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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Diferenca entre Retinose e Doença de Stargardt

Retinose Pigmentar

A retinose pigmentar é uma doença que destrói gradualmente as células sensíveis à luz localizada no fundo do olho. Ela tem este nome porque provoca pontos pretos (concentrações de pigmentos) na retina.Geralmente o primeiro sintoma da retinose é a perda da visão noturna, pois a doença ataca primeiro as células periféricas, com capacidade para receber imagens com pouca luz. À medida que avança a retinose pode provocar a chamada "visão tubular": a pessoa só enxerga o que está diretamente à frente dela, e por isso não consegue andar sem tropeçar ou esbarrar nos outros.

Doença de Stargardt

Ela é conhecida também como degeneração macular juvenil: tem as mesmas características da degeneração macular relacionada à idade, mas pode surgir a partir dos 7 anos de idade. O Conselho Brasileiro de Oftalmlogia calcula que somente na faixa entre 10 e 14 anos de idade existem no país cerca de 18.000 crianças com Stargardt.

Esta doença, na maioria dos casos de origem hereditária, é causada por um gene que provoca a destruição das células da mácula. Aos poucos os portadores perdem a visão central, capaz de perceber detalhes e cores com nitidez. A visão lateral não é afetada, e normalmente a degeneração macular juvenil não leva à cegueira total.

Noticias sobre o Dr Rubens e sua pesquisa com uso de células tronco.

Dr Rubens apresenta resultados no congresso de células tronco

Dr Rubens apresentou resultados e situação atual dos 3 protocolos de pesquisa com uso de células tronco derivadas da medula óssea para tratamento de doenças da retina. Os 3 projetos incluem células tronco para tratamento da retinose pigmentar , degeneração macular e retinopatia isquemica. O Congresso contou com todos os especialistas em células tronco no Brasil e convidados internacionais e foi realizado na cidade de Salvador na ultima semana de setembro de 2011

Dr Rubens é autor do capitulo sobre terapia com células tronco para doenças da retina

Livro sobre células tronco é lançado na Europa e Dr Rubens Siqueira e o autor do capitulo sobre celulas tronco para tratamento de doenças da retina O Livro com título Embryonic Stem Cells - Differentiation and Pluripotent Alternatives abrande a pesquisa basica e o uso em diferentes especialidades das células tronco em diferentes serviços no mundo. O capitulo pode ser visto através do link:http://www.intechopen.com/articles/show/title/stem-cell-therapy-for-retinal-diseases

FONTE:http://www.rubenssiqueira.com.br/portugues/?idpag=1

Terapia genética para a doença de Stargardt prestes a avançar

Segundo o Algarve Primeiro apurou a partir da Fundação Americana para a cegueira, FDA estão a ser reunidas as condições para iniciar os ensaios clínicos com seres humanos com vista a corrigir genes defeituosos das doenças degenerativas da visão.

Neste contexto, os pacientes afectados com a doença de Stargardt, vão contar com uma nova razão para ter esperança, isto porque a empresa Oxford Biomédica que se encarrega de desenvolver estudos e ensaios clínicos na terapia genética no Reino Unido, recebeu autorização da FDA para iniciar um ensaio clínico com StarGen ™.

Refira-se que este tratamento está indicado para a doença de Stargardt.

Segundo os responsáveis pelo ensaio clínico, 28 pessoas vão ser inscritas na Fase I / II do ensaio clínico a ser realizado na Oregon Health and Science University, em Portland, sob a liderança de Pedro Francisco, MD, Ph.D. e na França com arranque previsto ainda para este verão.

Este tratamento vai seguir a metodologia aplicada nos ensaios de terapia genética usados para o tratamento da amaurose congénita de Leber, que resultaram na visão restaurada em crianças e adultos jovens que receberam apenas uma "dose" da terapia.

O método a ser implementado visa transportar através de um vírus um gene corrigido que vai substituir o defeituoso.

Com base nos dados pré-clínicos, prevê-se que uma única aplicação de StarGen ™ na retina possa fornecer a correção a longo prazo ou potencialmente permanente.

