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quarta-feira, 30 de março de 2016

Mulher com retinose pigmentar se prepara para ficar cega.


Ao descobrir doença hereditária, mulher se 'prepara' para ficar cega
Simone Sanches tem 35 anos, mora no Paraná,e é mãe de dois filhos.
Ela faz aulas em braile e aprende a se portar para quando perder a visão.
      

O diagnóstico de uma doença rara nos olhos da engenheira química Simone Sanches, de 35 anos, que mora em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, fez com que ela encarasse uma nova rotina – a de se "preparar" para a possibilidade de cegueira. A retinose pigmentar é uma doença hereditária, de acordo com os médicos, e não tem cura. O pai de Simone, Ademir Sanches, não enxerga há 15 anos por causa do mesmo problema.
"Eu achei que eu tivesse melhor, psicologicamente falando, mas quando você vê tudo acontecendo, você fala: nossa, eu não estava preparada!", desabafa a engenheira química. Com dois filhos gêmeos, ela teme o futuro. "O trato com eles eu já consegui me adaptar, mas é o futuro que me deixa insegura. Fico imaginando como eu vou conseguir ajudá-los no crescimento, no desenvolvimento (...). Essa é a minha preocupação", acrescenta.
Atualmente, Simone faz aulas semanais no Centro Municipal de Atendimento Especializado em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. No local, ela apreende a como se portar quando perder totalmente a visão. "Nós ofertamos trabalho através do braile, orientação e mobilidade, soroban, atividades de vida diária, atendimento pedagógico, e serviços que desenvolvam uma qualidade de vida melhor para os alunos", explica a diretora Andreia Liceski.
De acordo com os médicos, a doença de Simone se manifestou desde a infância - quando ela tinha dificuldade para enxergar durante a noite. Atualmente, tem apenas 20% da visão.
Para o pai, dói a sensação de saber que a filha passará pelas mesmas dificuldades, mas conforta o fato de ela não se deixar abater. "Passa aquele filme na cabeça da gente. Tudo que eu passei, ela vai passar. E não tem por onde escapar", diz.
Fonte:http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2016/03/ao-descobrir-doenca-hereditaria-mulher-se-prepara-para-ficar-cega.html

terça-feira, 22 de março de 2016

Uma mulher com Retinose pigmentar pode ser a primeira pessoa a recuperar sua visão com a ajuda de uma técnica que não envolve a utilização de dispositivos eletrônicos para substituir seus olhos defeituosos.



Uma mulher do Texas pode ser a primeira pessoa a recuperar sua visão com a ajuda de uma técnica que não envolve a utilização de dispositivos eletrônicos para substituir seus olhos defeituosos. No lugar disso, ela terá a chance de voltar a enxergar através de uma terapia que utiliza uma tecnologia chamada optogenética.
A terapia, como o nome indica, combina tratamentos de luz e genética; nesse caso, por exemplo, para criar células capazes de sentir a luz, algo ausente nos olhos da paciente. Segundo o artigo publicado pela Clinical Trials, tanto ela quanto outros candidatos à terapia atualmente em testes são vítimas de uma doença degenerativa chamada Retinitis Pigmentosa: vítimas dela possuem células sensíveis à luz que vão morrendo com o passar dos anos e, uma vez que são vitais para que alguém enxergue, deixam os pacientes totalmente cegos.
Para tal, a paciente teve um olho injetado com vírus carregando DNA de algas sensíveis à luz, que devem ativar as “células gangliônicas” do órgão. A ideia, com isso, é que essas células passem a ser sensíveis a luz e substituam a função dos cones e bastonetes de nossos olhos, enviando sinais elétricos em resposta à luz.
Caminhando a pequenos passos
É importante avisar, contudo, que a técnica não vai devolver a ela uma visão perfeita. No lugar disso, a equipe tem como objetivo devolver à paciente uma visão parcial para um olho que não possui qualquer percepção de luz. Segundo David Birch, um dos doutores envolvido na terapia, a paciente terá o suficiente para coisas pequenas, mas importantes para o dia a dia, como saber se há alguém no mesmo cômodo que ela ou poder atravessar a rua.
Outras limitação prevista pelos cientistas é a incapacidade do olho em se adaptar à iluminação do ambiente, resultante da retina não conseguir reagir à luz corretamente. Caso isso ocorra, a paciente pode ser obrigada a utilizar óculos que façam esses ajustes por ela.
Antes mesmo disso, os cientistas têm que descobrir se a tecnologia foi bem sucedida ou não em sua tarefa. O processo todo deve levar em torno de um ano, em que serão analisados efeitos colaterais – bem como se ela recuperou ao menos parte da visão ou não. Três novas doses da terapia também podem ser aplicadas ao longo desse período.
Com isso, resta esperar para ver os resultados. E vamos torcer que eles sejam muito melhores do que os esperados pelos cientistas.

