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sábado, 31 de agosto de 2013

Transplante de células da Retina Reunidos do próprio corpo de uma pessoa para começar os testes no Japão.



Cientistas no Japão receberam aprovação para iniciar um ensaio clínico de uma terapia de transplante de células para a degeneração macular relacionada à idade (DMRI) A fonte de células para a terapia será um único tipo de células-tronco , chamado induzido . células-tronco pluripotentes (células iPS ) , que podem ser criados a partir de células da pele do próprio destinatário .
Alvos da terapia de transplante de Retina

Transplante de novas células na Retina é visto como uma das maiores esperanças de longo prazo para restaurar a visão de pessoas com doenças da Retina grave Atualmente o trabalho está em andamento para encontrar maneiras de transplantar dois tipos de células danificadas por doenças da Retina - . Fotorreceptores e epitélio pigmentado da Retina células ( EPR) .

Fotorreceptores são as células sensíveis à luz da Retina. Estes são os mais difíceis de substituir. Usando suas doações , vários cientistas atualmente financiados pelo Foundation Fighting Blindness continuar a trabalhar para tornar isso possível. Ver, por exemplo , este vídeo sobre o trabalho do Dr. Derek van der Kooy . transplantes eficazes de fotorreceptores saudáveis poderiam restaurar a visão de alguém que estava completamente cego .

Uma meta um pouco mais fácil para a substituição é o RPE . Células RPE formar uma única camada fina , por trás dos fotorreceptores , onde eles fornecem alimento e apoio para eles. Uma acumulação de toxinas nessas células é pelo menos parcialmente responsável por macular relacionada à idade degeneração e algumas outras degenerações Retinianas hereditárias. transplante eficaz dessas células permitiria a Retina a funcionar melhor , preservar a visão mais tempo, e, potencialmente, restaurar a visão de pessoas com doença menos avançada .
Células-Tronco Embrionárias contra células iPS

Mais de um ano atrás, um estudo de segurança pequena começou nos EUA com células-tronco embrionárias para criar substitutos para as células de RPE que foram danificadas em pessoas com AMD e doença de Stargardt . Até agora, esta terapia parece seguro , e resultados muito preliminares , principalmente em uma mulher com a doença de Stargardt , sugerem que este tratamento pode melhorar a visão em algumas pessoas.

No entanto, a utilização de células estaminais embrionárias é controverso. Além disso, como com qualquer tipo de transplante , quando as células provenientes de um doador externo , pode haver diferenças nas células que causaria o corpo do receptor de rejeitá-las. Portanto, tais terapias podem exigir o uso a longo prazo de drogas imunossupressoras , que podem, eles próprios causam outros problemas médicos.

O estudo japonês vai usar um tipo diferente de célula-tronco , chamado de células-tronco pluripotentes induzidas ( iPS) . Células da pele que normalmente criam nova pele são recolhidos e depois cresceu em um ambiente que os obriga a voltar à sua forma mais primitiva de células-tronco . estas células podem então ser manipulados da mesma maneira como as células embrionárias seria , para produzir células de RPE .

A clara vantagem das células iPS é que elas podem ser recolhidas a partir da pessoa afectada , reduzindo os riscos de rejeição (e à controvérsia associada com a terapia ) . - A desvantagem é que, em princípio , os estágios acrescentado necessário para tornar o . células da pele reverter para um estado mais primitivo pode aumentar o risco de formação de tumores ou outras complicações até agora, isto não ocorreu em ensaios pré- clínicos de iPSCs em modelos animais , mas apenas a ensaios clínicos , comparando os resultados do transplante vs embrionário iPSCs em pacientes humanos reais, será possível conclusivamente para avaliar esses riscos .
Uso potencial de células iPS para pessoas com doenças hereditárias de Retina

Se as células iPS proporcionar um material de partida útil e segura para substituição das células danificadas do EPR , que também pode ser útil como uma fonte de reposição de outros tipos de células da Retina , em particular fotorreceptores . No entanto, é importante lembrar que as células iPS têm exactamente os mesmos genes como de todas as outras células no corpo do paciente. isso significa que os novos fotorreceptores crescidas a partir das células da pele de uma pessoa com doença de Stargardt teria a mesma mutação genética que causaram danos em primeiro lugar . Isto se aplica a todas as doenças Retinais hereditárias incluindo Retinite Pigmentosa , síndrome de Usher , etc É provável que essas células ao longo do tempo uma vez que degeneram - e perda de visão que se repetem .

