momento importante para compartilhar experiências e confraternizar com outros pacientes. Você poderá aprender e trazer suas dúvidas  sobre as doenças degenerativas da retina. Pacientes com Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) e Retinopatia diabética poderão ouvir explicações sobre suas doenças e sobre tratamentos existentes para essas patologias. Serão abordadas questões ligadas à reabilitação, prevenção de doenças da visão e  qualidade  de vida para quem tem baixa visão.
 
O evento é gratuito e inscrições antecipadas podem ser feitas no link https://goo.gl/forms/3kZJEOqZ74OcoDKN2 
 
Informações:   
Retina Minas  WhatsApp (31) 99625-1311   gruporetinaminas@gmail.com
 
Maria Antonieta Leopoldi  Tel (21) 2553 3152
 
Retina Brasil  Tel (11) 5549.2239   contato@retinabrasil.org.br
 
Compareça! 
 
Maria Julia Araújo  (Retina Brasil)
Sandra Diniz  (Retina Minas)
Dra. Fernanda Belga Ottoni Porto (Oftalmologista e Presidente do Comitê Cientifico do Retina Minas)

domingo, 30 de julho de 2017

TODA A VERDADE SOBRE O MÉTODO MEIR-SCHNEIDER-SELF - HEALING.

Após inúmeras postagens nas redes sociais sobre “métodos milagrosos” para tratamento de problemas visuais, a Comissão Científica da Sociedade Paraense de Oftalmologia (SPO), juntamente com o apoio jurídico da Associação Paraense de Oftalmologia (APO), fez uma intensa pesquisa sobre este método chamado Meir-Schneider-Self-Healing, tanto divulgado pela terapeuta ocupacional Tatiana Reis Gebrael  em suas redes sociais e site.
Meir Schneider nasceu em Lvov, Ucrânia, em 1954. Ele aprimorou o método do médico americano William Bates (1860-1931) de estimulação da visão que utiliza exercícios para os olhos, aliando as técnicas de ioga, auto-massagem e movimento, pois considera que o olho faz parte de um sistema interdependente e que problemas de visão estão intimamente relacionados a estados emocionais. Afirma que enxergamos 90% com o cérebro e 10% com os olhos e o que assimilamos não é a impressão da imagem na retina, mas nossa interpretação individual.
O próprio Meir alega que nasceu com cataratas e teria ficado cego pelo resto da vida, não fossem certos exercícios que aprendeu com um garoto de sua idade, aos 17 anos. Ele já tinha sido desenganado pela medicina tradicional, pois suas cataratas haviam sido removidas aos quatro anos, tarde demais para o desenvolvimento cerebral adequado das áreas visuais.
 Os instrumentos utilizados são massagens, movimentação passiva e dinâmica, movimentação inusitada, exercícios de respiração, visualização e relaxamento, tudo isso de forma combinada.
São cinco princípios:
1. Relaxamento - É necessário criar uma zona de neutralidade no cérebro, um espaço virtual para que a mudança possa acontecer.
2. Equilíbrio entre visão central e periférica - A vida urbana provoca uma atrofia na percepção da visão periférica.
3. Ajuste da visão a diferentes intensidades de luz - A intolerância dos     olhos diante dessas situações provoca tensão.
4. Olhar pequenos detalhes - A visão central acontece numa pequeníssima área de alta resolução na retina. Para enxergar qualquer detalhe com nitidez é necessário que o olho faça pequenos movimentos sacádicos. Um dos maiores empecilhos da boa visão é quando ocorre a fixação exagerada.
5. Uso equilibrado dos olhos - Equilíbrio é relaxamento. Se um olho é mais requisitado do que o outro, o dominante sofrerá por excesso de uso e o outro, por supressão. Da mesma forma, se a visão periférica for ignorada, a central será excessivamente usada e com esforço. O desequilíbrio produz uma enorme tensão visual e corporal.
   A educação visual é feita através de sessões de uma hora, cuja periodicidade depende da necessidade do cliente. Normalmente o regime é semanal. É necessário fazer os exercícios em casa diariamente durante o processo.
Associadas às práticas visuais, são propostos exercícios corporais, respiratórios e massagens de relaxamento. Essa é uma parcela essencial do treinamento.
EXERCÍCIOS:
Palming:
Sente-se numa sala escura com os cotovelos apoiados na mesa. Aqueça as mãos, esfregando uma contra a outra e coloque-as em concha sobre os olhos fechados. Respire pausadamente e imagine algo preto. Provavelmente você perceberá alguma informação luminosa competindo com a imaginação. Não recuse. Deixe que o preto se imponha naturalmente, sem esforço.
Sunning:
De olhos fechados e direcionados para o sol, gire a cabeça de um lado para outro, num movimento amplo. Procure não franzir os olhos para que a luz penetre sem resistência. Após alguns 5 minutos, vire de costas para o sol e tampe os olhos num palming de um minuto, a fim de intensificar seus efeitos. O ideal é fazê-lo trinta minutos por dia. Termine com um palming de dez minutos
Skying:
Comece com os olhos fechados, até conseguir certo conforto. Pisque constantemente com os olhos direcionados para as nuvens. Imagine que seus olhos são duas bocas, comendo luz. Faça por dois minutos e descanse em um pequeno palming por um minuto.
Olhar longe:
 Olhe o horizonte com olho mais forte tampado, pesquisando os detalhes possíveis durante 5 minutos seguidos. Destampe o olho e observe a mesma paisagem com os dois olhos por um minuto. Tampe novamente olho direito e procure observar os detalhes que escaparam na vez anterior.
Equilíbrio binocular – Coordenação visuo motora:
 Jogue bola contra a parede ou com um parceiro, mantendo o olho mais forte tampado por sete minutos. Fazer isso a cada duas horas.
Swinging:
Movimento paralax. De pé, com as pernas confortavelmente separadas, posicione o dedo indicador na frente do nariz, com o braço levemente dobrado. Sem tirar os olhos do dedo, mova o corpo de um lado para outro o mais amplo que puder. Dedo, braço e corpo formam um eixo que se move em conjunto. Enquanto faz o balanço, tudo parece se movimentar na direção oposta, como se você estivesse observando a paisagem da janela de um trem.
Exercício das contas de Brock:                 
O material consiste em 6 contas de madeira de cores diferentes inseridas em um barbante de 3 metros de comprimento. Estique o fio diante do nariz, espalhe as bolinhas em distancias mais ou menos iguais e focalize os olhos na primeira bola. Enquanto vê a primeira, observe que o restante do fio aparece duplicado. Olhe a segunda bola e verá um X a partir do centro. Olhe para a terceira e verá um V com a abertura em sua direção. Alterne as distancias.
Estimulação da Visão Periférica:
Separe três tiras pretas retangulares de 4, 6 e 8cm de comprimento. Coloque a de menor tamanho entre os olhos com a ajuda de uma fita crepe. Num quarto escuro, abane duas lanterninhas nas laterais da cabeça enquanto olha para frente. O retângulo preto impede a visão central, deixando apenas a periférica ativa. Repita o exercício com a tira de tamanho médio e depois com a maior. No final, tire o retângulo e constate o aumento da percepção de visão periférica que adquiriu. Tempo mínimo: 5 minutos.
CONSIDERAÇÕES DA SPO/APO:
1. Como uma técnica tão arcaica (1912) pode ser considerada tão revolucionária quanto a Tatiana Gebrael afirma? Os estudos de William Bates nunca foram comprovados, reproduzidos nem aceitos em 1912, nem nos dias atuais.
2. Tatiana Gebrael não possui formação médica, tâo pouco é oftalmologista, para diagnosticar, tratar e acompanhar pacientes com graves problemas oculares ( glaucoma avançado, catarata avançada, descolamento de retina, retinose pigmentar, degeneração macular relacionada a idade-dmri etc.) como ela afirma fazer!
3. Como o conselho regional e/ou federal de terapia ocupacional permite tanta exposição de autopromoção de imagem associado à venda de palestras, cursos, vídeos, óculos, tampão e outros produtos pela terapeuta ocupacional Tatiana Gebrael?
4. Não há na grade de graduação universitária de Terapia Ocupacional disciplinas que contemplem estudos oftalmológicos tais como: física óptica, embriologia ocular, refratometria, anatomo-fisiologia ocular, patologia ocular, farmacologia ocular etc.
5. Observamos que tudo começa com a oferta de cursos online gratuitos que prometem qualquer pessoa cega voltar a enxergar e de repente vira algo associado à venda de óculos especiais, tampão, livros, Cds/Dvds, cursos caríssimos e vários outros produtos para estimular algo intitulado “ a auto cura” dos olhos de qualquer alteração ou patologia ocular grave.
6. Toda a literatura relacionada ao método Meir-Schneider-Self-Healing é arcaica (1912), apoiada em estudos filosóficos e não científico, estudos não controlados, estudos não randomizados, sem acompanhamento médico clínico de controle, extremamente redundante e repetitivo, exemplificado com várias estórias fantasiosas e milagrosas de cura, bastante apoiado no famoso “Efeito Placebo”, tão conhecido no meio científico.  Além disto, toda referência bibliográfica ou é inexistente ou é ela mesma se referencia, ou seja, não há fundamentação para quase tudo do que está escrito.
7.  A terapeuta ocupacional Tatiana Gebrael, em seu site e redes sociais, fala e escreve claramente para pacientes cegos com patologias oculares graves (descolamento de retina, glaucoma avançado, DMRI, Retinopatia Diabética, doenças corneanas etc)  pararem seus tratamentos ( desistir de cirurgias, para de usar colírios etc), inclusive, estimula as pessoas a deixarem de fazer acompanhamento médico oftalmológico o que, obviamente, irá piorar de forma irreversível o quadro clínico destes pacientes.
8. O método Meir-Schneider-Self-Healing defende a idéia que as pessoas não precisam fazer tratamentos oculares convencionais, pois o olho possue mecanismos de “auto cura”; basta o paciente meditar, exercitar os olhos e se concentrar, pois afirmar que 90% da visão é no cérebro. Ou seja, defende a idéia que pessoas são cegas, porque não se concentram para enxergar!
9. Olho humano é uma estrutura bastante pequena e delicada que em sua formação embrionária já nasce hermeticamente fechado sem condições de criar mecanismos de ”auto cura” espontâneo apenas com exercício, massagens e yoga.
10. O olho pode ser acometido por mais de 3 mil tipos de doenças oculares diferentes que podem causar cegueira, caso não seja feito um atendimento médico oftalmológico precoce, contínuo e periódico.
11. No Brasil há 1,2 milhões de pessoas cegas, sendo 60-80 % destes casos evitáveis e/ou curáveis caso tivéssemos uma acessibilidade ao atendimento oftalmológico adequado.
12. Para 2020, existirão no mundo 300 milhões de pessoas cegas ou com baixa visão. A cada cinco segundos uma pessoas fica cega e uma criança fica cega a cada  minutos.
CONCLUSÕES DA SPO/APO:
1. Não há estudos que comprovem a eficácia deste método de terapia ocupacional no tratamento de patologias oculares tais como: catarata, glaucoma, descolamento de retina, dmri, retinopatia diabética, membrana epirretiniana etc.
2. O método Meir-Schneider-Self-Healing é um método arcaico, sem fundamentação científica e sem reprodutividade, cuja o único efeito, no máximo,  é o relaxamento da musculatura facial e alívio do stress!
3. Tatiana Gebrael será processada pela SPO/APO sobre as legações: a) exercício ilegal da medicina, pois a mesma esta substituindo o tratamento dos pacientes com doenças oculares; b) propaganda enganos e falsidade ideológica, uma vez que está vendendo algo que não consegue entregar aos seus clientes, a “ auto cura”, além de vender produtos e cursos com esta finalidade; c) charlatanismo, pois anuncia cura por meio infalível que sabe ser falso; d) estelionato, uma vez a ação põe em risco a saúde pública além de buscar lesão do patrimônio das pessoas.
4. A SPO/APO desafia a terapeuta ocupacional Tatiana Gebrael fazer algum paciente cego em acompanhamento do serviço de residência médica oftalmológica da Universidade Federal do Pará voltar a enxergar em um período de 6 meses. Caso consiga esta proeza, a SPO/APO anulará o processo, fará um pedido de desculpas em vários meios de comunicação e pagará a Tatiana Gebrael o valor de 100 mil reais.
5. Infelizmente, existem pessoas oportunistas que se valem da desgraça física e mental das pessoas mais sofridas, em um momento de crise econômica nacional, para autopromoção de imagem, venda de produtos e cursos, visando exclusivamente o lucro.
6. Só o médico Oftalmologista é capacitado (No mínimo 9 anos de formação) e legalmente habilitado ( Decretos 20.931/32, 24.492/34,  ADI 533-2/MC e STJ- 15/09/2015 Ácordão do Ministro Humberto Martins) para examinar, detectar, diagnosticar e tratar sua saúde ocular.
Dr. Carlos Henrique Vasconcelos de Lima.
Médico Oftalmologista
Mestre em Oncologia e Ciências Médicas (UFPA)
CRM-PA: 7967
Dr. Lauro José Barata de Lima.
Médico Oftalmologista.
Mestre em Oftalmologia (UNIFESP).
Doutor em Neurociências e Biologia Celular (UFPA)
CRM-PA: 6521
Dr. Alexandre Antônio Marques Rosa.
Médico Oftalmologista.
Doutor em Ciências Médicas (USP)
CRM-PA: 7754
Dra. Ana Cristina Lobato Marques Vendramine.
Médica Oftalmologista.
Doutora em Oftalmologia (UFMG)
Pós-Doutora em Imunologia Ocular (HARVARD-EUA)
CRM-PA: 2580
Dra. Carolina Trindade Pinto.
Médica Oftalmologista.
Doutora em Ciências Médicas (USP)
CRM-PA: 8824
Dr. Valério Ribeiro.
Advogado.
OAB-MG 74.204
OAB-RJ 181.688