Recorde-se que a doença é causada por uma mutação do gene ABCR que leva à degeneração dos fotorreceptores na retina e à perda de visão.

O StarGen LentiVector Oxford ™ utiliza a tecnologia da plataforma ® para oferecer uma versão corrigida do gene ABCR tentando assim corrigir os problemas provocados por essa mal-formação genética.

Fonte:http://www.emspublinet.com/index.php?article=16747&visual=8&id_area=1&layout=20

Cientistas testam terapia genética inédita para salvar visão de britânico

Pesquisadores de Oxford, na Grã-Bretanha, trataram um paciente britânico com uma terapia genética inédita para evitar que ele perdesse a visão.

A técnica é uma versão avançada de um tratamento desenvolvido há quatro anos em Londres. Pela primeira vez, cientistas tentaram compensar um problema genético nas células que captam a luz, posicionadas no fundo do olho, com injeções de células saudáveis.

saiba mais

Terapia genética melhorou memória de ratos com sintomas de AlzheimerMesma mutação genética causa duas doenças diferentes, diz estudoO paciente é um advogado de Bristol, Jonathan Wyatt, de 63 anos, que sofre de uma condição genética conhecida como choroideremia. Wyatt foi o primeiro de 12 pacientes submetido à técnica experimental. A experiência com a nova técnica deve durar dois anos no Hospital John Radcliffe, de Oxford.

O médico de Wyatt, professor Robert MacLaren, acredita que só dentro de dois anos poderá terá certeza se a degeneração da visão do paciente parou de avançar. Se isto ocorrer, a visão do advogado terá sido salva.

'Se isto funcionar então vamos querer tratar pacientes muito mais cedo, na infância, quando eles ainda tem visão normal (...) para evitar que eles percam a visão', afirmou.

MacLaren afirma que, se esta terapia funcionar, poderá ser usada também para outras doenças da visão, incluindo a forma de cegueira mais comum entre idosos, a degeneração macular.

'Esta é uma doença genética e não tenho dúvidas de que, no futuro, vai haver um tratamento genético para ela', disse.

Visão prejudicada
Jonathan Wyatt enxergava normalmente até os 19 anos, quando começou a ter problemas para enxergar em ambientes escuros. Médicos disseram que a visão dele iria piorar e que ele poderia ficar cego.

Há dez anos ele começou a ter dificuldades para ler declarações durante julgamentos, em salas com menos iluminação.

'A pior ocasião foi quando eu estava lendo uma declaração para a corte e cometi um erro. O juiz me perguntou 'O senhor não sabe ler, Sr. Wyatt?'. Então decidi abandonar a advocacia', disse.

Atualmente ele trabalha em casa e, sem o tratamento, aguardava ficar cego dentro de poucos anos. O advogado espera que o tratamento permita que ele continue em sua profissão.

A doença de Wyatt, choroideremia, é rara e é causada por uma versão defeituosa do gene chamado REP1. O problema faz com que as células do olho que detectam a luz, que ficam no fundo do olho, morram.

Os portadores da doença tem uma visão normal, mas, no final da infância, começam a deixar de ver durante a noite.

A partir daí a visão entra em fase de gradual degeneração. Os médicos afirmam que os pacientes podem perder totalmente a visão quando estão por volta dos 40 anos. Não havia tratamento para este problema.

A nova terapia genética testada em Oxford é simples: o processo de morte das células detectoras de luz é suspenso quando cópias sem defeito do gene REP1 são injetadas nestas células.

Tratamentos em dez anos
A pesquisa de Oxford foi feita depois de um teste com terapia genética que começou há quatro anos no Hospital Moorfields, em Londres. O objetivo principal destes testes é demonstrar que a técnica usada em Londres é segura.

O tratamento, que adota um procedimento um pouco diferente, foi testado primeiro em adultos que já tinham perdido quase toda a visão e depois em crianças.

De acordo com o professor Robin Ali, que liderou esta pesquisa, os testes mostraram que a terapia genética é segura e que houve uma melhora significativa em alguns pacientes.

O presidente da Academia de Ciências Médicas da Grã-Bretanha, John Bell, afirmou que estes testes de terapias genéticas em Oxford e Londres sugerem que vários problemas de visão sem cura poderão ter um tratamento 'dentro dos próximos dez anos'.