No entanto , se as células iPS provar seguro e útil no presente estudo AMD e outros ensaios clínicos , existem várias soluções possíveis para este problema de recidiva da doença :

Novos fotorreceptores , feitas a partir de células recolhidas a partir da pele do paciente , pode ser " fixada ", utilizando a terapia génica no laboratório antes de serem transplantados para o olho.

As células usadas para criar iPS fotorreceptores para transplante pode ser reunida a partir parentes estreitamente relacionados que não têm a doença da Retina . Ao contrário de outros tipos de transplantes , as células podem ser recolhidas de forma rápida e sem dor , do dador .

Para as pessoas com doenças da Retina que progridem lentamente ( por exemplo , algumas pessoas com Retinite Pigmentosa , nos quais a perda significativa da visão não se desenvolve até meados de vida) , fotorreceptores de iPSCs do paciente pode ser implantado sem submetê-los a terapia gênica. Mesmo que eles que ainda carregam as mutações genéticas causadoras de doenças , essas células poderiam, então, restaurar a visão para um período indeterminado , mas potencialmente prolongada, de tempo.

Este ensaio clínico inicial no Japão é um importante passo para determinar se as células iPS terá um papel em futuras terapias para degenerações da Retina humana .

Fonte : http://www.ffb.ca/research/research_news/iPSC_clinicaltrial.html

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Boa nóticia! Brasileiros estudam usar células-tronco contra doença ocular

