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sexta-feira, 26 de junho de 2015

lançamento do livro Retinose - Entre a Luz e a Escuridão.



Na noite da próxima sexta-feira 12/06/2015, o Cine Ana recebeuo lançamento do livro Retinose - Entre a Luz e a Escuridão, do escritor ibicaraiense Rosevaldo Oliveira Menezes. O livro carrega o selo Caminhos, da editora Via Litterarum.
Apesar de ter nascido em Almadina, Rosevaldo, ou simplesmente Calango – apelido que adquiriu na infância, jogando bola – se considera cidadão ibicaraiense. É aqui, em Ibicaraí, que ele reside e pretende permanecer até o chamado para o plano superior. Nascido em Almadina, mas criado, crescido, vivido, casado e pai de três filhos, Rosevaldo, que é o terceiro entre oito irmãos, é filho de Raimundo Moraes Menezes (in memoriam) e Marieta Costa de Oliveira. Calango, como gosta de ser chamado e é conhecido por todos, começou cedo a rabiscar e publicar seus textos. Seu primeiro trabalho literário surgiu em 1977, com O Canudo. Em 1984 lançou o livro de poesias Caminhando e fez parte da primeira Antologia dos Poetas Ibicaraienses, ainda no mesmo ano.
O autor faz de tudo um pouco, pois já foi funcionário público, comerciante e pequeno empresário, a verdadeira paixão sempre foi a leitura e a escrita de uma forma escrachada e bem humorada. Calango só não contava pra ninguém o problema que sempre o acompanhou desde os nove anos e o segue pela ‘estrada da vida’: a Retinose Pigmentar. Doença pouco conhecida que de forma gradativa vai roubando, no sentido literal da palavra, o campo de visão da pessoa.

O que para muitos seria o fim, para Calango foi o começo de uma nova vida, cheia de limitações visuais, mas rica no sentido de aproveitar uma simples claridade ou um belo pôr ou nascer do sol. O problema é sério, e consome a cada ano a visão desse homem simples nas atitudes diárias e grandioso no atual projeto de vida, que visa informar e difundir esse problema que ainda não tem solução ou cura e já consumiu mais de 90% da sua visão.
Calango resolveu contar a história de sua vida de uma forma alegre, transformando momentos (que tinham o roteiro para drama ou tragédia) em passagens hilariantes e ao mesmo tempo falando dessa doença pouco conhecida e que é retratada nesse livro de 152 páginas.

Fonte:http://www.agora-online.com.br/cultura/cultura/8911-escritor-ibicaraiense-lan%C3%A7a-livro-pela-editora-via-litterarum

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Jovem faz campanha online para financiar exame de retinose pigmentar.

Quando Priscila Azevedo Bernardi tinha três anos e deixava algo cair no chão, dificilmente conseguia pegar de volta. Ao assistir à televisão, tinha que quase fechar os olhos e esbarrava com frequência em pequenos obstáculos. Os sintomas da perda do campo de visão se transformaram em diagnóstico aos sete anos: retinose pigmentar, doença hereditária que causa a degeneração da retina e que faz com que gradualmente a pessoa perca a visão.

Sem tratamento para a doença, a esperança da jovem de Joaçaba, hoje com 22 anos, é o mapeamento genético, que custa R$ 11 mil. Priscila espera arrecadar o dinheiro através de financiamento coletivo. Com a campanha, que começou no dia 25 de maio no site Vaquinha, ela já conseguir mais de R$ 2,6 mil. 

— Quero descobrir qual dos meus genes é o responsável pelo meu tipo de retinose. Descobrindo, pode ser que já haja um tratamento experimental em curso para esse gene, e aí eu poderia ser uma das cobaias — explica.


Atualmente, ela tem 5% de visão no olho direito e 40%, no esquerdo. Para driblar, ou pelo menos estabilizar o quadro, Priscila aposta em alimentação saudável, prática de exercícios e controle emocional.

Ayrton Ramos, presidente da Sociedade Catarinense de Oftalmologia e especialista em retina e vítreo, afirma que os primeiros sintomas costumam ser diminuição da visão, principalmente noturna, e do campo de visão. 

— Um exame oftalmológico do fundo de olho já detecta a doença, pois há presença de pigmentos na retina.

Ramos destaca que em muitos casos o que causa a cegueira são as complicações, como catarata, glaucoma, deslocamento da retina. 

— Isso é evitável, porém as pessoas recebem diagnóstico e esquecem de fazer controle.

A perda de visão é gradual e, segundo o especialista, leva em torno de 20 a 30 anos para chegar à cegueira completa.

Um dos avanços para os que que já não podem enxergar devido à doença é um chip instalado na retina e que se comunica, via wireless, com uma câmera fixada no óculos. Assim, a pessoa recupera a capacidade de ver vultos e diferenciar formas. O tratamento, por enquanto, só está disponível nos Estados Unidos e custa em torno de US$ 100 mil.


Fonte:http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2015/06/jovem-de-joacaba-faz-campanha-online-para-financiar-exame-de-retinose-pigmentar-4777673.html

terça-feira, 23 de junho de 2015

Cientistas podem encontrar a cura para a cegueira, revertendo a deterioração das células da retina

 

Milhões de pessoas são afetadas pela cegueira hereditária, uma doença que  provoca a perda de visão ao longo da vida. 

 Agora, os cientistas dizem ter encontrado uma maneira de reverter esta  deterioração. Eles já conseguiram restaurar, parcialmente, a visão de ratos, em  laboratório. A descoberta poderia ajudar a restaurar este problema de visão, que  atinge uma a cada 300 pessoas.
 A pesquisa foi realizada por cientistas da Universidade de Berna, na Suíça, e da  Universidade de Goettingen, na Alemanha.
 O tratamento é focado em algo conhecido como cegueira degenerativa progressiva,  que fazem com que células sensíveis à luz, presentes nos olhos, sofram  degradação. A pesquisa poderia ajudar pessoas que sofrem de uma série de  condições, incluindo retinose pigmentar, degeneração macular e retinopatia  diabética.
 Usando um processo conhecido como optogenética - que envolve o uso de luz para  controlar os neurônios - os cientistas foram capazes de restaurar as capacidades  de visão dessas células. Eles fizeram isso através da introdução celular de  proteínas sensíveis à luz, chamadas Opto-mGluR6, que sobrevivem na retina, mesmo  quando elas degradam.
No experimento, os ratos acometidos pela cegueira degenerativa progressiva, que  já eram incapazes de enxergar, tiveram sua visão restaurada à luz do dia. A  equipe acredita que é possível que os mesmos resultados sejam replicados em  seres humanos.
 As novas proteínas são introduzidas no olho para transformar as células velhas  em fotorreceptoras, o que lhes permite processar a luz incidente. Usando vias de  sinalização existentes, eles foram capazes de ativar o córtex visual do cérebro  para analisar sinais visuais.
 Antes do tratamento, ratos cegos foram incapazes de encontrar uma plataforma, ao  serem submersos em água. Após o tratamento, eles conseguiram nadar, diretamente  ao local, sem dificuldade, alguma. 
 "A nova terapia pode, potencialmente, restaurar a visão em pacientes que  sofrem de qualquer tipo de degeneração de fotorreceptores", disse Sonja  Kleinlogel, da Universidade de Bern, coautora do estudo. 
 “Isso poderia ajudar aqueles que sofrem de formas graves de degeneração  macular relacionadas à idade, uma doença muito comum que afeta, até certo ponto,  cerca de uma em cada 10 pessoas com mais de 65 anos”, completou. 

Fonte: jornalciencia.com