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sexta-feira, 27 de abril de 2012

ACRÉSCIMO DE 25% NA APOSENTADORIA POR INVALIDEZ

O segurado do INSS aposentado por invalidez ou por acidente de trabalho que necessite de assistência permanente de outra pessoa tem direito a receber um acréscimo de 25%, calculado sobre o valor de seu benefício. Essa determinação, em vigor desde o dia 5 abril de 1991, ainda é desconhecida por muitas pessoas. Mesmo que o valor da aposentadoria atinja o limite máximo previdenciário, estipulado em R$ 2.508,72, o acréscimo é devido. O valor será sempre recalculado quando o benefício que lhe deu origem for reajustado. A legislação previdenciária define as situações em que o auxílio é devido. O segurado acometido de cegueira total, perda de nove dedos das mãos ou paralisia de dois membros superiores ou inferiores recebe o acréscimo. Outras patologias relacionadas são a perda dos membros inferiores, quando não for possível o uso de prótese, perda de uma das mãos e de dois pés, ainda que a prótese seja possível, e a perda de um membro superior e outro inferior, quando a prótese for impossível. Alteração das faculdades mentais com grave perturbação da vida orgânica e social, doença que exija permanência contínua no leito e incapacidade permanente para as atividades da vida diária completam a lista prevista pela legislação. O benefício é cessado com a morte do aposentado e o seu valor não é incorporado ao valor da pensão deixada aos dependentes. “O acréscimo é muito importante para as pessoas que se enquadram nessa situação, pois com ele o aposentado pode pagar pela assistência que necessita”, explica a chefe da Divisão de Benefícios da Gerência Executiva do INSS em Belo Horizonte, Maria dos Anjos. Em razão do desconhecimento dessa prestação, o Programa de Educação Previdenciária (PEP) do INSS em Belo Horizonte tem incluído o tema nas palestras destinadas aos aposentados, com o objetivo de ampliar sua divulgação. Aposentadoria por invalidez - Este benefício é devido ao segurado que, estando ou não em auxílio-doença, for considerado incapaz para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência e sem a possibilidade de submeter-se à reabilitação profissional. A concessão desse tipo de aposentadoria depende da verificação, pela perícia médica do INSS, da incapacidade total e definitiva para o trabalho. Contudo, doenças ou lesões surgidas antes da filiação do segurado ao INSS não dão direito ao benefício, a não ser quando a incapacidade acontece em razão do agravamento ou progressão dessas doenças. Para receber a aposentadoria por invalidez, o segurado precisa ter contribuído durante 12 meses com o INSS. No entanto, essa carência deixa de ser obrigatória quando a invalidez resultar de acidente que resulte em lesão corporal ou perturbação funcional que cause a perda permanente da capacidade de trabalho. A chefe da Divisão de Benefícios do INSS em Belo Horizonte, Maria dos Anjos, adverte que, se o aposentado por invalidez retornar espontaneamente à atividade, o benefício é cancelado automaticamente a partir da data de seu retorno ao trabalho. Acréscimo - Durante a perícia para a concessão da aposentadoria por invalidez, o médico-perito poderá determinar se é devido o acréscimo de 25% calculado sobre o valor do benefício, de acordo com a legislação previdenciária. Existe ainda o caso em que o segurado possui uma patologia que resulta na degeneração de um de seus membros, mas não se constata, na primeira perícia, a necessidade de assistência permanente de outra pessoa. Com o avanço da doença e a conseqüente perda do membro, por exemplo, o beneficiário poderá requerer o acréscimo. O INSS, então, realizará nova perícia para avaliar a necessidade da concessão do auxílio. Para isso, o beneficiário deve se dirigir a qualquer Agência da Previdência Social portando o documento de identidade, CPF e o formulário de requerimento do acréscimo, devidamente preenchido. (PHMC/SFA/JC/TBS/JEF) Fonte: Agência de Notícias da Previdência Social

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Cientistas do Reino Unido, descobriram que o transplante de células fotorreceptoras sensíveis à luz nos olhos de ratos com deficiência visual pode restaurar a visão dos animais.