FONTE:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/10/cientistas-testam-terapia-genetica-inedita-para-salvar-visao-de-britanico.html

sábado, 1 de outubro de 2011

A Síndrome de Usher.

Olá, pessoal tenho recebido varios emails de pessoas com esta doença chamada (Síndrome de Usher) uma doença auditiva, que esta associado a (Retinose Pigmentar). Não tenho muito conhecimento sobre esta doença pois graças a Deus não tenho nenhum problema de audição, mas como é uma doença que esta associada a (Retinose Pigmentar) resolvi publicar este artigo que fala sobre esta doença chamada (Síndrome de Usher).

A Síndrome de Usher engloba características genéticas que implicam em perda auditiva e alterações visuais provocadas pela presença de retinose pigmentar É transmitida hereditariamente através de um caracter autossômico recessivo que afeta tanto o sexo masculino como o feminino . Existem três tipos de Síndrome de Usher , nos três casos os sujeitos serão reconhecidos legalmente como cegos.

EXISTEM QUATRO TIPOS DE SÍNDROME DE USHER.

USHER TIPO I
Surdez profunda de nascimento e retinose pigmentar, cegueira noturna com perda de equilíbrio.

USHER TIPO II
Surdez leve a moderada, não progressiva com retinose pigmentar com início na puberdade, cegueira noturna e com perda de equilíbrio na maioria dos casos na fase adulta.

USHER TIPO III
Surdez neurosensorial congênita progressiva - quer dizer nasceram com uma boa audição ou com ligeira perda, que aumenta gradativamente. Apresentam Retinose Pigmentar e cegueira noturna que aparece na infância, com perda de equilíbrio.

USHER TIPO IV
É um tipo mais raro , afeta apenas 10% da população acometida pela Síndrome de Usher.

Por isso a importância de um diagnóstico precoce pois esta Síndrome compromete os dois sentidos considerados primordiais (visão e audição ) , pois acabam levando o indivíduo a cegueira total na maioria dos casos na fase adulta (a cegueira noturna só aparece com maior intensidade na infância e/ ou na adolescência ).

Estatisticamente 10% da população mundial é portadora de algum tipo de deficiência. Por isso nos casos de qualquer sintoma relacionado à surdez e a visão precisamos estar atentos , para identificar a presença da Síndrome de Usher. Portanto, percebendo:

• Surdez profunda ou severa que apresentem cegueira noturna.
• Surdez leve a moderada que apresente cegueira noturna.
• Surdez progressiva (indivíduo que nasceu com uma pequena perda auditiva e vai aumentando o grau de perda levando o indivíduo a surdez profunda) com cegueira noturna na infância.
• Presença de cegueira noturna (quer dizer presença de retinose pigmentar) que é encontrada nos três tipos da Síndrome de Usher :é um sinal de alerta para a família.
• Quando percebermos estes sinais de alerta é necessário, buscar a confirmação do diagnóstico consultando uma equipe de médicos: Otorrinolaringologista, oftalmologista e o departamento de genética onde deve começar a busca de informações sobre a Síndrome de Usher.

A Retinose Pigmentar pode ser encontrada em indivíduos que não são surdos, mas leva o indivíduo gradativamente a perda visual porque é progressiva e degenerativa.

Então, o portador de Síndrome de Usher , assim como a família devem ser orientados quanto aos procedimentos de mobilidade e comunicação que deverão aos poucos sendo adotados , seguindo a evolução da patologia. Com certeza necessita-se de um diagnóstico precoce e preciso sobre a Síndrome de Usher, porque falar de diagnóstico é falar de qualidade de vida. Necessita-se de uma equipe de profissionais para que possam desenvolver um bom trabalho com o portador da Síndrome de Usher.

O objetivo deste informativo é levar ao indivíduo portador da Síndrome de Usher e a sua família a obter informação e o conhecimento dos recursos necessários ao trabalho de reabilitação , para que possam juntos e auxiliados por uma equipe participar ativamente na tomada de decisões sobre sua formação e seu futuro, integrando-se socialmente.

