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sábado, 28 de maio de 2016

Estudo abre caminho para terapia de degeneração de danos na retina, defendida na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp.

Um campo elétrico pode ser usado para induzir células fotorreceptoras, as responsáveis por captar a luz que chega ao fundo do olho e convertê-la em sinais visuais para o cérebro, a mudar de forma e a se mover, mostra a tese de doutorado “Photoreceptors in Electric Field” (Fotoreceptores em Campo Elétrico), defendida na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp por Juliana Guerra Hühne. O resultado abre caminho para o estudo do uso de campos elétricos em terapias de regeneração de danos na retina.
 “No contexto do nosso trabalho, o campo elétrico poderia ser utilizado para dirigir a migração ou induzir a regeneração de células fotorreceptoras na direção das áreas danificadas ou degeneradas em diversos tipos de doenças da retina, como degeneração macular aguda ou retinite pigmentosa, por exemplo”, disse a pesquisadora, que atualmente mora em Dresden, na Alemanha, onde dá sequências às pesquisas, e respondeu às questões do Jornal da Unicamp por e-mail.
Na realização do estudo descrito na tese, foi utilizada uma linhagem de células fotorreceptoras de camundongos. Com a aplicação de um campo de 5 V/cm (volt por centímetro) ao longo de um período de cinco horas, constatou-se que as células se deformavam e se moviam em direção ao cátodo, o polo de origem da corrente elétrica. A pesquisadora conseguiu também observar a movimentação das estruturas internas da célula em resposta ao campo. O núcleo, em especial, moveu-se para a “parte de trás” da célula, isto é, na direção oposta ao movimento geral causado pelo campo.
“Os mecanismos que controlam a posição do núcleo em uma célula que migra ainda não são completamente entendidos, mais estudos são necessários para esclarecer essas questões”, disse a pesquisadora. “Acredita-se que o posicionamento do núcleo na região posterior da célula, oposta ao movimento, se desenvolve de forma quase passiva, em consequência da extensão celular, devido ao movimento de outras organelas e proteínas intimamente relacionadas à migração celular”. Outra possível explicação estaria no fato de o núcleo ter carga elétrica negativa, por causa do alto conteúdo de DNA, o que induziria um movimento na direção do eletrodo positivo, o anodo.
“Campos elétricos com intensidade variando de 2,5 a 8 V/cm são utilizados para desfibrilação cardíaca e marca-passo”, exemplifica Juliana, para dar uma ideia da intensidade do campo usado em sua pesquisa. “Campos elétricos que desempenham papéis fisiológicos no desenvolvimento, regeneração e cicatrização de feridas variam de 0,10 a 10 V/cm”.
Células e eletricidade
Quem só conhece biologia até o nível do ensino médio talvez imagine que a eletricidade só é importante para certos tipos de células, como os neurônios, que transmitem impulsos nervosos, e as do coração. Juliana diz que essa é uma visão “incompleta”.
“Neurônios, assim como células musculares, são exemplos de tecidos com características especiais de excitabilidade, capazes de gerar potenciais de ação. Potencial de ação é uma variação de tensão rápida e autorregenerativa, que ocorre através da membrana celular”, descreveu ela. “Porém, existem também os potenciais transepiteliais, que ocorrem principalmente devido à distribuição polarizada de canais iônicos nas células epiteliais”, um tipo de célula que reveste órgãos e cavidades internas do organismo. Canais iônicos são passagens na membrana celular por onde transitam partículas dotadas de carga elétrica, os íons. “Alterações desses potenciais transepiteliais, durante o desenvolvimento do embrião, cicatrização de feridas e regeneração, em especial, criam os chamados campos elétricos endógenos, que são gradientes de tensão de longa duração, constantes e de corrente contínua”.
Na maioria das vezes, explica ela, esses sinais elétricos surgem a partir de variações no funcionamento de bombas iônicas – sistemas celulares que transportam íons pela membrana – ou pelo vazamento de íons em células individuais ou de camadas de células, como o epitélio, quando ocorre um ferimento, por exemplo. “O gradiente iônico resultante causa fluxo de corrente e estabelece o gradiente de tensão. Dessa forma, todas as células, e não apenas as células neurais, produzem um potencial de membrana que é específico para o seu tipo e que também é específico para o seu grau de diferenciação”, prossegue Juliana. 