Cientistas do University College London, no Reino Unido, descobriram que o transplante de células fotorreceptoras sensíveis à luz nos olhos de ratos com deficiência visual pode restaurar a visão dos animais. O trabalho, publicado na revista Nature, sugere que o transplante de fotorreceptores pode constituir a base de um novo tratamento para devolver a visão a pessoas com doenças degenerativas dos olhos. A equipe injetou células de ratos saudáveis jovens diretamente nas retinas de ratos adultos que não tinham fotorreceptores funcionais. A perda de fotorreceptores é a causa de cegueira em muitas doenças do olho humano, incluindo a degeneração macular relacionada com a idade, retinite pigmentosa e cegueira relacionada ao diabetes. Existem dois tipos de fotorreceptores no olho - bastonetes e cones. Para a pesquisa, os cientistas utilizaram células progenitoras de bastonetes. Os bastonetes são especialmente importantes para permitir a visão no escuro já que são extremamente sensíveis mesmo a níveis muito baixos de luz. Depois de quatro a seis semanas, as células transplantadas pareceram funcionar quase tão bem quantos bastonetes normais e tinham formado as ligações necessárias para transmitir informação visual para o cérebro. Os pesquisadores também testaram a visão dos camundongos tratados em um labirinto mal iluminado. Esses camundongos com bastonetes recém-transplantados foram capazes de usar uma pista visual para encontrar rapidamente uma plataforma escondida no labirinto enquanto os animais não tratados foram capazes de encontrar a plataforma escondida apenas por acaso depois de uma extensa exploração do labirinto. "Mostramos pela primeira vez que as células fotorreceptoras transplantadas podem integrar com sucesso o circuito existente na retina e verdadeiramente melhorar a visão. Estamos esperançosos de que em breve vamos ser capazes de replicar esse sucesso com fotorreceptores derivados de células-tronco embrionárias e, eventualmente, desenvolver testes em humanos", afirma o líder da pesquisa Robin Ali. Segundo os pesquisadores, a abordagem pode levar a tratamentos para milhares de pessoas que perderam a visão por meio de desordens degenerativas dos olhos, além de pavimentar o caminho para técnicas de reparação do sistema nervoso central.

sábado, 21 de abril de 2012

Este é um dos melhores software para pessoas com deficiência visual utilizar o computador.

Virtual vision é um software que auxilia pessoas com deficiência visual, seja ela parcial ou total a utilizar o computador. Se você é um cliente do banco Bradesco, converse com seu gerente a respeito, que o Bradesco disponibilizara de forma gratuita a você.

sábado, 14 de abril de 2012

APADEVI.

Pra você que sofre de algum tipo de deficiência visual e mora no Estado do Paraná, existe a (APADEVI-Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Visuais). Site: http://www.apadeviumuarama.hdfree.com.br/
A filosofia de trabalho que sustenta a ação pedagógica da APADEVI é voltada para a formação integral das pessoas que possuem deficiência visual, assumindo como responsabilidade a busca de alternativas que conduzam o deficiente visual à compreensão de sua participação na sociedade como cidadão que é, buscando exercer em plenitude os seus deveres para com o Estado e requerendo a vigência de seus direitos conforme lhe é assegurado pela Constituição e reforçado por todas as Portarias, Resoluções e Leis que integram as Políticas Públicas reafirmando na prática educativa cotidiana com os alunos.



O compromisso com a conquista dos direitos e cidadania da pessoa com deficiência écontinuamente enriquecida segundo as necessidades que vão surgindo durante o trabalho com O compromisso de promover um ensino de qualidade evidenciando através do trabalho coletivo de todos os funcionários.



A estrutura organizacional da APADEVI baseia-se na Lei 9.394/96 (LDB); na Lei 8.609/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na Lei 7.853/89 que consolida as normas de integração e proteção à pessoa com deficiência.

Fonte:http://www.apadeviumuarama.hdfree.com.br/