Em nossa experiência os indivíduos pesquisados que freqüentam o Cresa - Centro de Reabilitação Sydnei Antonio, foram diagnosticados na faixa etária dos 10 aos 20 anos Todos são portadores de surdez e de perda visual onde a retinose pigmentar foi diagnosticada. Os procedimentos adotados nesses casos foram:

Atendimento às necessidades iniciais:
• Informação sobre as características da Síndrome;
• Apoio psicológico, em cada etapa;
• Introdução de técnicas para orientação no espaço e mobilidade
• além das técnicas de comunicação e pedido de ajuda.

Acompanhamento dos sujeitos

Apoio psicológico: para os sujeitos e para os familiares.

Acompanhamento à família:
• No momento do diagnóstico: junto ao profissional do Setor de Estimulação Visual, deve-se discutir procedimentos que possibilitem à família compreender a importância de haver um diagnóstico diferencial
• No momento da confirmação do diagnóstico: Junto aos profissionais envolvidos no atendimento; esclarecer à família sobre a confirmação do diagnóstico, levantando o nível de entendimento da situação, dificuldades encontradas, necessidades específicas e recursos utilizados frente a situação;
• Suporte Emocional e de informação ao aluno e à família: fornecendo dados que possibilitem a compreensão da situação bem como buscar estratégias que possam favorecer o desenvolvimento mais rápido possível, de situações que promovam a independência e a percepção das limitações e o entendimento e aceitação destas, na medida em que for necessário.

Apoio do estimulador visual para desenvolver técnicas de orientação e mobilidade com o portador da Síndrome de Usher.

O trabalho realizado no Cresa ( Centro de Reabilitação Sydnei Antonio ) é estimular os indivíduos portadores de surdez e visão subnormal. Os portadores desta síndrome são orientados a medida que a perda visual avança desta forma vai-se trabalhando com o aluno para que ele chegue a uma independência enquanto apresenta bom resíduo visual e ainda tem preservada a sua visão periférica e central. Este procedimento é importante para que ele não chegue no futuro a um isolamento social e para que não gere dependência emocional ,fazendo sim, que ele possa ser capaz de suprir suas necessidades básicas.

Apoio de técnicos de comunicação, protetização- Necessário para o desenvolvimento de sua capacidade comunicativa. Procura-se estimular a capacidade para a leitura labial e a discriminação dos sons considerados de sobrevivência( perceber buzina de carro, batida de porta, cachorro latindo, vozes em intensidade alta, para os casos de surdez profunda). Nesses casos o uso do Aparelho Auditivo-AASI, também vem favorecer como pista de ambiente e de referência pessoal, facilitando sua integração e contato com o mundo que o cerca.

Nos casos de perdas mais leves , reforçam a comunicação e forma de contato.

Libras - para a comunicação com os demais e meio de assimilar informações do mundo à sua volta , o trabalho de fonoaudiologia é integrado com o setor pedagógico e com os reabilitadores especializados em deficiência auditiva.

Apoio do terapeuta ocupacional para desenvolver atividades de vida diária e adaptações necessárias para a reabilitação com o portador da Síndrome de Usher.

Apoio do setor social: no contato imediato com a família.

Acompanhamento: Síndrome de Usher, nossa experiência.

Uma vez diagnosticada a Síndrome de Usher é imprescindível a união de todos os componentes da equipe. É de fundamental importância oferecer aos alunos com Síndrome de Usher a aprendizagem de todas as técnicas que lhes ajudem a manter sua autonomia e integridade física e psíquica. O objetivo primordial é evitar que o nosso aluno, torne-se dependente na medida que a perda visual aumente e sinta a imperiosa necessidade de assistência permanente, por parte dos adultos ouvintes. Para isso creio ser necessário que se informe ao aluno, o problema visual e o que deve ser feito conforme as dificuldades venham surgindo.

Resultados obtidos durante o processo.