Fonte:http://spo-apo.com.br/noticias/detalhe/id/27

sábado, 29 de julho de 2017

JUSTIÇA DETERMINA PARALISAÇÃO DE PROPAGANDA DE CURAS DE DOENÇAS OCULARES POR EXERCÍCIOS.



O Juiz da 5ª Vara Cível e Empresarial de Belém (PA) determinou que a terapeuta ocupacional Tatiana Gebrael suspenda imediatamente em sua página na internet e em outros veículos de informação qualquer sugestão de tratamento para patologias oculares que não tenham evidência científica.
A sentença é resultado de Ação Cível Pública ajuizada pela Associação Paraense de Oftalmologia e pela Sociedade Paraense de Oftalmologia contra a terapeuta ocupacional que garantia, em sua página na internet, a “cura” de doenças oculares por intermédio de exercícios e outros artifícios fantasiosos.
Embora Tatiana ainda possa recorrer da sentença junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Pará, ela está sujeita a aplicação de multa diária no valor de R$ 1.500,00 até o limite de R$ 50.000,00 caso não cesse de divulgar imediatamente seus métodos de “cura” de doenças oculares.
O CBO também propôs Interpelação Judicial contra a mesma profissional pelo mesmo motivo, que ainda esta em tramitação na 7ª Vara Cível da Comarca de Santos (SP).

Fonte: CBO conselho Brasileiro de oftalmologia.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Não se apegue a expectativas.

Há cerca de 8 anos atrás o meu coração se enchia de expectativa, lembro como se fosse hoje. Eu estava almoçando quando surgiu  a seguinte reportagem no jornal da TV local, a apresentadora dizia: Veja a seguir  a busca pela cura da Retinose pigmentar,, a reportagem iria falar de um suposto tratamento com células troncos em uma clinica no interior do estado de São Paulo.
Link da reportagem da época:https://www.youtube.com/watch?v=uu7U31pA-t4O que me levou a escrever este texto, foi uma frase que acabei de ler que diz o seguinte: “Eu diria, na minha visão precária e poética do mundo, que a expectativa é a ânsia angustiada pela ocorrência de algo. Enquanto a esperança é constatar, grato ao universo, a possibilidade de que algo venha a ocorrer.”
Nara Rúbia Ribeiro
Depois de ler esta frase eu fiquei pensando, ter  expectativas é bom, até certo ponto. Quando sua vida é feita por expectativas, você corre o risco de cair de um local muito alto e se machucar bastante com a queda. E foi exatamente o que aconteceu comigo, por isso que hoje eu adotei um modo defensivo,sempre lembro de uma frase que diz: Se você quiser evitar decepções, diminua suas expectativas.
Isto não significa que deixei de acreditar em uma possível cura,até por que eu sei que um dia ela vai chegar, e acredito que não está longe, mas prefiro me concentrar na realidade, onde, pelo menos, tenho certeza de que vou sempre ter a verdade em mãos.

Autor:Paulo Ricardo

segunda-feira, 24 de julho de 2017

CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR O VÍDEO

 É possível combater a #cegueira com células-tronco? Teoricamente, sim. A pesquisadora Carolina Del Debbio, do Instituto de Ciências Biomédicas - USP / (ICB-USP), conseguiu gerar novos neurônios da retina a partir de um tecido do #olho que pode ser retirado sem causar danos significativos à #visão. Agora ela está a poucos passos de entender por que a #retina não se regenera dentro do próprio corpo,
OFERTA IMPERDÍVEL IPHONE 5S.

Carolina é uma jovem pesquisadora financiada pela Fapesp e leva seu olhar de enfermeira para a pesquisa contra doenças como #glaucoma, retinose pigmentar e degeneração macular.


Fonte:https://www.facebook.com/pg/cienciausp/posts/?ref=page_internal

Como funciona o iPhone para pessoas com baixa visão e pessoas cegas.

Clique aqui e veja como pessoas com baixa visão usam o iPhone. 

OFERTA DE IPHONE, CLIQUE AQUI E CONFIRA,.

