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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Pesquisa interessante.

Pesquisadores da Universidade de Stanford desenvolveu um implante wireless que pode dar a pacientes com degeneração de retina um pouco de sua visão de volta. O dispositivo é posicionado atrás da retina, a parte do olho que contém as células fotorreceptoras que respondem à luz do mundo, desencadeando impulsos elétricos em outras células. Os impulsos são parte de uma reação em cadeia que envia dados do nervo óptico até ao cérebro. Em algumas doenças da retina, as células fotorreceptoras morrem, mas as células restantes não estão danificadas. As próteses visuais serviriam para esses casos, Diferentes próteses visuais células alvo diferentes dentro deste sistema para a estimulação elétrica. 

O PRISMA utiliza o mesmo sinal de luz para transmitir a imagem do mundo exterior e para alimentar o chip implantado. A versão mais avançada do dispositivo tem 70 mícrons de pixels, cada um dos quais inclui fotodiodos e um eletrodo de estimulação. "Nós não podemos usar a luz ambiente para alimentar estes dispositivos porque ela não é forte o suficiente, por isso usamos a luz infravermelha de alta potência”, conta Henri Lorach, da Universidade de Stanford.

Testes 

Adaptado aos seres humanos, o dispositivo usaria óculos que contenham uma câmera de gravação. Um pequeno processador integrado no sistema é capaz de converter a gravação em uma imagem infravermelha, que será enviada através de feixes ao olho. A partir daí o chip recebe o padrão e estimula as células. Testes em ratos realizados pela empresa francesa Pixium Vision, responsável pela comercialização da tecnologia, mostraram que o cérebro responde à estimulação artificial da mesma maneira que à estimulação de luz natural.

A equipe também obteve excelentes resultados tratando de acuidade visual. Os roedores atingiram um nível de visão 20/250, o que significa que eles seriam capazes de ler as letras maiores em um cartaz de oftalmologista.

Para o futuro a ideia é chegar a 20/120, o que estaria abaixo do índice que determina a cegueira nos Estados Unidos. A companhia afirma que os testes clínicos devem começar a partir do ano que vem na Europa.

Via Olhar Digital

segunda-feira, 20 de abril de 2015

UFG próxima de cura para cegueira

Tratamento à base de células-tronco deverá ser realizado em humanos dentro de quatro meses

Um projeto que antes parecia um anúncio miraculoso, hoje cria forma. Pesquisadoras do Centro de Referência de Oftalmologia (Cerof) da Universidade Federal de Goiás (UFG), juntamente com a Universidade de Harvard, desenvolveram um tratamento que pode curar a cegueira.
O desafio é a obtenção de uma célula que se desenvolva dentro do olho e faça a reparação dos tecidos lesados. “Para recuperar a visão é feita uma microcirurgia para implantar células-tronco embaixo da retina degenerada. Depois de implantada, esse tipo célula consegue se proliferar e fazer uma espécie de simbiose com aquelas que estão danificadas. A partir daí se cria um novo conjunto de células que faz com que a pessoa volte a enxergar”, explica o pesquisador e professor titular de oftalmologia da UFG, Marcos Ávila. “É um avanço para a medicina. Convivemos diariamente com pacientes que sofrem desse mal e como ser humano fico muito contente de poder contribuir para esse processo”, completa.
O estudo começou em 2011 a pedido da Shepens Eye Research Institute, que integra a Universidade de Harvard em Boston, nos Estados Unidos. Os cientistas queriam testes em um lugar com clima tropical e escolheram a UFG para desenvolver a parceria. Os testes foram efetuados primeiramente em animais. “Fizemos o procedimento em porcos. Os olhos foram analisados em microscópios de alta resolução em vários métodos e o resultado é bastante animador”, conta Àvila.
Tão animador que o estudo foi levado para o Food and Drug Administration (FDA), uma espécie de Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) dos EUA. A UFG espera agora o aval da FDA para realizar um outro projeto de pesquisa, mas agora em humanos. “Esperamos que essa autorização ocorra nos próximos quatro meses”, relata o pesquisador.
No entanto, o pesquisador da UFG Marcos Ávila acredita que o processo de cura para alguns tipos de cegueira pode demorar um pouco mais. “Acreditamos que nas doenças hereditárias a aceitação será mais rápida, mas em um patamar pouco acima das demais”, pontua.
Tipos de cegueira
Dois tipos de cegueira poderão ser beneficiados pelo tratamento.
A primeira é aquela causada por doenças hereditárias, quando as pessoas nascem com o gene da cegueira. Em 2012 cientistas dos Estados Unidos conseguiram identificar o gene que pode levar à cegueira definitiva.
Outro tipo comum da cegueira, denominada degeneração macular, relacionada à idade, também será o alvo do estudo

