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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Chegamos a marca de mais de 200 mil acessos.

Prezadíssimos amigos e leitores, escrevo hoje somente para   agradecer. O blog Retinose pigmentar notícias  ultrapassou hoje a marca de 200 mil acessos.   Agradeço a todos pela visita e seus comentários, isso nos motiva a manter a página sempre atualizada com novas informações.  Quero, assim, finalizar com um agradecimento sincero a vocês, caros leitores, amigo virtual ou real,  etc.  Sem você não haveria porque manter este espaço, nem porque dedicar boa parte do meu tempo atualizando esta página com novas notícias.

Permaneço aberto às críticas, sugestões e contribuições. Sua opinião é muito importante.


Um forte abraço a todos!

Paulo Ricardo


domingo, 30 de outubro de 2016

Maconha pode trazer benefícios para Retinose pigmentar, glaucoma e outras doenças da retina.

Na Jamaica – e onde mais poderia ser? – um grupo de pescadores, sem nenhum equipamento, pescava com facilidade durante à noite, guiando seus barquinhos no breu. Eram todos fãs de cannabis.


A história atiçou a curiosidade de alguns pesquisadores locais, há mais de duas décadas. Outros relatos e experimentos com haxixe sugeriam que, de fato, a visão noturna melhorava em quem fumava maconha. Mas foi só em 2016 que a ciência conseguiu entender qual o mecanismo biológico por trás desse “superpoder”.

Para isso, pesquisadores do Instituto Neurológico de Montreal decidiram estudar girinos. Eles criaram uma cópia sintética da maconha e aplicaram a substância no tecido dos olhos de cada filhote de sapo. Depois, usaram eletrodos minúsculos para acompanhar como as células da retina dos bichinhos reagiam.

A experiência mostrou que substâncias presentes na maconha se prendem a receptores no nervo óptico dos girinos, diminuindo a concentração de cloretos dentro das células da retina. A consequência é que os olhos se tornavam mais sensíveis à luz, mesmo em lugares pouco iluminados.


Só essa descoberta já comprovou que os efeitos da maconha eram sentidos diretamente no olho e não no cérebro, como “parte da brisa”. Até aí, tudo bem, mas os pesquisadores queriam confirmar se o aumento de sensibilidade também melhorava a visão no escuro.

Em uma segunda etapa do estudo, eles colocaram os girinos em placas de Petri – metade deles “chapados”, e os demais sem maconha. No meio da placa, os cientistas adicionaram pontos pretos, que os girinos associam a predadores.

No experimento, eles observaram que os dois grupos se movimentavam do mesmo jeito com as luzes acessas: nadando livremente e evitando ao máximo os pontos pretos. Já quando diminuíram a iluminação, mudou tudo.

Sem enxergar os pontos pretos, os girinos sóbrios esbarravam neles com frequência. Já os bichos tratados com canabinóides seguiam desviando das ameaças com muito mais eficiência, mesmo sem luz.

Os resultados mostram que os pescadores jamaicanos não estavam só viajando, mas também enxergando melhor. E a descoberta abre espaço para que a maconha seja explorada para o tratamento de doenças na retina, como retinite pigmentosa. Hoje, nos EUA, a droga já é recomendada para casos de glaucoma, outro mal que afeta os olhos.

Para os pesquisadores, resta entender se é possível desassociar a visão noturna acima do normal com os outros efeitos recreativos da maconha – e com que frequência os candidatos a X-Men precisariam consumir a erva para manter o efeito sobre os olhos.


Fonte:http://super.abril.com.br/ciencia/maconha-ajuda-a-enxergar-no-escuro/

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

em 2017 , primeira terapia genética para curar a cegueira de distrofias de retina.

Em 2017, Gene Therapy pode permitir-nos para reverter a cegueira


em Breve


Uma terapia de gene que pode ser capaz de inverter a cegueira causada pela genética está na sua fase final de aprovação da FDA.

A terapia genética é uma nova opção emocionante na medicina que ainda tem alguns obstáculos significativos a superar na busca para provar a si mesmo.