• As medidas adotadas após o diagnostico da Síndrome de Usher foram a de orientar a família e os professores que trabalham com o indivíduo portadores da Síndrome sobre os tipos de surdez e qual a caracterização do tipo de surdez dos sujeitos em relação aos encontrados na Síndrome ;
• Orientação sobre os meios de comunicação a serem explorados ,assim como sobre a retinose pigmentar e suas características;
• Orientação e apoio psicológico em cada etapa da evolução do caso , para que possam desta forma compartilhar seus medos , expressar seus sentimentos e encontrar informações concretas e conselhos sobre as múltiplas decisões que devem tomar no futuro.

Fonte: http://www.profala.com/artsindrome3.htm

sábado, 27 de agosto de 2011

Depoimento: Vencendo as dificuldades.

Olá, pessoal o depoimento que vocêis vão ler logo mais abaixo é do nosso irmão Hamilton que me enviou, é muito interesante!

No ano de 1982 que eu comecei a descobrir que realmente estava acontecendo algo sério com a minha visão, graças a Deus que eu não levei um choque pela maneira como o médico deu o parecer. mais tudo bem. Até os meus 15 anos eu levava uma vida normal como todo garoto, jogava bola, bolinha de gude, soltava pipas e muitas outras brincadeiras antigas. pois na época não existia tanto acesso às engenhocas que temos hoje e minha família era de classe média/baixa sendo pai. mãe e seis filhos comigo (eu sou o segundo) portanto nosso acesso às informações eram muito restritas, a não ser se os médicos falassem alguma coisa. Hoje em dia não. eu mesmo estou tendo a experiência de poder descobrir muitas coisas e seus significados digitando palavras no Google e descobrindo muitas coisas. Dos meus 15 aos 18 anos minha vida mudou bastante, pois fui estudar em um dos melhores colégios estaduais da época e lá até os meus esportes mudaram, passei a praticar natação e atletismo. No ano de 1979 eu fui pro Exército, isso mesmo, pro Exército. E é aí que realmente começa a minha história de dificuldades. Marchas à noite, treinamentos noturnos, passei por muitas dificuldades, mais tive a solidariedade de 19 colegas do NPOR (Núcleo Preparatório de Oliciais da Reserva) onde hoje somos como irmãos, pois sempre procuramos manter contato. Após um incidente acontecido dentro do quartel eu fui parar no Hospital do Exército aqui em Curitiba onde acabei aproveitando para fazer exames com oftalmologista e otorrinolaringologista. ´Feitos os exames os médicos perguntaram o que eu estava fazendo no Exército e eu indaguei:como assim? Falaram que não era nem para ter entrado no Exército, que se pedisse baixa sairia imediatamente, imaginava que fosse principalmente por causa da miopia, pois a deficiência auditiva não era tanta como hoje (uso aparelho nos dois ouvidos). Como voce viu as informações eram as mínimas possíveis. Em 1981 comecei a trabalhar em um banco estatal, inclusive acabei me aposentando. E é justamente desta época para cá que comecei a buscar um pouco mais de informações. Hoje mesmo abri a página onde está o seu "comentário" e aproveitei para ler sobre a pesquisa de células-tronco que os japoneses estão fazendo e notei que hoje não tem as mesmas informações que continham a alguns dias atrás. Entre 1982/1984 principalmente através de reportagens lidas em jormais soube que os filhos (dois) do presidente da C.R.Almeida Construções tinham ido para Moscou, capital da antiga União Soviética, para fazerem tratamento de RP e os custos eram em torno de US$5.000 mais até hoje não sei se tiveram sucesso. Em 1987 após mais uma bateria de exames meu médico, Dr. Aristides, falou que eu podia me aposentar, mais não dei muita atenção. Em 1990 diante das dificuldades e após ter feito novamente os exames eu toquei no assunto da aposentadoria, a qual se concretizou em 1992. Em 1993 conversando novamente com meu médico ele falou sobre umas vacinas que estavam sendo aplicadas em uma clínica de Belo Horizonte e que ele poderia solicitar caso houvesse o meu interesse. Ele disse que não era a cura mais o objetivo principal era que a RP não progredisse. Não me lembro o nome da clínica, só sei que tinha o nome do oftamo hoje falecido. Quanto a Cuba eu também já sabia (1994) e os custos eram altos na época. Cheguei a comentar com meu oftalmo onde ele mesmo falou que as informações eram inexistentes, sabia-se do tratamento mais ninguém sabia o que era feito ou como era feito. Voce sabe alguma coisa? A única coisa que estou sabendo de momento é sobre a decisão da Justiça, que inclusive li nesta página. De 2008 para cá tomei uma decisão que deveria ter tomado há muitos anos antes. É que em 1993 eu tirei CNH e dirigi até 2008, ano em que realmente eu me converti, pois como pode um servo de Deus pregar uma coisa e viver outra, pois tinha consciência dos riscos, mesmo que eu alegasse que dirigia bem, que passei no exame médico do Detran, e se a pessoa tiver uma visão boa passa mesmo, e a minha vantagem era justamente a visão tubular onde poderia fixar num ponto ou letra e dar a definição para o examinador sem ele nunca precisar saber que era portador de RP. Só para voce ter uma idéia, em 1979 eu era considerado um franco atirador de tão bem que atirava usando um fuzil. Como estava dizendo me converti, não renovei a CNH e hoje tenho o privilégio de ter uma motorista particular que é a minha esposa. Mais independente de todas as dificuldades ainda quero poder realizar o meu sonho que é o de fazer a ceratotomia radial a laser para poder desfrutar um pouco de uma vida sem óculos, ir pra praia e sair da água sem ficar procurando referência como também voltar a praticar natação. Esta é a minha história resumida mais o principal em tudo isso é que Deus está comigo, pois se não fosse pela graça dEle em Cristo Jesus talvez eu já estivesse cego. Sempre que tenho a oportunidade falo o seguinte para as pessoas: o médico disse que eu ia ficar cego só que hoje a visão não é mais a minha, e sim de Deus. Se não posso trabalhar para o homem trabalho para Deus. Pois só Ele para restaurar nossas forças e ânimo independente da situação e/ou problemas. Que a Paz do Senhor esteja contigo. Um abraço...Hamilton