Fonte:http://www.tecmundo.com.br/medicina/102637-mulher-texas-voltar-enxergar-ajuda-terapia-optogenetica.htm

segunda-feira, 21 de março de 2016

Pesquisadores descobrem forma de melhorar a nitidez da imagem para pessoas cegas com implantes de retina

Pesquisadores descobrem forma de melhorar a nitidez da imagem para pessoas cegas com implantes de retina

pulsos mais longos de corrente elétrica permitir que os doentes para ver pontos de luz focalizado

implantes de retina que proporcionam mais pulsos de corrente elétrica pode melhorar sensivelmente a nitidez da imagem para as pessoas que perderam a visão devido à retinite pigmentosa, de acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Olhos USC e USC Viterbi Escola de Engenharia.

implantes de retina permitiram que indivíduos cegos para detectar movimento e localizar objetos grandes. No entanto, porque os implantes podem inadvertidamente estimular axônios na retina, os pacientes às vezes vemos grandes formas retangulares de luz que reduzem a qualidade de sua visão. Para que os pacientes a ver com mais clareza, as imagens criadas pelo implante deve ser composto de pontos focais de luz.

tecnologia de implante atual estimula a retina com breves pulsos de corrente elétrica de aproximadamente 0,5 milissegundos (ms) de duração. Os investigadores encontraram que o aumento da duração dos impulsos de estímulo permite a visualização dos pontos focais distintas de luz.

"Este é um enorme passo em frente no sentido de ajudar a restaurar a visão para pessoas com retinite pigmentosa", disse Andrew Weitz, PhD, professor assistente de oftalmologia pesquisa.

"Ser capaz de criar pontos de luz focalizado é importante. Pense em cada ponto de luz como um pixel de uma imagem. Ao organizar muitos pontos de luz na forma de um objeto, podemos gerar imagens nítidas do objeto. Para aqueles de nós que usar óculos, imagine a diferença entre tentar ler um sinal de néon distante com e sem seus óculos. para as pessoas com implantes de retina, sendo capaz de ver mais claramente deve ter um grande impacto sobre a sua capacidade de reconhecer objetos e navegar seus ambientes. Estes melhorias na visão pode realmente aumentar a sensação de independência e confiança de uma pessoa ".

Os pesquisadores testaram várias durações de pulso de estímulo em um modelo animal e validado suas descobertas em um paciente com uma versão inicial do implante de retina Argus (Second Sight Medical Products, Inc.). Os resultados indicaram que mais longas durações de pulso permitiu a retina para ser estimulado mais precisamente. No modelo animal, todos os impulsos de 8 ms e axónios activados mais curtos, que obscureciam a capacidade de gerar um ponto focal de luz. pulsos de dezesseis milissegundo também estimulou axônios, mas em muito menor grau. Pulsos de 25 ms e mais longos não produziu nenhuma evidência de estimulação axonal, em vez disso resulta em pontos focais de luz.

"Nossas descobertas apoiar ainda mais que é possível para pacientes com RP para ver formulários usando visão artificial", disse James Weiland, PhD, professor de oftalmologia e engenharia biomédica. "Isto constitui um forte argumento para o desenvolvimento de implantes de retina de alta resolução."