Brasileiros estudam usar células-tronco contra doença ocular Método em teste visa cultivar células da retina e 'implantá-las' via cirurgia. Estudo clínico com célula embrionária está entre primeiros do país. Implante no globo ocular de um rato
o repórter viajou a convite da Fesbe
Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) estão desenvolvendo uma forma de terapia utilizando células-tronco que pode, no futuro, ajudar a tratar um problema de visão que leva idosos à cegueira, a chamada degeneração macular relacionada à idade (DMRI). O projeto está em fase de testes e vem sendo desenvolvido em parceria com a Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos.
Detalhes foram apresentados pelos cientistas na reunião anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (Fesbe), em Caxambu, Minas Gerais. A pesquisa ainda está em seu estágio inicial. Além da degeneração macular relacionada à idade, pessoas com outras doenças oculares que afetam a mácula (como as doenças congênitas maculares) poderão se beneficiar da terapia.
Os testes pré-clínicos com animais, como ratos, tiveram resultados satisfatórios, diz o pesquisador Rodrigo Brant, da Unifesp, que está fazendo seu doutorado sobre o assunto. Ele afirma que o projeto entrou em uma nova fase, a primeira etapa de testes clínicos em humanos - 15 pacientes com degeneração macular ou doença de Stargardt (distúrbio genético ligado à degeneração macular juvenil) vão ser selecionados para participar dos experimentos, que serão realizados no Brasil.
Pioneiro
Trata-se de um dos primeiros estudos clínicos com células-tronco embrionárias do país, afirma o professor de oftalmologia da Unifesp, Maurício Maia, um dos coordenadores brasileiros da análise. Uma das etapas da pesquisa é fazer com que células-tronco embrionárias se diferenciem em um tipo de célula específico da retina, o chamado epitélio pigmentar da retina (célula EPR), explica ele.
As células são cultivadas em um aparato bem fino, um tipo de membrana, para que fiquem alinhadas e sejam colocadas em posição bem próxima à encontrada dentro dos olhos. Uma vez feito o cultivo "in vitro", o plano é realizar uma cirurgia para inserir a membrana com as células EPR diferenciadas no globo ocular do paciente.
As células cultivadas devem "repor" as do epitélio pigmentar da retina que se tornaram disfuncionais ou morreram em razão da degeneração macular, afirmam os cientistas. Eles afirmam ter obtido uma linhagem celular estável, que apresentou baixo risco de formação de tumores em ratos. Este dado, diz Maia, é importante como base para a execução de futuros implantes em pacientes.
Evidências
Nos testes em ratos, a degeneração da retina desacelerou em animais que receberam a “reposição” de células EPR, em comparação com os outros, afirmou o pesquisador Bruno Diniz, também da Unifesp. O professor Maia ressaltou que a degeneração foi geneticamente programada nas cobaias.
Diniz, que defendeu seu doutorado recentemente, disse ainda que testes mostraram que os animais com “renovação” das células EPR mantiveram capacidade visual por mais tempo que os outros ratos sem implante.
A "organização" das células no suporte é importante para saber se elas terão maior funcionalidade, ressalta Diniz. "As células EPR no corpo humano estão alinhadas, em uma camada. Tem uma face delas que precisa ficar em contato com as células nervosas" para que elas funcionem corretamente, afirma o pesquisador.
O alvo da pesquisa é a degeneração macular ligada à idade. O problema atinge um grande grupo de idosos acima dos 65 anos em todo o mundo. São 700 mil pacientes diagnosticados com o problema por ano apenas nos EUA, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Os pesquisadores ressaltam que esta primeira etapa de testes terá como meta avaliar a segurança. Os procedimentos cirúrgicos, quais os instrumentos a serem utilizados, se as células sobrevivem após serem implantadas no olho também são aspectos a serem levados em conta. "Não é para avaliar eficácia, isso vai ocorrer numa segunda etapa", afirma Diniz.
Foi assinado um tratado de cooperação entre o grupo de pesquisa nos EUA e o CNPq, o que ajudou a fazer com que os testes sejam realizados no Brasil. A autorização pelo Comitê de Ética da Unifesp já foi dado, mas ainda falta o parecer final da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), ressalta Brant. “Pediram mínimos ajustes, estamos aguardando o ‘ok’ deles”, afirmou.
Não há prazo para a conclusão do estudo, de acordo com os pesquisadores, que esclarecem ter dado o “primeiro passo”. “Estamos ainda distantes de algum tipo de técnica definitiva que possa ser usado na prática médica em hospitais. É importante que pacientes com tais problemas de visão estejam cientes”, disse Maia. “No entanto, há um futuro muito promissor.”

Fonte : http://m.g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/08/brasileiros-estudam-usar-celulas-tronco-contra-doenca-ocular.html

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Aceitar-se é preciso.

Quando a pessoa adquire a deficiência ao longo da vida, depois de já ter usufruído de todas as habilidades, é bem mais complicado e complexo o processo de aceitação da nova condição. Tanto por parte dela quanto dos familiares, em alguns casos.

Estar em contato com outras pessoas com deficiência é fundamental para que haja trocas de experiências, pois ao observar e conversar sobre outros problemas semelhantes ou não ajuda a entender o que está acontecendo com seu próprio corpo. Aceitar sua deficiência não é negá-la e sim se conhecer melhor.


Obviamente que um acompanhamento terapêutico de um fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, um psicólogos e de outros segmentos, dependendo da situação, é primordial para a reabilitação, mas se aceitar é tão importante quanto.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Implante de chip e células-tronco são terapias promissoras contra a cegueira .