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Um absurdo!

A estudante Camila Araújo Alves, de 21 anos, decidiu processar o restaurante Espelunca Chic, em Copacabana, zona sul do Rio, depois de ter sido impedida de entrar no estabelecimento com seu cão-guia. Camila tentou fazer valer a lei federal de 2005, que garante a circulação desses animais em locais públicos e privados. Até o PM que ela chamou ao ser barrada no estabelecimento disse desconhecer a legislação.

A estudante recebeu recentemente a cadela Pucca do projeto Cão-Guia Brasil, depois de dois anos de espera. Ela já foi impedida de entrar em transporte público e passou constrangimento em outros locais públicos.

O episódio no restaurante ocorreu na noite de sábado. Ela e amigas tentaram entrar no Espelunca Chic, mas o gerente disse que ela não precisaria do cão-guia porque estava acompanhada. Alegou ainda que a casa estava cheia e os clientes não gostariam da presença do cachorro.

"Eu mostrei para ele a cópia da lei e um homem que se apresentou como advogado do gerente disse que a lei não era clara e que não valia para um local de lazer, o que é um absurdo", afirmou. O pior ainda estava por vir. O PM que fazia a ronda na rua disse que também desconhecia a lei. Diante da insistência do grupo, chegou a ameaçar Camila e as amigas de prisão por desacato.

Além da ação, o advogado Francisco Celso Rodrigues vai fazer uma representação contra o restaurante na Secretaria Especial de Direitos Humanos. "Vou levar esse caso adiante para que isso não se repita com outras pessoas", afirmou Camila.

O proprietário da rede Espelunca Chic, Roberto Zaccaro, lamentou o ocorrido e pediu desculpas pelo comportamento do gerente. "Infelizmente, ele não me telefonou para buscar orientação. Na unidade da Gávea temos uma cliente que comparece com seu cão-guia e nunca teve nenhum problema."

Autonomia

Cega desde os 15 anos por causa de retinose pigmentar (doença genética que atinge a retina e o nervo óptico), a estudante está com Pucca há oito meses. "Ela mudou minha vida. Hoje tenho muito mais autonomia. E ela não ataca, não late, só faz as necessidades em horários programados. Em um local público, ela deita e dorme", contou. "Mas já penso duas vezes antes de sair com ela. Não dá para entrar em uma briga todo dia", diz.