Câncer
Além do uso de campos elétricos para guiar o movimento das células, outras aplicações vêm sendo estudadas. “Pesquisas na área de regeneração de membros também têm sido conduzidas. Com a premissa de que se você pode alterar o potencial de uma célula, você pode mudar a forma como ela cresce, e que alterando o potencial elétrico de muitas células, você pode causar o crescimento de uma estrutura específica, pesquisadores fizeram crescer com sucesso olhos em caudas de rãs”, exemplificou.
“Já na área da engenharia de tecidos, as principais aplicações de campos elétricos se concentram na formação e caracterização de tecidos artificiais e de suas células componentes, auxiliando tanto na formação da matriz extracelular artificial, como na micromanipulação das células com campos elétricos”, disse. “Existem também estudos mostrando a diferenciação de células-tronco através da aplicação de campo elétrico. Células-tronco apresentam o potencial de se desenvolverem em outros tipos celulares, em determinadas condições. Até agora, extensa literatura já validou o papel do campo elétrico na regeneração de tecidos, mostrando o grande potencial da utilização de materiais condutores e campos elétricos em engenharia de tecidos, em particular para a reparação e regeneração de ossos, nervos e tecidos cardíacos”.
A conclusão da tese de Juliana aponta, ainda, a possibilidade do uso de campos elétricos no combate ao câncer. “Diversos estudos envolvendo aplicação de campos elétricos e câncer têm sido realizados, na tentativa de produzir tanto diagnóstico como tratamento”, afirmou a pesquisadora. “Esses estudos investigam os mecanismos de controle e de propagação das células cancerígenas, e baseiam-se no fato de que as células cancerígenas transformadas são perturbadas eletricamente. Elas têm uma carga de superfície negativa maior do que as células normais e, geralmente, o seu potencial de membrana é consideravelmente mais despolarizado”.
Ela conta, ainda, que uma empresa israelense divulgou recentemente resultados promissores de pesquisas laboratoriais e de testes em humanos envolvendo a aplicação de campos elétricos contra tumores. “Essa empresa tenta desenvolver um dispositivo que usa campos elétricos fracos para destruir células cancerígenas, mas sem lesionar as células normais”, descreve. “Campos elétricos de baixa intensidade foram utilizados para interromper a divisão das células cancerígenas e retardar o crescimento de tumores cerebrais. O dispositivo está em ensaios clínicos de fase final nos Estados Unidos e na Europa para glioblastoma, um câncer cerebral letal. A sua eficácia também está sendo testado na Europa contra o câncer de mama”.
Próximos passos
Juliana espera que os resultados apresentados em sua tese venham a ter aplicação terapêutica no futuro. “Campos elétricos já têm sido utilizados para aplicações terapêuticas, especialmente, na cicatrização de feridas e regeneração de tecidos, como tecido ósseo e cartilagem, por exemplo”, disse ela. “Estudos sobre a estimulação elétrica para promover a união óssea mostraram resultados clínicos promissores, utilizando dispositivos tanto externos como implantáveis. Outros estudos demonstraram que a estimulação elétrica aumenta a migração de células do menisco e a reparação de tecidos integrativa”.
“No contexto do nosso trabalho, o campo elétrico poderia ser utilizado para dirigir a migração ou induzir a regeneração de células fotorreceptoras na direção das áreas danificadas ou degeneradas em diversos tipos de doenças da retina, como degeneração macular aguda ou retinite pigmentosa, por exemplo”.
Especificamente sobre seu trabalho com células fotorreceptoras, ela diz que “antes de partir para estudos ‘in vivo’, estudos ‘in vitro’ mais detalhados ainda são necessários. Pretendemos, primeiro, investigar a polarização de formações células complexas, envolvendo camadas de células em tecidos e estimulação em mais dimensões, utilizando eletrodos especiais, para depois iniciarmos estudos em animais”.
Publicação
Tese: “Photoreceptors in Electric Field”
Autora: Juliana Guerra
Orientador: Sérgio Mühlen
Unidade: Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC)

Fonte:http://www.unicamp.br/unicamp/ju/656/sinais-promissores

Reversão de sucesso de retinose pigmentar.