Adaptações de exibição
O iOS permite inverter cores, reduzir o ponto branco, ver em escala de cinza ou aplicar filtros de cor para ajudar usuários com daltonismo ou outros problemas visuais. Você pode selecionar um ajuste predefinido ou configurar com precisão o tom e a matiz de cor para atingir a visualização ideal. Depois de configurar os filtros, os ajustes se aplicam a todo o conteúdo do iPhone.
Ajustes de fontes
Quando você ativa Letras Maiores, o texto de vários apps fica maior, mais fácil de ler. Ele funciona no Calendário, Contatos, Mail, Mensagens, Música, Notas e Ajustes, entre outros. Inclusive em vários apps de terceiros. E você pode optar por colocar o texto em negrito, para deixar mais destacado em vários aplicativos do iOS.
Zoom
O Zoom é como uma lente de aumento na tela, que funciona em qualquer lugar do iOS e nos apps disponíveis na App Store. Habilite o Zoom para visualização em tela cheia ou no modo quadro a quadro, que mostra a área ampliada em separado e o restante da tela em tamanho normal. A ampliação vai de 100% a 1500%, e você ainda conta com diversos filtros em qualquer visualização. Mesmo com o Zoom, você usa todos os gestos que já conhece para navegar pelo iPhone. Ele funciona com o VoiceOver para que você possa ver e ouvir melhor o que está acontecendo na tela.

Lupa
O recurso Lupa transforma o seu iPhone em uma lupa digital. É só apontar a câmera para ver o objeto maior e os detalhes com mais nitidez. Use o flash para iluminar, ajuste os filtros para distinguir melhor as cores ou tire uma foto para ver um close do objeto parado.
Falar Conteúdo da Tela
Caso não consiga ler direito o texto no seu iPhone, use o recurso Falar Conteúdo da Tela. Ele lê e-mails, mensagens, sites e livros para você. Uma vez habilitado, basta deslizar com dois dedos, do alto da tela para baixo. Ou diga "Falar Conteúdo da Tela" para a Siri e pronto. Você pode ajustar a velocidade da fala e o dialeto, e até pedir que palavras, frases ou palavras dentro de frases apareçam em destaque à medida que são pronunciadas.

Siri
A Siri é a assistente inteligente da Apple, que ajuda nas atividades do dia a dia*. Ela envia mensagens, faz ligações, agenda reuniões e até liga e desliga o VoiceOver, o Acesso Guiado e a Inversão de Cores.
Ditado
Com o Ditado, você pode falar em vez de digitar. Toque no botão do microfone no teclado, diga o que gostaria de escrever e o iPhone transforma suas palavras (e números ou caracteres) em texto. Assim, é fácil escrever um e-mail, um bilhete ou um endereço da web sem precisar digitar.

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VoiceOver
O VoiceOver é um leitor de tela baseado em gestos que permite usar o iPhone mesmo sem ver. Uma vez habilitado, você acessa o VoiceOver a partir de qualquer lugar do iOS, com três cliques no botão de Início. Ouça a descrição de tudo que acontece na tela, da carga da bateria a quem está ligando ou até de qual app seu dedo está em cima. E você pode ajustar a velocidade e tom da voz.
VoiceOver em apps
Por estar integrado ao iOS, o VoiceOver funciona com os apps que vêm com o iPhone. Você pode criar etiquetas personalizadas para os botões em qualquer app, inclusive de terceiros. A Apple trabalha com a comunidade de desenvolvedores em iOS para deixar os apps ainda mais compatíveis com o VoiceOver.

Movimentos do VoiceOver
Você controla o VoiceOver usando alguns gestos simples. Toque ou arraste o dedo pela tela para que ele fale o que está lá. Toque em um botão para ouvir sua descrição. Depois, dê dois toques para selecionar. Arraste o dedo para a esquerda e direita para passar de um elemento a outro. Quando se interage com um elemento, um retângulo preto aparece ao redor dele. Assim, usuários que conseguem enxergar podem acompanhar. Se quiser privacidade, ative uma cortina de tela que desliga o monitor, mas continue ouvindo todas as indicações do VoiceOver.
Entrada de texto
com o VoiceOver
Com o VoiceOver habilitado, cada caractere que você toca no teclado é lido em voz alta, e depois de novo quando ele for inserido no texto. Arraste para cima ou para baixo para mover o cursor e editar com precisão. Para digitar mais rápido, o iOS aceita várias formas de entrada de caracteres, como escrita à mão. E ainda corrige erros de ortografia. Ative o recurso Falar Texto Automático e ouça um efeito sonoro e a palavra sugerida. Continue digitando para ignorar a palavra ou pressione a barra de espaço para que seu iPhone digite para você.
VoiceOver e o rotor
O VoiceOver tem um controle virtual chamado rotor. Ele é ativado quando você gira dois dedos sobre a tela, como em um botão de rádio, e permite navegar com precisão por sites ou documentos. Quando estiver em uma página, gire o rotor para ouvir opções como “manchetes”, “links” e “imagens.” Depois deslize para escolher como será a navegação, por exemplo, de uma manchete para outra.
Teclado braille do VoiceOver
Todo o sistema do VoiceOver oferece suporte para teclado em braile, com arranjos de seis e oito pontos. Isso permite escrever em braile sem um teclado físico. Como ele está disponível no rotor, você usa o teclado para digitar, desbloquear o iPhone, abrir apps e buscar conteúdo em apps como Música.
VoiceOver e monitores em braile
O iPhone é totalmente compatível com mais de 70 monitores em braile. Você conecta um monitor em braile Bluetooth e lê com o VoiceOver, inclusive braile com e sem contrações e equações, usando o Código Nemeth. Os monitores em braile com teclas podem controlar seu iPhone quando o VoiceOver estiver ativo.
VoiceOver e editor de pronúncia
O editor de pronúncia permite criar uma lista de palavras ou frases com as formas fonéticas correspondentes para o VoiceOver. Essas palavras e frases serão pronunciadas em documentos, mensagens, sites e outros textos da forma que você preferir.
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Fonte:https://www.apple.com/br/accessibility/iphone/vision/

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Responsáveis por pessoas com deficiência ganham direito a isenção total no IPVA no Estado de São Paulo,.