Implante de chip e células-tronco são terapias promissoras contra a cegueira Avanços de técnicas serão tema da Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental
Janela da alma: células-tronco, terapia genética e implantes de chips estão entre os métodos de tratamento que serão discutidos Latinstock

RIO - Os olhos são chamados de janela da alma, mas por vezes a cortina se fecha sobre eles. Degeneração macular, retinose pigmentar, glaucoma e outras doenças aos poucos privam pessoas de sua visão, lançando-as na escuridão. A medicina, no entanto, desenvolve estratégias variadas para atacar estes problemas, em um verdadeiro cerco à cegueira. De transplantes de células-tronco a implantes de chips, os avanços destas técnicas serão tema de um simpósio especial durante a XXVIII Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), que congrega mais de mil cientistas de hoje a sábado em Caxambu, Minas Gerais.
— Não existe um receita única para todas as doenças que afetam os olhos e provocam cegueira. Cada uma tem uma causa diferente e elas são diagnosticadas com diferentes níveis de comprometimento da visão, daí a importância das pesquisas seguirem em várias direções, buscando muitas alternativas de tratamento — diz Christina Joselevitch, professora do Instituto de Psicologia da USP e uma das coordenadoras do simpósio. — A situação de cada paciente exige uma abordagem específica para seu caso, e cada técnica tem suas vantagens e desvantagens. Assim, é preciso buscar um equilíbrio do que vai ser melhor para este paciente específico.
No simpósio, os cientistas vão apresentar tanto métodos que ainda estão sendo testados em animais ou na primeira fase de ensaios clínicos com humanos quanto técnicas já disponíveis comercialmente. É o caso, por exemplo, do “olho biônico”, aprovado para uso na Europa, e recentemente nos EUA, mas que ainda aguarda autorização para chegar no Brasil.
Composto por óculos especiais conectados a um chip implantado na retina, o sistema é indicado para para pessoas cujas células fotorreceptoras nos olhos, os cones e os bastonetes, têm deficiências severas, como as que sofrem de retinite pigmentosa e degeneração macular, enviando os sinais luminosos externos para a retina e dela para o centro de visão do cérebro, restaurando, ainda que parcialmente, sua visão.
— Os benefícios destes chips ainda são pequenos, mas, para quem não enxerga nada, ver vultos já é uma grande vantagem — destaca Bruno Diniz, pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
No simpósio, porém, Diniz vai apresentar estudo do qual faz parte que se mostra ainda mais promissor, podendo se tornar uma cura para a degeneração macular relacionada à idade, umas das principais causas de cegueira no mundo. A pesquisa tem como base experimento iniciado em 2011 pela empresa de biotecnologia americana Advanced Cell Technology (ACT), que pela primeira vez usou células-tronco embrionárias para combater o mal. De acordo com resultados publicados recentemente na revista “Lancet”, a técnica melhorou substancialmente a visão de pacientes que estavam quase cegos.
Mas enquanto a experiência da ACT foi feita injetando as células-tronco diretamente nos olhos dos pacientes, de forma desorganizada, Diniz e seus colegas propõem cultivá-las antes em uma plataforma para que formem uma única camada do chamado epitélio pigmentar da retina (EPR), reproduzindo a configuração natural do tecido na esperança de aumentar sua sobrevida e eficácia. As células do EPR são as primeiras a sofrerem com a degeneração macular, levando à morte das células fotorreceptoras.
— Acreditamos que, ao serem cultivadas e formarem o tecido, as células-tronco terão mais chances de sobreviver — conta Diniz, que já realizou, com sucesso e segurança, testes da técnica com animais. — O experimento da ACT já mostrou que os resultados são possíveis, mas sempre se pode melhorá-los. Achamos que assim vamos ter um maior benefício.
Christina, por sua vez, aposta que a união dos estudos com células-tronco e terapia genética poderá trazer os melhores resultados no futuro, assim como o desenvolvimento de terapias auxiliares com substâncias fotossensíveis como a photo switch. Sintetizada pelo pesquisador americano Richard Kramer, ela foi injetada nos olhos de camundongos cegos, que passaram então a responder a estímulos luminosos.
— É uma técnica simples, que não envolve vírus para transportar genes nem manipulação genética e, por isso, pode caminhar mais depressa — observa a pesquisadora.
Tanto Diniz quanto Christina, porém, destacam que todas estas técnicas ainda estão em uma fase inicial de desenvolvimento e vão demorar a chegar aos pacientes em geral.