Fonte:http://www.opopular.com.br/editorias/cidades/ufg-pr%C3%B3xima-de-cura-para-cegueira-1.826193

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Universidade federal de Goiás avança em pesquisa com Harvard, na busca da cura da Retinose Pigmentar.

A cura da cegueira é o objetivo da pesquisa. O desafio é a obtenção de célula que cresça, dentro do olho, e faça a reparação de tecidos lesados e que originaram a perda da visão. Em entrevista para Desafios da Saúde, o médico Marcos Ávila fala sobre a pesquisa, feita conjuntamente com a Universidade de Harvard, e os progressos alcançados. (Por Rubens Santos)
Desafios – O objetivo da pesquisa visa restabelecer a visão?
Marcos Ávila – Lá no final, quando reunirmos todos os dados e conclusões, esperamos ter em mãos uma célula que possa crescer dentro do olho e formar tecidos novos que vão reparar tecidos lesados. Esses tecidos lesados fazem com que a pessoa tenha perda da visão. Então, se nós reparamos o tecido, em última palavra, nós queremos que a pessoa recupere a visão. Esse é o objetivo de tudo, do esforço das nossas pesquisas.
Desafios – Quando foram iniciadas as pesquisas em Goiás?
Marcos Ávila – O desenvolvimento dessa pesquisa, da parte básica da pesquisa, que nós chamamos de bancada, foi feito há cerca de 10 anos, pelos cientistas da Universidade de Harvard. Nós estamos entrando no projeto já com a toda a parte de Ciências Básicas, a de desenvolvimento de células, e dos seus processos físicos, químicos e biológicos.
Não participamos de nada disso. Nós estamos participando da parte mecânica, de implantação de um tecido que foi desenvolvido pelos laboratórios de Harvard. Nós participamos da parte de implantação técnica da célula, a desenvolver a melhor tecnologia cirúrgica para implantação da célula dentro do olho.
Trata-se da parte mais simples. Porque a mais complexa, de desenvolvimento da parte molecular de células, e que é a tecnologia de ponta, foi desenvolvida na Universidade de Harvard, sediada em Boston, no Estado de Massachussetts (EUA).
Desafios – Como acontece a integração das duas equipes?
Marcos Ávila - É simples. Por e-mail, teleconferências e reuniões presenciais que acontecem de uma a duas vezes/ano. Este ano já nos reunimos. Sou membro da Sociedade Americana de Oftalmologia e da Sociedade Americana de Retina. Então, estou sempre nos Estados Unidos para esses congressos.
Desafios – O fato de ter sido aluno de Harvard ajudou no processo?
Marcos Ávila - O fato de ter estado lá não deixa de ser um fator que agrega. Mas, o principal fator é que eles viram aqui, na Universidade Federal de Goiás (UFG), condições técnicas para oferecer suporte que precisavam para o desenvolvimento das pesquisas.
Desafios – Na verdade, trata-se de um projeto ambicioso, grandioso?
Marcos Ávila - Sou suspeito para falar. Mas, o fato de estarmos implantando essa tecnologia de pesquisa aqui, para nós, é extremamente importante, de fato é um trabalho grandioso mesmo.
Nao é curioso, em pleno bioma cerrado, que não é reconhecido como um dos centros de referência em pesquisas de ponta, tocar um projeto de primeira grandeza?
De fato, mas estamos crescendo, a cada dia mais. Em Goiás, e dentro da Universidade Federal de Goiás (UFG), há vários centros de pesquisas de excelência. Em farmacologia, odontologia e em várias subespecialidades da medicina há um conceito de desenvolvimento tecnológico, que está sedimentado.
Desafios – Ao longo dos anos, o senhor desenvolveu tecnologias com o emprego de laser, radiação e cirurgias visando a cura oftalmológica. A nova linha de pesquisa simboliza o desafio de voltar a enxergar para garantir a qualidade de vida?
Marcos Ávila – As nossas linhas de pesquisas são bem estabelecidas. As pesquisas com células-tronco envolve as doenças da retina, da córnea. Outros professores do Cerof (Centro de Referência em Oftalmologia da UFG) caminham com ela, enquanto outros professores desenvolvem linhas de pesquisa para o glaucoma, por exemplo. Nós estamos trabalhando, com afinco, em várias linhas de pesquisas.
Mas, não somos os únicos. No Brasil, há vários grupos de pesquisa. Em Estados como o Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e em Belo Horizonte (MG) há equipes também pesquisando diuturnamente. A nossa equipe não é a única, de maneira nenhuma. Existem vários centros de pesquisa. E, assim como as demais equipes, estamos tentando fazer um trabalho que seja reconhecido.
Projeto visa resultados para até 2016
Estimativas indicam que após aprovação das autoridades regulatórias da área de saúde, a pesquisa poderá ser testada, nos próximos dois anos, em seres humanos.
Desafios – Em curto prazo, nos próximos dois a três anos, quais são as expectativas de resultados a serem alcançados pelas pesquisas?
Marcos Ávila - As autoridades regulatórias da área de saúde devem aprovar os conceitos e os dados e os resultados. Uma vez isso aprovado em animais, passa-se para a segunda etapa, que é o teste em seres humanos. A gente espera que seja em 2016, mas não é uma data absoluta. Achamos que seja 2016. É possível, mas não certeza absoluta.