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O Diário Oficial do Estado de São Paulo publicou neste dia 19 de julho a Lei nº 16.498/2017, de autoria do Poder Executivo paulista, que estabelece a isenção do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), também para pessoas com deficiência não condutoras. A nova medida vai beneficiar pessoas com Síndrome de Down, autistas, cegos, pessoas com paralisia cerebral, deficientes intelectuais, entre outros casos.
A isenção do imposto era uma reivindicação antiga dos deficientes de São Paulo. Até então, apenas os deficientes condutores, ou seja, aqueles que possuem CNH especial e podem dirigir os automóveis devidamente adaptados, tinham direito à isenção total do IPVA.
Todavia, a nova Lei limita o valor do veículo ao valor estabelecido pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) nos processos de isenção do ICMS e do IPI, direito que todos os deficientes já têm, que hoje está em R$ 70 mil.
Outra novidade que a Lei traz é a possibilidade da obtenção da isenção do IPVA também para veículos usados. Neste caso o valor dos automóveis fica também ao valor máximo de R$ 70 mil, conforme tabela oficial anual de incidência do IPVA divulgada pela Secretaria Estadual da Fazenda.
A conquista do benefício contou com a participação das instituições que assistem os deficientes em São Paulo e também de deputados estaduais. A deputada Célia Leão chegou a enviar algumas indicações solicitando ao governador a liberação da isenção para os deficientes não condutores. “Depois da nossa luta, do nosso trabalho, hoje podemos comemorar mais esta importante conquista para a população de São Paulo”, frisou a parlamentar.
Vale lembrar que, além da isenção do IPVA, todas as pessoas com deficiência têm ainda o direito à isenção total do ICMS e IPI. Com isso o valor do automóvel pode ter um desconto de até 30%.
Fonte:http://celialeao.blogspot.com.br/

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Células-tronco trazem possibilidades de cura para doenças na retina.

Nossos corpos carregam uma incrível promessa de cura para diferentes doenças. São as células-tronco, que dão início e forma a outras tantas células. No mundo inteiro há pesquisas em desenvolvimento gerando os mais promissores tratamentos médicos. Algumas das possibilidades de cura antes nem eram imaginadas, como fazer a visão voltar ou os ossos que se regeneram sozinhos. Acompanhe na série Medicina do Futuro!

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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Qual alimento que você deve comer para melhorar a tua visão?



Muitas pessoas sofrem visão em declínio à medida que envelhecem, mas há algo que podemos comer para melhorar, 

Michael Mosley. 
Minha visão nunca foi boa. Eu usei óculos a maior parte da minha vida e, à medida que envelheço, é uma situação que eu só esperava piorar. Quando a equipe Trust Me, I'm A Doctor sugeriu que eu tentei tomar suplementos para melhorar minha visão, no entanto, eu era céptico, particularmente porque não sou fã de suplementos. 
No entanto, fui ao encontro do Prof. John Barbur, da City University em Londres, para que minha visão fosse completamente testada. Ele estava particularmente interessado em minha retina, a parte sensível à luz do olho, e me fez olhar uma tela de computador no escuro por horas, fazendo exames que metiam minuciosamente e precisamente as limitações da minha percepção de cores diferentes, Minha visão noturna e minha detecção de objetos fracos e pequenos. 
Ele também mediu o nível de proteção que a área mais delicada da minha retina a mácula teve contra danos causados por luz azul e UV de alta energia. Esta proteção é, de fato, uma espécie de protetor solar natural que cobrimos as células de detecção de luz e é constituída por "pigmentos maculares" amarelados. 
Os resultados dos meus exames foram fascinantes e deprimentes. Minha detecção de cores amarelas e azuis foi extremamente pobre algo que o Prof Barbur disse provavelmente era o resultado do meu pincel com diabetes há muitos anos. Minha visão noturna e a percepção de detalhes também foram ruins em comparação com pessoas mais jovens mas consistentes com minha idade. 
A equipe Trust Me me entregou um suprimento de 90 dias de suplemento de comprimidos que deveriam ajudar. Eles continham concentrações de certos compostos encontrados em plantas coloridas. Estes foram extraídos de calêndices, mas dois dos principais produtos químicos luteína e zeaxantina também são encontrados em uma variedade de coisas que comemos mais comumente. 

Uma equipe nos Estados Unidos elaborou uma receita para um batido diário para nós que eles esperavam que pudesse fornecer um nível similar de luteína e zeaxantina. Era uma mistura inebriante de frutas e legumes, como a couve e o kiwi, juntamente com gorduras como leite e óleo de germe de trigo que ajudam a absorção dos compostos chave. 
Doze semanas depois, voltei para a Universidade da Cidade para ver se a minha pílula diária tinha feito alguma diferença na minha visão. Os resultados surpreenderam mesmo o Prof Barbur. Houve melhorias significativas em vários aspectos diferentes minha percepção de cor azul e amarelo voltou ao normal e minha visão noturna foi muito melhor. Os níveis de meus pigmentos maculares protetores também foram impulsionados. 
Os resultados não foram uma surpresa para o Prof. John Nolan, que fui encontrar em Waterford, no sudeste da Irlanda. Sua equipe tem estudado pigmentos maculares há muitos anos e completou recentemente um julgamento de um ano com mais de 100 participantes em que eles tiveram resultados semelhantes aos meus. 
Eles descobriram que o aumento da dieta com os três pigmentos maculares luteína, zeaxantina e meso-zeaxantina levou a melhorias significativas na proteção da mácula delicada, bem como uma visão melhorada. 
Há também algumas evidências de que tal suplementação pode ajudar a retardar ou, possivelmente, até evitar, a degeneração macular relacionada à idade (AMD) a principal causa de perda de visão no Reino Unido. No entanto, isso ainda é controverso. 
Devemos todos, então, estar tomando suplementos para proteger e até mesmo melhorar a nossa visão 