Fonte :
http://www.rpfightingblindness.org.uk/newsevent.php?newseventid=467

sexta-feira, 11 de março de 2016

Incisão pioneira com células-tronco regenera olhos de crianças com catarata

Um procedimento pioneiro feito por médicos conseguiu restaurar, a partir de células-tronco, o olho de crianças vítimas de catarata na China.
Mais da metade dos casos de cegueira são causados por catarata, quando o cristalino - a lente natural existente no globo ocular - fica opaco.
Em geral, o tratamento de catarata consiste no implante de uma lente artificial.
Já o novo procedimento, descrito na revista especializada Nature, ativou células-tronco no olho para desenvolver uma nova lente.
Especialistas descreveram o tratamento como um dos maiores avanços na medicina regenerativa.
Tratamentos e complicações
Cerca de 20 milhões de pessoas no mundo todo perderam a visão devido à catarata. A doença é comum mais entre idosos, mas afeta algumas crianças desde o nascimento.
Os tratamentos tradicionais usam ultrassom para amolecer e quebrar a lente natural deficiente. Em seguida, ela é retirada do olho. Uma lente intraocular artificial é então implantada no olho, mas esse procedimento pode resultar em complicações, principalmente em crianças.
A nova técnica desenvolvida por cientistas da Universidade Sun Yat-sen, na China, e da Universidade da Califórnia em San Diego, Estados Unidos, remove a catarata da lente interna do olho através de uma incisão minúscula e deixa a superfície exterior, chamada de cápsula da lente, intacta.

A estrutura é então forrada com as células-tronco epiteliais, que geralmente reparam os danos.
A lente de células-tronco fica atrás da pupila e focaliza a luz na retina.
Segundo os cientistas, o novo procedimento foi feito em 12 crianças depois de testes feitos em coelhos e macacos terem sido bem-sucedidos.
Em oito meses, as lentes de células-tronco já chegavam ao tamanho normal.
"Esta é a primeira vez que uma lente completa foi regenerada. As crianças passaram pela cirurgia na China e continuam muito bem, com visão normal", disse Kang Zhang, um dos pesquisadores.
O procedimento também teve uma taxa de complicações muito menor.
Mas, de acordo com o Kang Zhang, são necessários mais testes antes que esse tratamento se transforme no padrão para tratar crianças com catarata.
Crianças e idosos
O procedimento foi testado em crianças pois suas células-tronco epiteliais da lente do olho são mais jovens e têm uma capacidade maior de regeneração do que as de idosos.
Mas a grande maioria dos casos de catarata acontece em idosos.
Zhang afirma que já começaram os testes em pacientes mais velhos e os primeiros resultados "parecem promissores".
Para Robin Ali, do Instituto de Oftalmologia da Universidade College London, mesmo ainda estando na fase de testes, o trabalho dos cientistas chineses e americanos é "formidável".
"Esta nova abordagem oferece uma perspectiva muito melhor de tratamento para a catarata pediátrica, porque resulta na regeneração de uma lente normal que cresce naturalmente", afirmou.

Para Ali pode ser mais difícil conseguir resultados parecidos em adultos, mas o impacto pode ser grande.
Getty
"Pode ser superior às lentes artificiais implantadas atualmente pois as lentes naturais podem permitir que a pessoa enxergue em distâncias diferentes de forma mais eficaz", afirmou.
"O estudo é uma das maiores conquistas no campo de medicina regenerativa até o momento. É o melhor da ciência", disse Dusko Ilic, palestrante em ciência de células-tronco no King's College de Londres.
Potencial
Kang Zhang acredita que usar células-troncos dos olhos tem um "grande potencial" para tratar uma grande variedade de doenças além da catarata, como degeneração macular e glaucoma.
Um outro estudo realizado pela Universidade de Osaka, no Japão, e pela Universidade de Cardiff, na Grã-Bretanha, usou células-tronco para produzir outros tecidos do olho.
Neste estudo os cientistas conseguiram produzir uma série de tecidos oculares incluindo os que fazem parte da córnea, conjuntiva, lente e retina.
"Nosso trabalho não apenas tem potencial para o desenvolvimento de células para tratamento de outras partes do olho, mas também pode estabelecer a base para testes humanos no futuro e transplantes (...) para restaurar a função visual", disse Andrew Quantock, um dos pesquisadores.


http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/03/160310_operacao_catarata_celula_tronco_fn.shtml?ocid=socialflow_twitter

quinta-feira, 10 de março de 2016

Homem com Retinose Pigmentar escreve terceiro filme.