Desafios – A pesquisa está focada em células-tronco cuja origem são os fetos humanos?
Marcos Ávila - A origem é de fetos humanos. O cientista tira celúlas de um olho de bebê que não chegou a nascer (natimorto). Essas células são isoladas e depois multiplicadas para que possam ser utilizadas.
Desafios – Porém, o objetivo é restabelecer a visão?
Marcos Avila - Lá no final, quando nós tivermos todos os dados, e as conclusões, esperamos ter uma célula dentro do olho e formar tecidos novos, para a reparação de tecidos lesados. Esses tecidos lesados fazem com que a pessoa tenha perda da visão. Se repararmos os tecidos, em última palavra queremos que a pessoa recupere a visão. Essa é a razão desse esforço todo.
Células-tronco nas doenças da retina: a experiência brasileira
“Ainda neste século, as doenças retinianas se apresentam entre as principais causas de cegueira, atingindo milhares de pessoas, desde recém-nascidos até idosos.
É grande o custo econômico e social, é intensa a perda da qualidade de vida e é imensurável o sofrimento humano das pessoas privadas da visão pela cegueira irreversível advinda das doenças retinianas.
Justificam-se, portanto, as muitas frentes de trabalho empreendidas em todo o mundo no combate à cegueira. Destaca-se a busca da visão através de componentes eletrônicos e da regeneração da retina lesada através de reestruturação biológica, principalmente com o uso de células-tronco.
A Universidade Federal de Goiás se insere no contexto dessa busca há cerca de 17 anos, quando firmou convênio, para intercâmbio de pós-graduandos, com o Schepens Eye Research Institute (parte da Universidade de Harvard), em Boston (EUA).
Mais recentemente vem desenvolvendo programas de avaliação em animais de células-tronco. Denominada “célula progenitora retiniana”, esta célula-tronco é derivada da retina de fetos humanos de aproximadamente 16 a 20 semanas intrauterinas. Isolada, inicialmente, por um grupo de pesquisadores do Schepens EyeResearchInstitute – Harvard Medical School, vem sendo estudada por vários cientistas no mundo todo.
Liderado por Michael Young, do Schepens Eye Research Institute, em parceria com a empresa inglesa ReNeuron Corporation, um grupo de pesquisadores vem desenvolvendo várias pesquisas com a célula progenitora retiniana, tendo como objetivo final a criação de uma nova terapia para doenças da retina, hoje incuráveis. Através da otimização de culturas celulares in vitro, hoje é possível derivar cerca de 900.000 transplantes de um único doador (feto), o que torna a terapia celular perfeitamente viável.
No processo de viabilização e aceleração da importante etapa no desenvolvimento da terapia com células-tronco, visando um tratamento seguro para humanos, foi feita uma grande parceria entre o Schepens Eye Research Institute, HMS, ReNeuron e a Universidade Federal de Goiás.
Capacitando-se para o desempenho da tarefa, com a eficiência e a qualidade necessárias, a UFG investiu em laboratórios, biotérios especializados, centro cirúrgico experimental,equipe médica e equipe de veterinários especializados.
Sua participação incide, sobretudo, sobre a avaliação e o aprimoramento da técnica cirúrgica específica para o transplante, utilizando via de acesso intraocular (através da técnica de vitrectomia via pars-plana); sobre a avaliação do papel da imunossupressão no transplante, as possíveis doses a serem utilizadas e a segurança na utilização das células-tronco. Nessa etapa, foram utilizados porcos como animal hospedeiro das células investigadas.
Os resultados obtidos nos estudos realizados na UFG devem ser avaliados pelas autoridades regulatórias (FDA americano e EMA europeu), para posterior liberação para estudos em humanos.
A participação da UFG nesta pesquisa desencadeou importante avanço científico, que não ficou restrito à ampla e bem montada estrutura física e de laboratórios para a universidade, ampliando-se para a formação de equipes multiprofissionais e para a sedimentação da experiência adquirida no fazer diário, nas relações interinstitucionais e na participação em projetos coletivos de âmbito internacional.
A atuação no ramo da medicina regenerativa, utilizando tecnologia de ponta, reforçou ainda o reconhecimento da Universidade e do Estado diante da comunidade científica.
Estudos pré-clínicos mostraram o grande potencial de regeneração retiniana, inclusive com diferenciação em células bipolares e fotorreceptores.
Como ainda hoje não se dispõe de tratamento para várias doenças retinianas, como DMRI seca, Retinose Pigmentar e outras, os achados dessa pesquisa apontam para uma luz no final do túnel, onde uma nova terapia pode contribuir para o tratamento de tais doenças no mundo. Tal expectativa move o trabalho da equipe, que busca melhorar a qualidade de vida da população.
Marcos Ávila