a pesquisa certamente mostra que os suplementos funcionam. Mesmo para alguém como eu, que tem uma dieta relativamente saudável com abundância de frutas e vegetais, e cujos níveis de sangue dos compostos que não eram particularmente baixos, os suplementos ajudaram. No entanto, alguns pesquisadores acreditam que a dieta pode ser suficiente, se comemos as coisas certas. 
Mais pesquisas precisam ser feitas nas melhores fontes dietéticas para cada um dos três pigmentos maculares. 
A luteína é um composto amarelo feito apenas por plantas. Eles fazem isso para absorver a luz azul, como parte de seu mecanismo para capturar a energia da luz solar através da fotossíntese. Os animais então obtêm de comer plantas - boas fontes são couve verde e espinafre, ou as gemas amarelas de ovos. 
É usado como um suplemento para alimentar frangos criados industrialmente para tornar suas gemas um amarelo mais atraente (e, sendo solúvel em gordura, acaba virando sua pele e amarelo gordo também). 
A zeaxantina é outro composto amarelo, quase idêntico à luteína, feito por plantas para absorver a luz. É o produto químico que dá a cor amarela o milho, os pimentões e o açafrão. 
A meso-zeaxantina é uma forma de zeaxantina geralmente não encontrada em plantas, mas é feita no corpo a partir de luteína. Mais pesquisas precisam ser feitas sobre a eficiência desse processo. Encontra-se em alguns peixes (particularmente nas peles), mas em suplementos contendo extrato de calêndula, parece que o processamento industrial que os calafrios sofrem pode criar meso-zeaxantina (e foi encontrado em alguns suplementos de extrato de calêndula, Mesmo quando não listado no rótulo). 
Nossos voluntários que tomaram o smoothie contendo quantidades de fontes de plantas calculadas para dar lhes um aumento de luteína e zeaxantina realmente aumentaram seus níveis de luteína, mas não a zeaxantina. Claramente, é necessário trabalhar mais para refinar a receita. Então, esta pode ser uma ocasião rara onde, dado o estado atual da pesquisa, eu poderia acabar do lado dos suplementos especialmente para aqueles que não comem tantos folhas verdes como deveriam, e para as pessoas mais velhas (que absorvem Nutrientes de forma menos eficiente). 
No entanto, para todos aqueles cujas mães e avós lhes disseram que as cenouras melhorariam sua visão, a mensagem é essa embora a luteína, a zeaxantina e a meso-zeaxantina sejam substâncias químicas conhecidas como "carotenóides", e as cenouras devem a porção amarela de sua cor Para eles, esses compostos principais em particular são encontrados principalmente nas partes verdes de plantas acima do solo. 
Então, se você quiser melhorar sua visão, receio que esteja comendo verduras frondosas (tomadas com algumas gorduras para ajudar a absorver esses produtos químicos solúveis em gordura) que fará o melhor trabalho. 

Fonte :
http://www.bbc.com/news/magazine-37281200

sábado, 17 de junho de 2017

Você já parou para pensar sobre o significado daquelas bolinhas e barrinhas que há em algumas calçadas?

Você já parou para pensar sobre o significado daquelas bolinhas e barrinhas que há em algumas calçadas? Geralmente eles começam do nada e levam a lugar algum, ou para lixeiras, postes, placas, orelhões. Isso, quando não há pessoas videntes, que sem saber o propósito do piso, acabam também se tornando obstáculos. Esperamos que a partir deste texto você mude sua visão sobre esses pisos, pois eles têm um propósito bem maior do que ser apenas um enfeite às calçadas. Os mesmos, tecnicamente, chamam-se pisos podotáteis (podo = relativo a pés, tátil = relativo ao tato) e servem para orientar os deficientes visuais em sua locomoção.
Os pisos possuem texturas diferenciadas (tronco-cônicos – “bolas” – e lineares – “barras”) que têm significados distintos: ALERTA e DIRECIONAL,
respectivamente. O piso DIRECIONAL, mais conhecido como piso de “barrinhas” significa que o caminho é livre, sem obstáculos, deve ser colocado no sentido de deslocamento da via na “ausência ou interrupção da guia de balizamento” (NBR 9050/2004). Eles servem de guia para deficientes visuais, principalmente em espaços amplos onde é mais difícil se orientar por outros meios. Já o piso ALERTA – “bolinha” –, como o próprio nome diz, serve de alerta. Ele deve ser instalado nas seguintes situações:
1) Obstáculos suspensos: deve ser colocado em volta deste;
2) Rebaixamento de calçada;
3) Início e final de escadas e rampas,
4) Junto à portas dos elevadores;
5) Quando há desníveis como plataformas de embarque e desembarque, vãos, etc.
Há outras regras que devem ser levadas em consideração para a correta instalação dos pisos:
1) Quando houver mudança de direção deverá haver uma área de alerta indicando a existência de opções de trajeto. Ou quando a mudança de direção da via formar um ângulo menor ou igual a 90º deve-se utilizar o piso de alerta.
2) Quando houver sinalização direcional nos rebaixamentos de calçadas, esta deve encontrar a sinalização de alerta, o mesmo ocorre quando houver sinalização direcional nas portas de elevadores;
3) Nas faixas de pedestres, deve ser instalado o piso de alerta no sentido perpendicular ao deslocamento. É recomendada a colocação de piso direcional no sentido do deslocamento conectando os dois lados da calçada;
4) Em paradas de ônibus devem ser instalados pisos de alerta demarcando o local de embarque e desembarque.
Embora exista a NBR 9.050/2004 e o Decreto 5.296, na maioria das vezes, para não falar quase sempre, os pisos são colocados de maneira inadequada, perdendo assim a funcionalidade.
Por falta de informação, as pessoas desconhecem a maneira correta da utilização dos pisos. Algumas pessoas compram para “enfeitar” a calçada. Seria importante os pontos de venda informarem o significado e instruírem a maneira correta de utilização. É muito comum, como dito anteriormente, as guias levarem a postes, orelhões, árvores, placas, paredes. Ou muitas vezes as pessoas pararem em cima da guia. Ou carros estacionarem na calçada. Creio que para resolver esse problema, só mesmo através de informação. Não adianta criar leis e normas se elas não são divulgadas.
ENG MARCELO REDEL

terça-feira, 13 de junho de 2017

RESULTADO DA PERÍCIA MÉDICA DO INSS AGORA SAI NO MESMO DIA.