Cineasta João Antunes, de 49 anos, segura câmera de filmagem em Brazlândia, no Distrito Federal (Foto: Jéssica Nascimento/G1)
A perda da visão não fez com que João Antunes, de 49 anos, desistisse do sonho de se tornar um cineasta. Cego desde os 30, o morador de Brazlândia se prepara para gravar o terceiro filme, intitulado "Cavaleiro da Esperança", uma sátira do cenário político brasileiro. O elenco do curta, que será representado por 25 atores da comunidade, deverá custar cerca de R$ 150 mil.
O cineasta utiliza a bengala de 1,30 metro para medir o "espaço". São os diretores e auxiliares da equipe que descrevem para Antunes o que vai ser gravado.
"Eu enxergo mais do que as pessoas que têm visão. A bengala é minha parceira, sabe? A uso para ter noção do posicionamento em cena dos atores. Fico sempre atento aos sons também."
A paixão pelo cinema, segundo Antunes, surgiu após assistir a novela "Irmãos Coragem", exibida pela TV Globo na década de 70. A experiência com o teatro brasiliense surgiu logo depois.
"Quando pisei pela primeira vez em um palco senti meu coração acelerar, o sangue esquentar. Realmente senti que era aquilo que eu queria", disse.
Aos 15 anos, o cineasta começou a perder a visão. Ele conta que se machucava quando andava de bicicleta, por exemplo, ou até mesmo nas atividades do cotidiano. "Eu estava tranquilo, quando de repente eu não enxergava mais nada. Parecia que tinha apagado a luz. Depois voltava normalmente. Até quebrei meu braço assim", conta.
Após diversos acidentes, o cineasta decidiu ir ao médico. Com alguns exames, foi detectada uma retinose pigmentar, doença hereditária. "O doutor disse que só conhecia quatro casos no Brasil. Fui perdendo a visão de pouquinho em pouquinho. Aos 30, fiquei completamente cego."
"A cegueira me fez enxergar. Hoje, sou uma pessoa melhor, mais paciente, feliz e confiante. O país precisa de mais incentivo na cultura. Mesmo sem apoio, não vou desistir. Já ouvi que cinema é coisa de quem vê. Tudo mentira. Cinema é coisa de gente apaixonada, gente que respira e ama a arte"
João Antunes, cineasta
O morador de Brazlândia diz que a lua foi a última imagem que viu. Com a cegueira, veio a depressão, que durou quase um ano. Nesse período, ele não tomava banho, não penteava o cabelo e nem se alimentava direito. "Engordei 20 kg, fumava demais. Só saía de casa para comprar cigarro", lembra.
A aceitação da deficiência veio com um acidente inusitado. Antunes estava caminhando sozinho e sem bengala  quando bateu a cabeça em um poste. "Eu me recusava a usar bengala e não queria ajuda de ninguém. Quando bati no poste, pensei que era até uma pessoa, pedi desculpa. Só depois me deparei com o sangue escorrendo. A partir daquele dia, eu mudei."
O cineasta aprendeu Braile, entrou na escola de cegos da 612 Sul e começou a usar um computador adaptado, criado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. A máquina, que "conversa" com o usuário, foi utilizada para desenvolver os média-metragens
Roteiro
Os roteiros dos filmes duram em torno de uma semana para serem escritos."Viro a noite escrevendo. Sou muito detalhista, sabe?", diz. Os atores do atual filme, que tem entre 3 e 63 anos, são moradores de Brazlândia e Ceilândia. Eles participam das gravações gratuitamente, tudo em nome da diversão.
Estudante, Mateus Moura, de 17 anos, é ator e diretor do curta "Cavaleiro da Esperança". A inspiração do roteiro surgiu após um trabalho escolar. "Precisávamos fazer um filme e pedi ajuda para o João. Após a apresentação, ele foi adequando o curta e ficou perfeito. As histórias que ele cria são geniais. O jeito que ele conversa, age. Até esqueço que ele é cego."
O atual filme "Cavaleiro da Esperança" é uma sátira que brinca com o cenário político brasileiro. Personagens como Zika do Chef, Chechéu Temer e Meliante Cunha fazem parte da história. O enredo gira em torno do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.


"Juntamos artesãos, donas de casa, comerciantes. Nosso elenco é vasto, gente comum, que não tem muita experiência com teatro. Infelizmente, não temos verba e estamos pedindo ajuda para a comunidade e empresários. São R$ 150 mil necessários para a realização do filme", diz Nádia Castro, de 54 anos, atriz e esposa de Antunes.
Ainda não há definição sobre data de início das gravações do filme. Porém, o grupo está animado e ensaia as cenas todos os finais de semanas. Rígido, Antunes participa de todos e pede o máximo de esforço dos atores (veja vídeo acima).
"A cegueira me fez enxergar. Hoje, sou uma pessoa melhor, mais paciente, feliz e confiante. O país precisa de mais incentivo na cultura. Mesmo sem apoio, não vou desistir. Já ouvi que cinema é coisa de quem vê. Tudo mentira. Cinema é coisa de gente apaixonada, gente que respira e ama a arte", diz o cineasta.