Fonte : http://oglobo.globo.com/ciencia/implante-de-chip-celulas-tronco-sao-terapias-promissoras-contra-cegueira-9635833

Reabilitação visual.

1. Quando encaminhar um paciente para Visão Subnormal – Reabilitação Visual?

Quando após o diagnóstico e tratamento clínico e/ou cirúrgico da patologia ocular, o paciente permanecer com uma ou mais alterações como:

- baixa acuidade visual
- alteração de campo visual
- fotofobia
- baixa sensibilidade ao contraste

Ou apresentar queixas e dificuldades visuais que estejam interferindo na vida diária como:

- dificuldade na leitura (do dia a dia, na escola, no trabalho)
- dificuldade em reconhecer faces (reconhecimento de detalhes)
- dificuldade na locomoção (campo visual com alterações)
- dificuldade em realizar tarefas visuais específicas (trabalhos manuais, atividades de lazer como jogos de cartas, etc)


2. Como é feita a avaliação?

Inicia-se com uma anamnese detalhada com ênfase nas queixas funcionais, como dificuldades visuais nas tarefas do dia a dia. Informações sobre o ambiente domiciliar, escolar e do trabalho são colhidas para verificar condições ergonômicas e necessidades de adaptações, por exemplo, quanto à iluminação. Inclui também uma revisão minuciosa do histórico médico e ocular. Em seguida, testes funcionais da visão são realizados:

- acuidade visual para longe com tabelas especiais
- acuidade visual para perto
- acuidade e velocidade de leitura com tabela padronizada
- sensibilidade ao contraste
- campo visual central (Tela de Amsler)
- teste com lentes filtrantes (fotofobia)


3. Reabilitação visual?

A reabilitação visual não recupera a visão perdida, mas pode maximizar a visão residual, com a adaptação e treinamentos com auxílios de visão subnormal para perto e para longe. Estratégias e habilidades são desenvolvidas e treinadas para manter ao máximo a independência e a qualidade de vida e auxiliar cada um individualmente, a alcançar os objetivos traçados pós deficiência visual.


4. Quais são os auxílios de visão subnormal?

Ópticos: óculos com lentes asféricas, lentes esferoprismáticas, lupas manuais, lupas de apoio, telessistemas monoculares, binoculares, manuais ou montados em armação.
Não ópticos: material ampliado, luminárias de mesa, material com alto contraste, apoio de leitura entre outros.
Eletrônicos: programas de informática de ampliação e sistemas de magnificação eletrônica.

Fonte:artigo de Celina Tamaki Monteiro de Castro, Ortoptista e Mestre e Doutora em Ciências Visuais – UNIFESP

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Pessoas com deficiência têm direito a cota em moradia popular



Obs:Estas informações são da cdhu do estado de SP, mas acredito que nos programas de moradia popular dos demais estados e do governo federal deve existir cotas também.
Que a casa própria é um sonho antigo da maioria dos brasileiros, isso é fato, mas o que nem todos sabem é que a Secretaria de Estado da Habitação, por intermédio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo - CDHU, destina 7% das moradias populares para as pessoas com deficiência. Esse programa de cotas foi implantado em 1996, antes mesmo da lei nº 10.844, que institui a reserva, ser aprovada em 2001. Até o momento, foram destinados 9.285 imóveis. Segundo o gerente de Comunicação da CDHU Lucas Tavares, as deficiências devem ser comprovadas por documentos emitidos por médicos. Para obter o direito ao apartamento, o mutuário tem que comprovar que tem limitações irreversíveis, que impossibilitem, dificultem ou diminuam sua capacidade de trabalho, ou criem dependência de seus familiares, exigindo cuidados especiais.
Tavares afirma que a reserva de unidades habitacionais às pessoas com deficiência é uma das medidas sociais adotadas pelo atual governo do Estado para garantir moradia às famílias de baixa renda, sobretudo àquelas que, por apresentarem situações especiais, sofrem ainda mais com a exclusão do mercado imobiliário. "Tal política é, antes de tudo, uma maneira de garantir a inclusão social das pessoas com deficiência", afirma.
Além dos apartamentos acessíveis que atendam às suas necessidades, as pessoas com deficiência assumem prestações de acordo com sua renda. Segundo o gerente, isso é possível porque os financiamentos habitacionais são subsidiados com recursos provenientes dos impostos.