O segurado do INSS que passa por perícia médica agora é informado no mesmo dia sobre o resultado do exame. O serviço, iniciado na semana passada pelo instituto, funciona por meio da internet ou por telefone.
A informação fica disponível no site www.previdencia. gov.br ou pela central telefônica 135 a partir das 21h da data em que a perícia foi realizada. Para saber se o benefício solicitado será concedido, o interessado precisará informar o nome completo, a data de nascimento, o CPF e o número do benefício.
Antes, a opção dada à maioria dos segurados era aguardar a resposta por carta, cerca de 20 dias após a perícia. Em situações pouco comuns, porém, o segurado recebia o resultado na própria agência da Previdência onde ocorreu o atendimento.

Fonte:http://jornaldovalenanuque.com.br/resultado-da-pericia-medica-do-inss-agora-sai-no-mesmo-dia/

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Aposentado por invalidez consegue quitar financiamento de imóvel.

Os segurados do INSS que tiveram uma doença ou sofreram um acidente, ficaram incapazes de exercer qualquer atividade e precisaram se aposentar por invalidez têm a possibilidade de garantir alguns direitos. Um deles tem a ver com a quitação do financiamento de um imóvel em andamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
Segundo o advogado previdenciário Luiz Felipe Pereira Veríssimo, do Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev), esse direito deve constar do contrato assinado com qualquer banco:
— A maioria dos contratos imobiliários tem uma cláusula que garante a quitação da dívida em caso de invalidez. O seguro, que também assegura a cobertura em caso de falecimento, é pago com a prestação do imóvel. É a praxe do mercado. Em algumas linhas de financiamento, porém, não há a obrigatoriedade legal de contração desse seguro, o que impossibilitaria essa quitação.
Pelas regras atuais, no caso de um empréstimo feito por um trabalhador para a compra de um imóvel, este deverá avisar ao banco quando for acometido pela invalidez. O prazo para comunicar o sinistro, no caso de impossibilidade total e permanente, é de até um ano, contatado a partir da concessão do benefício pelo INSS.
Para garantir a quitação do imóvel, o segurado deve ficar atento. O aposentado por invalidez deve ir ao banco e verificar a documentação necessária para dar entrada no processo. O banco, de posse dos documentos, encaminhará o processo à seguradora. De maneira geral, as instituições financeiras pedem o contrato de financiamento e a carta de concessão do benefício.
Direito a abono de 25%
Poucos beneficiários sabem, mas aposentados que necessitam de cuidados permanentes de outra pessoa (para se alimentar, se locomover ou tomar banho) têm direito a um adicional de 25% do valor do benefício, o chamado auxílio-acompanhante. O INSS estabelece, porém, que só pode solicitar esse pagamento extra o segurado que se aposenta por invalidez.
Segundo dados do instituto, das 18.605.571 aposentadorias ativas em dezembro de 2015, 206.468 contavam com o benefício adicional. No ano passado, foram concedidos 8.945 auxílios do gênero. Embora o adicional seja concedido apenas para aposentados por invalidez que comprovem a necessidade do acompanhante, outros beneficiários têm conseguido, na Justiça, o direito ao abono.
— Existem decisões que concedem o adicional a outros tipos de aposentadoria, como por idade ou tempo de contribuição, caso o segurado necessite da assistência, mas isso só é concedido por via judicial — disse Luiz Felipe Pereira Veríssimo.
Quem tem direito?
De acordo com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a aposentadoria por invalidez é um direito dos trabalhadores que, por doenças ou acidentes, forem considerados incapacitados para exercer as atividades que garantem seus sustentos.
Regras
O INSS exige 12 contribuições mensais para ter direito ao benefício, exceto nas hipóteses de acidente de qualquer natureza e de doença profissional ou do trabalho. A exceção também vale para os segurados que, após se filiarem à Previdência Social, forem acometidos por alguma das doenças especificadas numa lista elaborada pelos ministérios da Saúde e do Trabalho e da Previdência Social, a cada três anos.
Valor do benefício
A aposentadoria por invalidez corresponde a 100% do salário de benefício. O salário de benefício dos trabalhadores inscritos até 28 de novembro de 1999 corresponderá à média dos 80% maiores salários de contribuição, corrigidos monetariamente, desde julho de 1994. No entanto, para os segurados inscritos no Regime Geral de Previdência Social (RGPS) a partir de 29 de novembro de 1999, o salário de benefício será a média dos 80% maiores salários de contribuição de todo o período contributivo.
Revisão
O aposentado por invalidez tem que passar pela perícia médica do INSS a cada dois anos, para que o instituto comprove que ainda há a incapacidade para o trabalho. Se ficar comprovado que o trabalhador recuperou sua capacidade ou se voltou às atividades, o benefício deixa de ser pago.
Livre do fator
Os segurados ficam livres do fator previdenciário, cálculo usado pelo INSS nas aposentadorias por tempo de contribuição para reduzir o valor do benefício de quem se aposenta cedo. Assim, os aposentados por invalidez ficam livres do fator e têm os benefícios mensais calculados apenas pelas médias salariais.
Pente-fino
O governo federal anunciou que fará um pente-fino nas aposentadorias por invalidez com mais de dois anos de concessão. Esses segurados serão convocados a passar por novas perícias em breve. Por meio de uma portaria interministerial publicada na última sexta-feira, o governo afirmou que aposentados com mais de 60 anos não passarão pela revisão. Os beneficiários serão convocados por meio de cartas, e a orientação do INSS é que não procurem nenhuma agência da Previdência Social por conta própria até que a correspondência chegue em casa.
DEPOIMENTO: “Nem sabia que tinha esse direito”, diz o aposentado Magno Gonçalves, de 51 anos
— Quando me aposentei por invalidez, por causa de um acidente de trabalho, eu não tinha noção de que poderia conseguir quitar o financiamento do meu imóvel. Eu nem sabia que tinha contratado um seguro para isso, quando fechei o negócio. Ao ser alertado por um amigo, busquei meus direitos e consegui o benefício. Isso foi de extrema importância, visto que fiquei totalmente impossibilitado de trabalhar. Deu muita tranquilidade.

fonte:https://extra.globo.com/noticias/economia/aposentado-por-invalidez-consegue-quitar-financiamento-de-imovel-19863450.html

quarta-feira, 31 de maio de 2017

eletroestimulação na Alemanha já é uma realidade.