Fonte:http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2016/02/cego-cineasta-do-df-escreve-terceiro-filme-comunidade-faz-parte-do-elenco.html

terça-feira, 1 de março de 2016

'Olho biônico' devolve a visão a pessoas com RP.

'Olho biônico' devolveu a vista - um dos primeiros pacientes a implante de retina julgamento
AMANDA BRADBURY fala com um dos primeiros pacientes no mundo a julgamento de um procedimento de implante de retina de ponta, que poderia oferecer uma "cura" para a cegueira.

Keith Hayman

Keith perdeu a visão aos 31 anos de idade

Keith Hayman perdeu a visão na idade de 31. O pai de dois a partir Fleetwood, Lancashire, vinha lutando com a sua visão desde os seus 20 e poucos anos, mas quando ele não podia mais ler as escalas na loja onde trabalhou como açougueiro, ele finalmente procurou ajuda médica.

Keith, agora 67, foi diagnosticado com a doença ocular pigmentosa retinite (RP) e disse que não havia nenhum tratamento ou cura.

"Eu não estava chocado como eu acho que eu já sabia no meu coração", diz Keith, cujo irmão mais velho David já tinha a condição.

"A coisa piorou muito rapidamente e eu tive que desistir do trabalho. Eu estava deprimido sobre isso por algum tempo - até mesmo os melhores especialistas olho do mundo não podia fazer nada sobre isso. Minha visão ficou então tudo que eu podia ver, mesmo durante o dia, era formas sombrias. Então - e é difícil apontar exatamente quando - Eu perdi toda a visão. Eu tenho meus olhos abertos, mas era como se estava escuro ".

Keith pode obter em torno de si mesmo muito melhor agora
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RP é uma doença hereditária que afecta 10.000 pessoas no Reino Unido. É gradualmente destrói as células da retina, a camada sensível à luz na parte posterior do olho. Mas a vida de Keith mudou dramaticamente seis anos atrás, quando ele ouviu falar sobre um lugar julgamento tomando inovador no Hospital Eye Manchester Real executado pelo consultor oftalmologista Professor Paulo Stanga.

Depois de ser aceito para o julgamento, Keith, que é casado com Sandra, 66, e que tem dois filhos - Alun, 43, e Karen, 41 - Tornou-se um dos primeiros pacientes no mundo a ter um minúsculo microchip implantado dentro de um dos seus olhos para restaurar sua visão.

Posso ver onde meu copo está agora, então eu não bata sobre bebidas como eu sempre costumava fazer

Keith Hayman

O implante, chamado de Argus II, funciona através da conversão de imagens de vídeo captadas por uma câmera digital miniatura de óculos especialmente concebidos para uma série de pequenos pulsos elétricos. Estes são enviados sem fios a eléctrodos em um pequeno chip, menor e mais fino do que uma pequena unha, implantado na superfície da retina.

Ao longo dos meses e anos seguintes, o cérebro aprende a interpretar esses pulsos que criam padrões de luz como imagens visuais no cérebro. Há também uma caixa processador de computador, com o tamanho de um telefone móvel, o qual está ligado por um fio para os vidros e usada para ligar e desligar.

Agora, os médicos por trás da tecnologia dizem que o julgamento se mostrou tão bem sucedida que eles esperam que em breve será lançada em todo o país, financiado pelo NHS. A equipe também está avaliando se o mesmo microchip pode ser usado para ajudar as pessoas com degeneração macular relacionada à idade (AMD), a causa mais comum de perda de visão que afeta 500.000 pessoas na Grã-Bretanha.

Quatro pacientes AMD são atualmente experimentação do implante. Keith, que diz que se sentiu "animado e sorte" de ser dada a oportunidade de recuperar alguma visão, achei levou duas semanas após a operação de quatro horas antes de notar qualquer alteração.

"Eu fui a uma festa da fogueira à noite com os meus netos", diz ele.

