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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Prótese de retina restaura visão em camundongos cegos, aponta estudo .

Cientistas da Universidade Cornell, em Nova York, nos EUA, criaram uma prótese capaz de restaurar a visão de camundongos cegos, deixando-os com uma visão quase normal. A pesquisa está publicada na edição desta semana da revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS).

Cientistas desenvolvem substância que 'devolve' visão a ratos cegosEstrabismo atinge mais crianças e glaucoma é mais comum nos idososDoenças nos olhos como catarata e pterígio são corrigidas com cirurgiaCerca de 80% das informações que uma pessoa recebe vêm dos olhosO dispositivo de alta resolução, desenvolvido pelas pesquisadoras Sheila Nirenberg e Chethan Pandarinath, conseguiu estabelecer uma comunicação entre a retina e o cérebro dos animais em cerca de 90% do tempo.

Os roedores foram capazes de discernir características faciais e rastrear visualmente uma imagem. Segundo as autoras, os resultados fornecem elementos fundamentais para a produção de uma prótese de retina altamente eficaz.

Em olhos normais, um sinal visual é traduzido em diferentes padrões de impulsos eléctricos, à medida que passa de uma célula para outra e, finalmente, chega às células ganglionares – espécie de neurônio encontrado na retina –, que levam a informação até o cérebro.

A equipe analisou o código que está por trás dessa série de comandos e interpretações. A prótese, então, "traduz" o mundo exterior em impulsos elétricos semelhantes aos produzidos por uma retina em pleno funcionamento.

Até 25 milhões de pessoas em todo o mundo são cegas ou têm risco de perder a visão em decorrência de doenças degenerativas da retina, como a degeneração macular e a retinose pigmentar. As próteses atuais, porém, permitem apenas uma percepção precária da luz e do contraste de imagens.

Fonte: G1

Não é FullHD mas que se dane, é um chip que restaura a visão!


Retinose Pigmentar é uma daquelas doenças fdp, hereditárias, incuráveis e degenerativas. Ela é progressiva e paciente, com sintomas progressivos, como visão noturna, visão de túnel, fotofobia, dificuldade de adaptação à escuridão, problema de identificação de cores e, em último estágio, cegueira. No mundo são 15 milhões de pessoas afetadas.

Fora tratamentos paliativos que atrasavam mas não paravam o progresso da doença, os pacientes tendiam a ficar totalmente cegos entre os 40 e 50 anos de idade. Um dos raros equipamentos aprovados para pacientes com RP era o Argus 2, um implante com a desvantagem de ser um trambolho, envolvendo óculos especiais, cabos e uma bolsinha a tira-colo carregando a bateria.

O brinquedo da foto, como você pode ver, se não tiver RP (too soon?) é minúsculo. É um chip desenvolvido pela Retinal Implants e contém tudo necessário para restaurar a visão do paciente, exceto a fonte de energia. Sim, ainda é preciso um cabinho, nada é perfeito.

O chip é implantado no fundo do olho, é composto de uns 1500 fotodiodos e estimuladores, transformando a luz em sinal elétrico direto no nervo óptico. Faz todo o sentido do mundo, já que a estrutura de câmera do olho está OK, o defeito é só no “CCD”.

Esses 1500 receptores produzem uma resolução de 39×40, 1560 pixels. Pode parecer pífio, menor até que os thumbnails marcianos de 64×64, mas tenha em mente que isso é realidade, há mais de 30 pacientes já usando essa tecnologia.

Em 1974 um olho biônico era completa ficção, Steve Austin tinha visão além do alcance mas era só um personagem em uma série fantasiosa. Esses pacientes são reais, conseguem enxergar graças a tecnologia, e melhor do que Geordi LaForge, que com toda a ciência da Frota Estelar no Século XXIV, ainda tinha que usar um arco de cabelo na cara.

Esses 1560 pixels são suficientes para que os pacientes identifiquem linhas e cores, objetos e formas como frutas, percebam que há pessoas se movendo na sala, conseguem ler números em um dado e usando recursos de acessibilidade, com ampliação de texto, até ler palavras em uma tela de computador.

Como podemos ver (e aí incluo esses 30 pacientes) ciência funciona.

Fonte:http://meiobit.com/107365/no-fullhd-mas-que-se-dane-um-chip-que-restaura-a-viso/

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Encontro Anual do Grupo Retina São Paulo.


11º Encontro Anual do Grupo Retina São Paulo, que apresentará os resultados do recente Congresso da Retina Internacional, realizado na Alemanha, trazidos por seus representantes, Profa. Dra. Juliana M. Ferraz Sallum (Comitê Científico) e Maria Júlia S. Araújo (Presidente).


D A T A : 01/09/2012, das 09:00 às 13:00h
L O C A L: UNIFESP - Teatro Marcos Lindenberg
Rua Botucatu, 862 – 2º andar
Estação Santa Cruz do Metrô

Teremos a oportunidade de ouvir a Profa. Dra. Juliana M Ferraz Sallum, que nos informará sobre o estágio dos estudos clínicos e pesquisas para o tratamento das Doenças Degenerativas da Retina sob o prisma da genética, terapia celular e eletrônica. Sob a ótica dos pacientes, Maria Julia S Araujo relatará o que representou e a importância deste Congresso para os pacientes com Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), Retinose Pigmentar, Doença de Stargardt, Síndrome de Usher, Amaurose Congênita de Leber, Síndrome de Laurence-Moon Bardet-Biedl e demais doenças degenerativas da retina.

Este será um momento único para o contato direto com quem esteve presente a este Congresso, cujos destaques foram: testes Clínicos para tratamento de Amaurose Congênita de Leber RPE 65, depoimentos de pacientes que participam de testes com “Olho Biônico”, estudos com eletro estimulação, depoimentos de pacientes de DMRI sobre a necessidade de diagnóstico precoce, acesso a tratamento, reabilitação, prevenção e qualidade de vida. Outros palestrantes abordarão temas de interesse, como empregabilidade e profissionalização.

Levando-se em conta os avanços tecnológicos dos recursos óticos, da informática, convidamos expositores que nos permitirão o contato direto com tais produtos. Lá estarão a Laratec, a Provista e a Terra Eletrônica.


Compareça! Não há necessidade de inscrição antecipada.