Fonte:http://www.diariodeaparecida.jor.br/ufg-avanca-em-pesquisa-com-harvard/

sábado, 11 de abril de 2015

Ensaio clínico de retinite pigmentosa e melatonina



Ensaio clínico de retinite pigmentosa e melatonina
Sexta-feira, 10 de abril, 2015

Pesquisador Isabel Pinilla
Relatamos a execução do Estudo Clínico "Efeito da melatonina sobre as perturbações do sono e visuais em pacientes que sofrem de retinite pigmentosa."

Um nível terapêutico, a melatonina tem vários efeitos que poderia contrariar a progressão de retinite pigmentosa. Em primeiro lugar, a melatonina pode regular os ritmos biológicos RP alterado desde a administração de melatonina sincroniza os ritmos biológicos (ritmos de temperatura, sono / vigília). Dadas estas múltiplas ações, a hipótese de trabalho é que a administração oral de melatonina, em virtude de seus poderosos efeitos antioxidantes e regulação dos ritmos biológicos, pode reduzir as perturbações do sono e perda de visão experimentado por pacientes com RP.

O estudo foi conduzido pela pesquisadora Isabel Pinilla University Hospital Lozano Blesa (Zaragoza) e terá como objetivo estabelecer a eficácia terapêutica da melatonina, administrada por via oral, em distúrbios visuais e sono experimentados por pacientes adultos com retinite pigmentosa. Nós vamos, por sua vez, com a colaboração do Dr. Joaquín Castro Hospital Universitário Central de Astúrias (Oviedo).

Ser avaliada, por conseguinte, o efeito protector de melatonina, administrada por via oral a pacientes com retinite pigmentosa, através dos seguintes parâmetros:

A qualidade do sono.
Ritmo sono-vigília.
Estado oxidativo.
Função visual.
Qualidade de vida.
O protocolo consiste em:

Fornecimento de melatonina ou, se for caso disso, o placebo, durante 3 meses
Leve por 15 dias altímetro.
Faça análises de sangue e urina antes e após o tratamento.

http://retinosis.org/ensayo-clinico-sobre-retinosis-pigmentaria-y-melatonina/

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Pesquisa usa células-tronco para tentar a cura da cegueira.


Os resultados positivos são uma esperança para milhares de pessoas que sonham em voltar a enxergar. Os experimentos com células-tronco ainda são realizados em porcos, mas os avanços da pesquisa animam portadores de doenças degenerativas.

assista a reportagem aqui!