"Quando eles soltaram os fogos de artifício que eu podia ver as luzes piscando e grandes fogos de artifício saindo no céu à noite. Foi a primeira coisa que eu tinha visto há anos. Era um mundo novo e foi maravilhoso. Eu derramei algumas lágrimas naquele dia ".

O que Keith realmente "vê" é uma série de flashes e com o tempo aprendeu a discernir o que as formas em frente dele são.

"É um pouco como lotes de relâmpagos momentaneamente revelando os contornos e formas", explica ele.

"Ao longo dos anos ele tem melhor como os ajustes foram feitos para os meus óculos e câmera, e eles melhoraram o computador. Meu cérebro também se tornou melhor em trabalhar fora o que acende e formas são. "

O objetivo do estudo foi não só para verificar se a tecnologia seria realmente funcionar, mas como isto iria ser tolerada dentro do olho. Isso significava que os avanços foram feitos os óculos especiais de câmera pode ser modificada ou atualizado.

Keith Hayman
PH
Keith Hayman diz que a tecnologia tem feito um grande impacto sobre sua vida

Keith teve vários ajustes e atualizações desde sua operação original, cada vez melhorar o que ele pode ver. "Eu ainda não consigo ler ou ver os rostos, mas eu posso ver qualquer objeto sólido que contrasta com o fundo.

"Por exemplo, eu poderia dizer se era uma pessoa ou um cão andar em um quarto, mas pode não saber quem é essa pessoa era no início. Normalmente, tem de haver um contraste de cor, tal como um carro branco em uma rua escura, para torná-lo mais fácil de fazer para fora ".

Ele acrescenta: "Eu posso conseguir em torno da cozinha por mim agora. Vejo placas nas mesas e copos nas mesas e posso mesmo dizer uma faca de um garfo. Posso ver onde meu copo está agora, então eu não bata sobre bebidas como eu sempre costumava fazer. "

Ele diz que o implante Argus II teve um enorme impacto sobre a sua qualidade de vida.

"Ter este implante é como a diferença entre sentado no escuro e ter a luz acesa para mim. Porque eu posso reconhecer que há pessoas ao meu redor, eu posso falar com eles - antes eu estava totalmente isolado. É realmente abriu o meu mundo novamente. "

A equipe do professor Stanga está trabalhando para adicionar software de reconhecimento facial para o computador para que Keith seria capaz de reconhecer sua esposa em uma sala lotada.

Eles também estão trabalhando no mesmo sendo capaz de identificar cores.

"Este é um tratamento verdadeiramente quebra-terreno para pacientes cegos que tomou 20 anos de pesquisa que custa £ 200 milhões", diz o professor Stanga.

Olho
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Espera-se que uma tecnologia como esta poderia ajudar a cegueira 'cura'

"Graças aos pacientes, tais como Keith, o sistema Argus II está fora de sua fase experimental e agora é comercializado e disponível para pacientes com RP".

Até à data, apenas 10 britânicos, de um total de 180 pacientes em todo o mundo tiveram o procedimento. A cirurgia, disponível em Manchester Eye Hospital Real e Moorfields Eye Hospital, em Londres, custa cerca de £ 100.000, incluindo a reabilitação de longo prazo, e é paga por serviços de saúde na Alemanha, Itália, França e EUA, entre outros.

"Esperamos que o NHS seguirão em breve outros governos europeus em realizar o que é um enorme impulso que pode ser para pessoas com RP", acrescenta Professor Stanga.

Mas para Keith, que tem cinco netos, Kyle, 22, Katy, 21, Keeley, 11, Chloe, 10, e seis anos de idade, Callum, o maior benefício foi saber que as gerações futuras poderiam se beneficiar da tecnologia.

"Nenhum de a geração mais jovem na minha família tem RP - mas é uma possibilidade, como é uma condição hereditária", diz ele.

"Isso significa tudo para mim saber que eles não vão ter de viver uma vida totalmente cego como eu fiz por muitos anos. É uma invenção absolutamente maravilhoso. "

Para obter detalhes sobre o julgamento Manchester do sistema Argus II em DMRI seca avançada, chamada Danielle Ridyard, ensaio clínico coordenador, MVR Lab no Manchester Royal Hospital 

Fonte :
http://www.express.co.uk/life-style/health/644400/Bionic-eye-sight-first-patients-trial-retina-implant