Correção de olho


A primeira terapia genética para curar a cegueira de distrofias de retina tem sido desenvolvido, e é esperado para chegar ao mercado já no próximo ano.


Spark Therapeutics, uma empresa farmacêutica com sede em Filadélfia, fez o anúncio de lançamento da SPK-RPE65 do próximo ano. É uma terapia genética que tem como alvo a mutação hereditária que causa cegueira. Ele funciona através da injeção de novas células que irão corrigir a retina mutação genética. Ele será capaz de lidar com as muitas cepas de distrofias hereditárias de retina. SPK-RPE65 é administrado em um procedimento de anestesia cirúrgica de 45 minutos, e eles alegam que as melhorias na visão de manifesto dentro de trinta dias.


Katherine High, co-fundador da Spark, informou que a empresa irá completar a sua aplicação para os EUA Food and Drug Administration para o tratamento no início de 2017.

desenvolvimento contínuo


terapias genéticas semelhantes, Strimvelis e Glybera, já estão fora da Europa. Glybera empurrou para a aprovação da FDA, bem como, mas a aplicação foi lançada sobre um pedido de mais ensaios clínicos para provar a sua eficácia.


A terapia genética ainda é, em certa medida, envolta em controvérsia após a morte de um homem de 18 anos, que foram submetidos a tratamento para uma doença metabólica hereditária em 1999. O paciente morreu de uma reação imunológica grave à terapia genética. Alta insiste que faísca tem resolvido esses problemas com SPK-RPE65. Ela disse que os fracassos anteriores ocorreu por causa da modelagem insuficiente através de testes em animais, com o qual Spark foi completa.


Alguns médicos especialistas afirmam que é a idade de terapia genética, mas há apenas alguns medicamentos e tratamentos que estão perto de aprovação, Spark entre eles. Alta fez dizer que Spark é completamente com testes clínicos, indicando a confiança da empresa na sua aplicação.


A empresa apresentou o sucesso da terapia SPK-RPE65 na reunião anual da Academia Americana de Oftalmologia do. Dentre 29 pacientes virtualmente cegas, 27 experimentaram um aumento em função da visão. De acordo com o Spark, não foram observados efeitos colaterais adversos nos pacientes.


A terapia genética é um campo médico que continua a amadurecer, e estamos vendo resultados positivos que vai melhorar muito a vida. Parece que há mais deste tipo de tratamento para vir em breve.

Fonte:http://futurism.com/by-2017-gene-therapy-could-allow-us-to-reverse-blindness/

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Novo laser permite tratar doenças da retina sem dor e com total precisão

doenças da retina são as principais causas da perda irreversível da visão. Além disto, tratamentos convencionais, que em boa parte dos casos provocam uma série de incômodos e dor, dificultam a aderência ao tratamento e, por conseguinte, a manutenção da boa qualidade visual.A aplicação de uma nova modalidade de laser, intitulada laser de micropulso amarelo, surge como boa notícia para pôr fim a muitas dessas situações. A técnica tem como principais características o fato de ser indolor, rápido e preciso. O equipamento está na rotina de poucos centros oftalmológicos do país, entre eles o Hospital de Olhos do Paraná.



O médico Carlos Augusto Moreira Júnior, chefe do Serviço de Retina do Hospital de Olhos do Paraná, explica que o laser de micropulso amarelo é um dos principais avanços recentes da oftalmologia, comparável ao advento do laser na remoção da catarata.


O equipamento identifica e trata lesões da nas estruturas mais profundas da retina, por meio de fotoestimulação, através de impulsos de microssegundos. A temperatura da retina não é elevada, tornando o procedimento mais seguro, evitando cicatrizes, "o que não se conseguia pelas formas convencionais", de acordo com Moreira Júnior.


O laser de micropulso amarelo aumenta o espectro de indicações para uma gama importante de doenças. Entre os exemplos, estão a retinopatia diabética, edema da mácula e retinopatia serosa central. Diabéticos, portadores de hipertensos e altos míopes são os principais beneficiários da tecnologia.