Muito obrigado por seu interesse na terapia TES com o sistema RP OkuStim para eletroestimulação transcorneal (TES) para pacientes que sofrem de Retinite pigmentosa.
O sistema OkuStim é um produto médico marcado CE para uso nos países da Área Econômica Européia (EEA) para o tratamento da Retinite Pigmentar.
A TES-terapia é um dos primeiros tratamentos ambulatoriais para RP cuja segurança e eficácia foram demonstradas em estudos clínicos. Estudos na Universidade de Tübingen, na Alemanha e em outros centros europeus realizados com sucesso mostraram que a terapia TES é segura e proporciona uma oportunidade para influenciar o curso da doença de forma favorável.
O curso típico de RP pode ser retardado usando eletroestimulação transcorneal (TES). Isto é demonstrado por tendências positivas e resultados estatisticamente em estudos clínicos, que foram comprovados através de análises eletrofisiológicas. Os pacientes beneficiaram diferentes níveis da terapia TES. Quanto mais cedo que os pacientes com RP começam com o tratamento, melhor a progressão da doença pode ser contrariada.
O sistema RP OkuStim só está disponível para pacientes com receita de um Centro TES certificado, uma vez que a terapia deve ser especificada especificamente para a condição do paciente individual e o progresso deve ser monitorado regularmente a cada poucos meses.
Atualmente, esses Centros TES só podem ser encontrados na Alemanha. No futuro, planejamos configurar mais centros TES em todo o mundo.
Lamentamos, mas devido a assuntos regulatórios, não é possível encaminhar informações de estudo de pesquisa para pacientes.
Muito obrigado por sua compreensão.

Créditos:página doenças da visão no Facebook, este texto é resposta a um email enviado por Rodrigo, administrador da pagina doenças da visão. Aproveito  e deixo aqui os meus sinceros agradecimentos ao nobre Rodrigo Xavier pelas informações.


Não oferecemos qualquer garantia, tácita ou explícita, quanto à completude ou à exatidão das informações aqui fornecidas. O acesso  ao blog Retinose pigmentar notícias e seu uso, bem como de quaisquer sites associados ou conectados a ele por links ocorrem por risco do usuário. Não assumimos qualquer responsabilidade.

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terça-feira, 30 de maio de 2017

Sobre o óculos para Retinose pigmentar.


 

Caros leitores como foi grande a repercussão a respeito do suposto óculos para RP, entrei em contato com a pessoa que foi entrevistada na matéria do programa bem estar da Rede globo no dia24/05/2017. Abaixo segue os respectivos relatos.
 Cleuza Felix disse:"O históricos deste óculos deu início em meados de junho/16 na busca da materialização através de uma pesquisa oftalmológica. Trata-se da combinação de lentes especiais com objetivo de ampliar o campo de visão. Os estudos e o protótipo evoluíram e em congresso foi homologado pelo conselho nacional de oftalmologia. Exemplificando o uso no estágio atual do meu campo visual, digo que não enxergo mais a borda de um prato de refeição sobre a mesa. Consequentemente não vejo o entorno contendo copo, talheres, guardanapos etc. Certa vez passei pelo vexame de me servir da salada do prato da pessoa que estava a minha frente. Com esta limitação o dia a dia se torna muito difícil em qualquer tarefa e principalmente a LOCOMOÇÃO. Com os óculos ganhei mais liberdade pois amplia o campo visual a ponto de enxergar este entorno perdido. Então... Usando o exemplo do prato terei condições de enxergar além, identificando o restante da mesa posta e as pessoas ao redor. Na rua nossos maiores temores como crianças, animais, árvores, portões de garagem etc., poderão ser identificados. Moro no Recife e vou a João pessoa a cada evolução dos óculos para testá-lo e a cada vez mais eficaz. No dia da filmagem, saí do consultório com ele pela primeira vez e dentro do carro já identifiquei o ganho das imagens. No calçadão houve a grande surpresa de várias imagens juntas, ou seja, o conjunto do mar, céu e coqueiros no mesmo cenário! Para quem mal vê um coqueiro inteiro causou poderosa sensação de liberdade e muita... Muita felicidade. Quanto ao processo para aquisição dos óculos em todo o país não tenho como esclarecer pois ainda espero pelo meu exemplar em ajustes finais na imensa expectativa de usá-lo continuamente. A todos, informo o contato do Dr. Osvaldo Travassos para a devida orientação" Abraços


CLIQUE AQUI E VEJA O CONTATO DO Instituto de Olhos Da Paraíba Oswaldo Travassos Medeiros


Deixo aqui meus agradecimentos a Cleuza Felix pelo seu depoimento, entretanto, não oferecemos qualquer garantia, tácita ou explícita, quanto à completude ou à exatidão das informações aqui fornecidas. O acesso a este blog e seu uso, bem como de quaisquer sites associados ou conectados a ele por links ocorrem por risco do usuário. Não assumimos qualquer responsabilidade.

Autora: Cleuza Felix


domingo, 28 de maio de 2017

Esta publicação descreve as disposições legais da páginaRetinose pigmentar notícias.

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O  blog Retinose pigmentar notícias contém informações na área da saúde. Estas informações são publicadas no  blog somente a título informativo e não podem substituir, em qualquer hipótese, as recomendações do médico ou farmacêutico. Essas informações não devem servir tampouco de subsídio para efetuar um diagnóstico médico ou estimular a automedicação. O seu médico é o único profissional competente para prescrever o melhor tratamento para o seu caso.

Atenciosamente: Paulo Ricardo
email:pauloricardo012@gmail.com