É geralmente ensinado que a retinite pigmentosa (RP) é uma doença hereditária e que não há cura. Quando jovem, vítima de RP geralmente tem visão normal. Este fato sugere que a causa primária da RP é um patógeno ou um déficit nutricional e não herança. Esta idéia é apoiada pela dificuldade de fazer pesquisa RP, e pelo nosso sucesso com dois pacientes tratados com nutrientes e com 200 microamperes eletricidade. Nenhum destes pacientes não relacionados tem parentes conhecidos com retinite pigmentosa.

Que os pesquisadores tiveram dificuldade com o conceito genético de RP é resumida da seguinte forma:. "A fim de prosseguir os estudos de laboratório em anormalidades fotorreceptoras herdadas, é essencial ter grupos de pacientes com um defeito comum bem definido Isso raramente tem sido alcançado, a única forma segura de garantir que até agora a ser a investigação de pessoas com ascendência ligada. Herança de RP pode ser autossômica recessiva, autossômica dominante ou Xlinked, e não há heterogeneidade dentro das categorias. Além disso, (simplex) casos espontâneos ocorrem sem que haja irmãos ou evidência de consangüinidade afetadas ~ Estes podem ser hereditárias ou adquiridas e estudos significativos só será possível quando a relação de doenças conhecidas foi investigado: "

Os fatores nutricionais começaram a entrar em foco quando uma epidemia de cegueira gato semelhante a RP atingiu a Austrália em 1975.2 Como resultado, nós agora sabemos que um nutriente criticamente essencial para a retina é a taurina. Os gatos estavam recebendo comida de cachorro que foi rotulado de comida de gato e que não continha taurina. A quantidade limitada de taurina típica da alimentação humana podem ficar indisponíveis se certas bactérias intestinais estão presentes. Dietas deficientes, bem como uma infecção bacteriana em tais membros de uma família pode fazer PR parece ser herdada. Aparentemente, estas bactérias causam os rins excretam taurina, de modo que a suplementação com taurina podem não fornecer o necessário taurina pelos olhos. Se a suplementação com taurina não está funcionando, o antibiótico específico para tratar esses patógenos bloqueio taurina é Neomicina

Perda de adaptação ao escuro é característico de retinite pigmentosa. Estudos têm demonstrado que a adaptação ao escuro é muito melhorada por mirtilos (bagas azuis europeus).

Em relação a degeneração macular, que também é considerada incurável, Newsome 'mostrou que a suplementação com zinco pode retardar, mas não impedir a perda da visão. O estudo de Michael Allen e usado nutrientes e zinco o mesmo que fez Newsome, mas também aplicados 200 microamperes de eletricidade ± 9 volts de onda quadrada, 10 ciclos / seg.) Para as pálpebras fechadas. Acuity melhorou ou estabilizou em 15 dos 25 pacientes com degeneração macular, monitorados por cinco anos. Praticamente todos os sujeitos de Newsome, placebo e grupos suplementados, perdeu a visão em seu estudo de dois anos, embora os indivíduos suplementados manteve boa acuidade mais tempo. Outros estudos têm mostrado que a aplicação de correntes elétricas fracas para o olho tem benefício positivo na degeneração macular e outros conditions.7 "Parece haver nenhum efeito adverso conhecido de usar microamperage corrente elétrica sobre os olhos. Nosso uso de 200 micro amperes, ± 9 volts a 10 ciclos por segundo em úmidos pálpebras doses, produz apenas uma sensação de luz bruxuleante.

Nutrientes (Ocuguard) podem parar a progressão da DMRI como mostra Richer. "" Cheraskin'2 mostrou que os antioxidantes são especialmente benéfico e que a melhoria da nutrição deve ser iniciado mais cedo na vida.

Retinite pigmentosa Estudo

Com isso em mente dois pacientes RP foram monitorados enquanto eles tomaram nutrientes diários e recebeu 200 microamperes alternadas ± 9 volts de eletricidade onda quadrada aplicado nas pálpebras durante visitas ao consultório mensais semanais e eu.

Paciente 1: Angela veio para um exame oftalmológico aos 15 anos, após a Clínica Mayo, a diagnosticou como tendo retinite pigmentosa e recomendou que ela aprender Braille. Dois outros oftalmologistas confirmou o diagnóstico e aconselhou que ela acabaria por ficar cego. Para seu primeiro exame, Angela teve que ser levado para o escritório. Sua acuidade foi: OD. 20/402, OS. 20/200 e os seus campos visuais foram menos de 150.