DIFERENCIAL

A CDHU constrói unidades habitacionais acessíveis, destinadas às pessoas com deficiência, para assegurar-lhes maior conforto e autonomia no dia-a-dia. Nestas residências, os banheiros são maiores e possuem barras de apoio na porta, próximas ao sanitário e ao chuveiro. A pessoa com deficiência tem instalado nos banheiros uma espécie de banco dobrável para que possa tomar banho com maior facilidade.
Outro diferencial é que as antigas portas de 70 cm de largura, que não permitem a passagem de cadeiras de rodas, geralmente instaladas nas demais unidades, são substituídas por portas de 90 cm de largura, que facilitam o acesso e circulação das pessoas com deficiência, além de maior autonomia.
Para quem pleiteia moradia construída pela CDHU, os critérios adotados são os seguintes: ter renda familiar de no mínimo 1 e no máximo 10 salários mínimos, ter família constituída (não pode morar sozinho), morar ou trabalhar no município há três anos e não possuir imóvel ou financiamento habitacional no município ou Estado. No caso de pessoas idosas, o interessado não precisa ter família constituída, bastando ter idade acima de 60 anos e renda entre um e cinco salários mínimos.
Segundo Tavares, o valor da prestação é pago de acordo com a renda da família. Quem percebe de 1 a 3 salários, paga até 15% da renda; de 3,01 a 5 salários, até 20% da renda; de 5,01 a 8,5 salários, até 25% da renda e de 8,51 a 10 salários, até 30% da renda. "Os mutuários, com ou sem deficiência, que percebem renda de um salário mínimo (R$ 300,00) arcam com prestações de R$ 45,00 por mês", exemplifica.
Para obter mais informações sobre os programas habitacionais e empreendimentos da CDHU na capital, Grande São Paulo e interior, podem obtê-las pelo telefone 0800 7723633, do Disque Poupa-tempo. A ligação é gratuita e pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 6:00h às 22:00h e, aos sábados, das 6:00 às 17:00h.

Serviço
CDHU
www.cdhu.sp.gov.br
Telefone: 0800 7723633
Fonte:http://www.ame-sp.org.br/noticias/jornal/novas/tejornal103.shtml

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Ácido valproico Mostra potencial Terapêutico positivo para Retinose Pigmentar.

Ácido valproico Mostra potencial Terapêutico positivo para Retinose Pigmentar,

According to Estudo publicado Pelo Journal of Ophthalmology britânico, o ácido valproico, Medicamento USADO parágrafo TRATAR crises epilépticas e transtorno bipolar, mostrou potencial Terapêutico positivo parágrafo patients com Retinose Pigmentar.
A Pesquisa, realizada POR Cientistas da University of Massachusetts Medical School e colaboradores, Teve o Objetivo de examinar a eficacia e Segurança do ácido valproico parágrafo patients com Retinose Pigmentar. O campo ea acuidade Visuais de Treze Olhos FORAM examinados Antes e Apos Tratamento com ácido valproico (cerca de 4 Meses de duracao). Nove Deles melhoraram o campo visual com o Tratamento, Dois Olhos reduziram o campo visual e Dois Localidade: Não apresentaram alterações, com MÉDIA de aumento de 11%. Este aumento FOI considerado estatisticamente Significativo. Os efeitos colaterais observados FORAM minimos e Bem tolerados.
Concluiu-se Que o USO de ácido valproico PODE trazer Benefícios parágrafo patients com Retinose Pigmentar. Ele. parece Proteger como Células fotorreceptoras da Inflamação. Uma triagem Clínica Rigorosa, com o USO de placebo, E necessaria para avaliar a eficacia ea Segurança do ácido valproico não Tratamento da Retinose Pigmentar.
A Retinose Pigmentar E UMA Doença degenerativa hereditária Que afeta a Retina e PODE LeVar a cegueira. Síntomas Como Cegueira Noturna UO perda de Visão Periférica iniciam-se na Adolescência UO não Início da idade adulta, mas PODEM ocorrer na infância. E UMA Doença rara.