Fonte: http://www.bonde.com.br

sábado, 2 de julho de 2011

Lei de cotas para deficientes.


LEI Nº 8.213, DE 24 DE JULHO DE 1991, lei de contratação de Deficientes nas Empresas. Lei 8213/91, lei cotas para Deficientes e Pessoas com Deficiência dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência e dá outras providências a contratação de portadores de necessidades especiais.

Art. 93 - a empresa com 100 ou mais funcionários está obrigada a preencher de dois a cinco por cento dos seus cargos com beneficiários reabilitados, ou pessoas portadoras de deficiência, na seguinte proporção:
- até 200 funcionários.................. 2%
- de 201 a 500 funcionários........... 3%
- de 501 a 1000 funcionários......... 4%
- de 1001 em diante funcionários... 5%

Fonte: Deficiente online.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Aposentadoria por invalidez.


A aposentadoria por invalidez é devida quando o segurado for considerado incapaz para o trabalho e insuscetível de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta subsistência, nos termos previstos no artigo 42 da Lei nº 8213/91:

Art. 42. A aposentadoria por invalidez, uma vez cumprida a carência exigida, quando for o caso, será devida ao segurado que, estando ou não em gozo de auxílio-doença, for considerado incapaz para o trabalho e insuscetível de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência, e ser-lhe-á paga enquanto permanecer nessa condição.
§ 1º A concessão de aposentadoria por invalidez dependerá da verificação da condição de incapacidade, mediante exame médico-pericial a cargo da previdência social, podendo o segurado, às suas expensas, fazer-se acompanhar de médico de sua confiança.
§ 2º A doença ou lesão de que o segurado já era portador ao filiar-se ao Regime Geral de Previdência Social não lhe conferirá direito à aposentadoria por invalidez, salvo quando a incapacidade sobrevier por motivo de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão.


PEDIDO DE PRORROGAÇÃO DE AUXÍLIO DOENÇA NEGADO.O QUE FAZER? VEJA!

Sugiro que inicialmente você entre com um Pedido de Reconsideração - PR da referida decisão, junto ao próprio INSS,
a fim de que seja submetida a exame por Junta Médica, após o que será expedida nova decisão mantendo ou reformando a decisão que lhe deu alta.
Caso seja mantida a decisão concedendo alta do benefício, a sugestão que lhe dou é ingressar com ação contra o INSS junto ao Juizado Especial Federal de sua cidade ou região, pleiteando o restabelecimento do benefício, com pedido de concessão de tutela antecipada, podendo tal pedido ser feito pessoalmente, mediante atermação junto à Secretaria do Juizado, ou através de advogado devidamente constituído.
No processo judicial você será examinada por médicos-peritos do Juízo, portanto independentes e livres para proferir conclusão segundo o seu convencimento.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Células-tronco da pele podem regenerar retina

Cientistas do Instituto de Pesquisa Schepens Eve, nos Estados Unidos, conseguiram pela primeira vez regenerar grandes áreas danificadas da retina com uso de células-tronco pluripotentes induzidas (derivada de outra célula-tronco que não a embrionária) da pele. No estudo da equipe americana, publicado no periódico Plos ONE, os pesquisadores constataram melhora na visão de cobaias submetidas ao procedimento. A técnica pode ser o passo inicial para novos tratamentos de doenças da retina em seres humanos, a exemplo da degeneração macular, da retinose pigmentar e da retinopatia diabética.

Com a manipulação de células-tronco pluripotentes induzidas da pele, a equipe americana estimulou a regeneração das células da retina em ratos, conseguindo devolver parte da visão aos animais em menos de dois meses. O uso desse tipo específico de células pode trazer ainda benefícios práticos à implementação de futuros tratamentos, uma vez que elas não estão envoltas em questões éticas, emocionais e políticas associadas ao uso de tecido embrionário humano.