Angela reclamou falta de jeito em andar e vendo pontos flutuantes. Ela teve que desistir da banda do colégio por causa de sua incapacidade de ficar na fila. Depois de tomar suplementos nutricionais e tratamentos elétricos, a partir de Dezembro de 1992, Angela rapidamente (em cerca de um mês) tornou-se, em média, mocinha capaz de mover-se e comportar-se normalmente. Ela continuou os nutrientes e estimulação elétrica para o tempo presente. Agora ela está bem casado e tem dois filhos. Sua última verificação acuidade, 14 de dezembro de 1997, foi: OD. 20/20 e OS. 20/40. Sua visão periférica agora é razoavelmente normal, para além de 55 graus por um teste de tela tangente. Ela relata razoavelmente boa visão noturna, e ela tem uma carteira de motorista padrão. Ela relatou que sua visão agora está bem. Dados de exames de Angela estão resumidos Ela continua com as vitaminas múltiplas diárias mais minerais e 300 mg. de mirtilo. 750 mg de taurina Ela tinha no escritório tratamentos elétricos por três anos. Desde junho de 1995, tem um estimulador elétrico de 200 microampere em casa. Ela usa-lo em seus olhos duas vezes por dia.

Paciente 2:. Barbara, 37 anos, foi examinado em setembro de 1993 registros de quatro médicos diagnosticaram como tendo RP. Ela tinha vários, graves, defeitos do campo visual. Sua capacidade de conduzir e caminhar, especialmente à noite, foi prejudicada como foi a sua capacidade de ler e para continuar seu trabalho com a aprendizagem de crianças com deficiência. Informações sobre o exame de Barbara também são resumidos. Barbara agora dirige 75 milhas de suas visitas ao consultório. Ela não podia fazer isso antes. Seus campos visuais são muito melhorada. Em relação ao sucesso de seus quatro anos de suplementos nutricionais e de estimulação elétrica, ela disse: "Agora eu não tenho problemas em tudo." Desde junho de 1995, Barbara também tem um estimulador elétrico em casa, que ela usa em seus olhos sobre duas vezes por dia.

Para retinite pigmentosa temos encontrado um benefício significativo a partir de correntes elétricas fracas aplicadas aos olhos, e do uso de suplementos nutricionais diárias. Fizemos notáveis melhorias visuais e psicológicos em dois pacientes "incuráveis" retinite pigmentosa. Recomendamos que todos os pacientes com problemas de retina incluindo aqueles com retinite pigmentosa ser fornecidas, no mínimo, com suplementos nutricionais adequados e microampere estimulação elétrica.

1 Voaden MJ: Retinal Research. Pergarnon Press. 1991: 10:294.

2. Haves KC. et al: Science. 1975: I88: 949.

3. Bradford BW. Allen HW: Taurina em saúde e na doença. Volune 2. No. 6. EUA. Raum e Zert. 1991:17-23

4. Newsome DA. Swartz M. et al: Zinco Oral em degeneração macular. Arch Ophthal. 1988:106:192-198.

5. Michael. LD. Allen MI: Nutritional SuppIementation estimulação elétrica e degeneração macular relacionada à idade. J. Orthomol Med. 1993:8:168-171.

. 6 Allen, MJ: Tratar DMRI. Letter. Optom Vis Sci. 1994: 74:293.

7.Kurtz JL:. Os princípios e prática de fisioterapia ocular para optometristas, Am J Optomn pubi. 1930.

. 8 Wallace L: O tratamento de degeneração macular e outras doenças da retina usando terapia bioelectromagnetic, J Optom fototerapia. 1997; 3.

9. Rockland Corporation, 12320 E. Skelly Drive, Tulsa, OK 74128.

. 10 Richer, 5: "atrófica DMRI, uma doença sensível Nutrition Editorial Visitante, J Am Optomc Assoc, 1996; 67:. 6-10.

. 11 Richer, S: Estudo multicêntrico oftalmológica e nutricional relacionada com a idade degeneração macular, as partes 1 e 2 J Am Optomc Assoc de 1996:.. Vol. 67: 12-49.