Fonte: British Journal of Ophthalmology
http://www.news.med.br/p/medical-journal/63117/acido+valproico+mostra+potencial+terapeutico+positivo+para+a+retinite+pigmentosa+de+acordo+com+pesquisa+publicada+pelo+british+journal+of+ophthalmology.htm

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O uso de suplementos para retardar o avanço da Retinose Pigmentar.

A suplementação alimentar com vitamina A (palmitato de retinol) em altas doses pode ajudar a retardar a progressão da doença, embora isso ainda não seja um consenso entre os pesquisadores e estudiosos do assunto. No entanto, não tome esses remédios por conta própria. Sempre procure a orientação de um médico. A vitamina A em altas dosagens pode causar problemas.
Se você não tem retinose pigmentar, não tome vitamina A para previnir a doença. Além de não fazer o efeito desejado e ser desnecessário poderá te trazer efeitos colaterais.
O uso de suplementação de Omega 3 também tem tido resultados controversos. Alguns estudos mostraram benefício mas outros mostratram não ter nenhuma alteração na evolução da doença. O mesmo vale para a vitamina C (ácido ascórbico).


Alguns pesquisadores sugeriram que alguns medicamentos devem ser evitados em pacientes com retinose pigmentar porque podem acelerar a progressão da doença. São elas: Isotretiniona (Roacutan), que é um medicamento usado para acne (espinha); Viagra e similares, usado para disfunção erétil.


Os pacientes com retinose pigmentar podem apresentar edema de mácula e nesses casos, o uso de medicamentos específicos para o edema macular (avastin e lucentis) podem ajudar a melhorar a visão, mesmo que parcialmente.
Na retinose pigmentar também é comum o aparecimento de catarata ocorre de forma precoce e a cirurgia pode ser necessária.
Em casos extremos, aonde a visão atingiu níveis subnormais o uso de óculos especiais, lupas, lentes de aumento etc... podem pelo menos restaurar parte da visão permitindo que a pessoa leia determinados textos ou assista televisão. São os chamados auxílios de visão subnormal.


Fonte:http://www.medicodeolhos.com.br/2010/10/retinose-pigmentar.html

sábado, 3 de agosto de 2013

Japonêses vão iniciar os primeiros testes clínicos mundiais em seres humanos de medicina regenerativa utilizando células-tronco pluripotentes induzidas (iPS).

Tóquio - O ministério da Saúde japonês deu nesta sexta-feira autorização para os primeiros testes clínicos mundiais em seres humanos de medicina regenerativa utilizando células-tronco pluripotentes induzidas (iPS).

Estes testes com pacientes têm como objetivo tratar uma das formas de degeneração macular relacionada com a idade (DMAE), que destrói a visão e é a principal causa de cegueira nas pessoas com mais de 55 anos nos países industrializados.

Para conseguir isso, os pesquisadores se propõem a cultivar células da retina do paciente e implantá-las.

As células-tronco pluripotentes induzidas (iPS) são criadas a partir de células adultas reprogramadas para rejuvenescer até obter, assim, as propriedades das células-tronco embrionárias.

No laboratório, as células adultas são levadas a um estado quase embrionário, o que lhes permite obter quatro novos genes (inativos normalmente nas células adultas) e voltar a uma fase de imaturidade com a capacidade de diferenciar-se em todos os tipos celulares em função do meio em que se encontram.

No ano passado, o pesquisador japonês Shinya Yamanaka e o britânico John Gurdon receberam o Prêmio Nobel de Medicina por terem concebido um método que permite reprogramar as células adultas em células-tronco, um procedimento-chave para o futuro da medicina regenerativa.

O uso de células iPS não cria os problemas éticos das células-tronco obtidas de embriões humanos.