 DINO

Fonte:https://noticias.terra.com.br/dino/novo-laser-permite-tratar-doencas-da-retina-sem-dor-e-com-total-precisao,915c34fe042b0b86ffe174ebfc6cc8a19s3n79zs.html

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Colírio desenvolvido na Unicamp pode salvar a visão de diabéticos

Um colírio desenvolvido por pesquisadores da Unicamp em Campinas (SP) pode evitar que os cerca de 422 milhões de diabéticos no mundo, sendo 16 milhões no Brasil, segundo cálculos da Organização Mundial de Saúde (OMS), desenvolvam uma doença ocular que pode levar à cegueira. A retinopatia diabética, atualmente, só tem tratamentos invasivos, com o uso de laser, injeções e cirurgias.
“O número de diabéticos está aumentando muito no mundo, principalmente pela má alimentação e falta de exercícios."
Jacqueline Mendonça Lopes de Faria, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp
O novo medicamento ainda está em fase de estudos com ratos de laboratório e precisa ser testado em seres humanos. Mas, para isso, é preciso que alguma indústria farmacêutica se interesse pelo produto, adquirindo a patente, e banque as pesquisas.
“Essa fase de estudos em humanos é muito cara e precisa envolver vários centros de pesquisa. A primeira fase é feita em pessoas saudáveis para saber se o colírio é seguro. A segunda fase é em pessoas com a doença para saber se ele é eficiente em humanos.”, diz Jacqueline Mendonça Lopes de Faria, da Faculdade de Ciências Médicas, uma das responsáveis pela pesquisa.
Depois dessas fases ainda há testes em grupo maiores, com milhares de pessoas, e por um período maior de tempo. Com investimento nesses testes, o medicamento poderia ser habilitado para ser colocado no mercado em cerca de cinco anos.
 
Estudos
Ela estuda a doença há 20 anos, mas foi em 2008 que começou com um grupo de oito pesquisadores a desenvolver o colírio.
Primeiro foram estudados os possíveis mecanismos para o tratamento. Depois estudadas as substâncias que poderiam atuar para controlar a doença. Após o grupo da FCM, se juntaram ao trabalho pesquisadores da Faculdade de Engenharia Química (FEQ) da Unicamp.
Os primeiros testes foram feitos em ratos de laboratório e, além de resultados positivos no tratamento, não apresentaram reações adversas. O principal desafio foi desenvolver um produto que conseguisse driblar as barreiras oculares e chegar até a retina levando o princípio ativo.
Se não for tratado, o glaucoma pode levar à cegueira (Foto: Reprodução/EPTV)
Diabéticos precisam passar por exames
constantes (Foto: Reprodução/EPTV)
Doença
A retinopatia diabética afeta cerca de 40% dos diabéticos. As altas taxas de glicemia degeneram a retina e, com o tempo, a visão pode ser afetada. No início a doença é imperceptível, mas depois podem aparecer manchas na visão e, em casos mais graves, ocorrência de edemas que podem lavar à cegueira.
“O número de diabéticos está aumentando muito no mundo, principalmente pela má alimentação e falta de exercícios. Junto a isso, com os novos medicamentos e tratamentos, quem tem a doença está vivendo mais. Por isso, as complicações da retinopatia se tornam mais frequentes”, diz Jacqueline.
As intervenções cirúrgicas, uso de injeções e laser para o tratamento muitas vezes precisam ser repetidos, o que aumenta os riscos e as sequelas aos pacientes. O colírio, além de não ser invasivo, pode ser aplicado preventivamente, impedindo o desenvolvimento da doença.
Além da retinopatia, há a possibilidade do colírio poder ser usado para o tratamento de outros distúrbios oculares, como o glaucoma. Mas isso ainda depende de novos testes e adaptações para os diferentes tratamentos.
Empresas interessadas no licenciamento da tecnologia podem entrar em contato com o Setor de Parcerias da Agência de Inovação Inova Unicamp pelo e-mail parcerias@inova.unicamp.br ou pelos telefones (19) 3521-2552 ou 3521-2607.

Fonte:http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/10/colirio-desenvolvido-na-unicamp-pode-salvar-visao-de-diabeticos.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1