12 Cheraskin E:. Antioxidantes na saúde e na doença. J Am Optomc Assoc, 1996; 67: 50-57.

os dados de exame.
Idade do paciente Data Olho Direito Olho Esquerdo Campos ambos os olhos
Angela 15 12/92 +1,50-2.00x180. 20/40.2 1,25-2.00x180. 20/200
Angela 20 12/97 +1,50-2.00x180. 20/20 1,25-2.00x180. 20/40 ~ ~
Barbara 37 09/93 +0,50 -1,00 x 78. 20/30 0,50 -1,00 x 90. 20/30
Barbara 41 12/97 0,00 -1,00 x 18. 20/20 0,00 -1,00 x 90. 20/20 Menos de ± 15 "
Teste motorista passou
Menos do que ± 20 "
Teste motorista passou
  
Nutritionals utilizados: Doutor Donsbach "C" Clear9
Três comprimidos contêm Valor% RDA EUA
Vitamina A (óleo de fígado de peixe) 9,375 IIJ 188
A vitamina D (óleo de fígado de peixe) 300 lii 75
Vitamina E (d-alfa-tocoferol) 150 UI 500
Vitamina C (Ácido Ascórbico / Cakium ascorbato) 750 mg 1250
A tiamina (vitamina B-i) 37,5 mg 2500
A riboflavina (vitamina B-2) 56 mg de 3295
Niacina 30mg 150
A vitamina B-6 (piridoxina) 56 mg de 2800
Ácido pantotênico (pantotenato d-cálcio) 37,5 mg 375
O cálcio (carbonato / citrato) 188 mg 20
Magnésio (Óxido) 93,5 mg 25
Selênio (quelado) 37,5 mcg
Zinco (gluconato) 28 mg 185
L-cisteína a 150 mg
L-Arginina 112,5 mg
Bioflavinoids 112,5 mg
L-glutamina 100 mg
Glicina 75 mg
Glutationa 15mg
Além disso, cada paciente e re'ceive
Tauri ne 750 mg
Boldo 350 mg

Fonte : http://www.altoonamedicalsupply.com/retinits%20pigmetosa.htm

terça-feira, 24 de maio de 2016

Após 40 anos, homem volta a ver com ajuda de olho biônico .

São Paulo – John Jameson, um residente do Texas, Estados Unidos, voltou a enxergar depois de 40 anos de cegueira. Isso aconteceu graças a um implante realizado em seu olho.

A tecnologia usada é uma retina artificial, chamada Argus II. De forma simples, a Argus II envolve um par de óculos especiais e uma camada de eletrodos que é fixada nos olhos do paciente. A tecnologia permite que alguns cegos voltem a ver padrões de luzes e algumas imagens. Apesar da melhor, a visão não é completamente restaurada.

De acordo com Jameson, desde a cirurgia, sua visão tem melhorado a cada dia, à medida que seu cérebro se adapta à nova tecnologia.

“Quando você é criança, acorda na manhã de Natal e vê a árvore cheia de luzes, presente e tudo mais. Isso é uma grande alegria. Agora, isso acontece comigo todos os dias, todo dia eu acordo e posso ver mais”, disse em entrevista ao Texas Standard. “Quando acordo, eu amo ficar vendo a natureza acordar também. É como um milagre.”

O implante Argus II foi criado pela empresa americana Second Sight. Uma câmera que fica acoplada ao par de óculos capta as imagens. O conteúdo é transformado em pulsos elétricos e enviado para o implante, usando uma conexão sem fio.

Os eletrodos estimulam as células que ainda sobrevivem no olho, que enviam informações para o cérebro—que as converte em imagem.

O procedimento foi regularizado pela FDA (Administração de Drogas e Alimentos, órgão federal dos Estados Unidos) em 2014 e vem sendo usado aos poucos por médicos americanos.

Para que um paciente possa receber o implante, existem algumas condições. É preciso ser maior de 25 anos, ter tido visão funcional em algum momento da vida e ter algum grau de cegueza grave, para que a melhora trazida pelo Argus II seja relevante.


Fonte:http://exame2.com.br/mobile/tecnologia/noticias/apos-40-anos-homem-volta-a-ver-com-ajuda-de-olho-bionico