Atualmente, males como a retinite pigmentosa e a degeneração macular relacionada à idade são as principais causas de cegueira irreversível nos países ocidentais. Nessas doenças, as células da retina começam a morrer e, com elas, o olho perde sua habilidade de capturar luz e transmitir essa informação ao cérebro. Uma vez destruídas, essas células têm uma capacidade reduzida de regeneração – assim como qualquer outra célula do sistema nervoso central.

"A regeneração desse tecido com uso de células-tronco é nossa melhor esperança para o tratamento e, no futuro, a cura desses pacientes", diz Michael Young, um dos coordenadores do estudo e pesquisador do assunto há mais de uma década.



FONTE:http://veja.abril.com.br/noticia/saude/celulas-tronco-da-pele-podem-regenerar-retina

Equipamento devolve visão a cegos.


Um aparelho permite que pessoas cegas por causa de degenerações da retina vejam flashes de luz, imagens borradas e distingam cores. O dispositivo, conhecido como Argus II, é fabricado pela empresa norte-americana Second Sight, e sua comercialização na Europa foi aprovada em março.

O aparelho é similar aos implantes usados em pessoas com deficiência auditiva, que captam o som por um microfone e convertem os sinais em impulsos elétricos.

No caso da retina artificial, uma microcâmera de vídeo nos óculos captura imagens e as converte em sinais elétricos, que são enviados aos óculos por um cabo.

Esses sinais são transmitidos, sem fio, para um microchip no olho do paciente. Eles são enviados ao nervo óptico e depois ao cérebro. Segundo a empresa, o implante é imperceptível e a cirurgia para colocá-lo dura três horas. O aparelho custa US$ 100 mil (R$ 163 mil).

Testes

Nos EUA, o aparelho está sendo testado em pacientes na Universidade Johns Hop-kins, em Baltimore. É o caso do eletricista aposentado Elias Konstantopoulos, 72, que nasceu na Grécia, mas hoje mora nos EUA.

Ele perdeu a visão por causa de uma doença degenerativa e hereditária chamada retinose pigmentar.

Em 2009, Konstantopoulos começou a fazer parte de um estudo sobre o aparelho.

Agora, ele põe os óculos todos os dias e enxerga as luzes de um carro passando na rua e se orienta em um quarto pela luz da janela aberta.

"Sem o aparelho, não vejo nada. Com ele, há uma esperança. Sei que tem algo ali."

Mas os especialistas afirmam que as respostas variam muito em cada paciente. Pessoas cegas há muito tempo provavelmente não terão muitos benefícios.

Para Paulo de Arruda Mello, presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, o Argus II representa um avanço importante.

"São imagens rudimentares, mas, para quem não tem nada de visão, é uma coisa fantástica poder distinguir claro e escuro."

Segundo Mello, o aparelho ainda está longe de ter praticidade clínica. "Por enquanto, acreditamos mais no tratamento farmacológico."



Fonte:http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20110524164248&cat=mundo&keys=equipamento-devolve-visao-cegos

domingo, 15 de maio de 2011

STF autoriza grupo a fazer tratamento em Cuba

Um grupo de pessoas portadoras de retinose pigmentar, que leva à perda progressiva da visão, vai poder fazer tratamento em Cuba. A decisão da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal negou provimento a um Recurso Extraordinário da União contra a autorização que já tinha sido dada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Ao votar, o ministro Marco Aurélio disse que “eu não posso compreender que se articule a inexistência de lastro econômico-financeiro para se negar um tratamento à saúde a um cidadão”, e considerou que “pelo o que leio nos veículos de comunicação, o tratamento dessa doença, com êxito, está realmente em Cuba”.

A primeira instancia negou o pedido do Mandado de Segurança para que o Ministério da Saúde pagasse a viagem para Cuba porque o Conselho Brasileiro de Oftalmologia deu um laudo dizendo que não há tratamento específico para a doença dentro ou fora do Brasil. Contudo, o TRF-1 concedeu a segurança por reconhecer direito líquido e certo, e porque a saúde é obrigação do Estado.

O caso começou a ser julgado pelo STF em abril de 2008, quando o relator, o falecido ministro Menezes Direito votou dizendo que o pedido não poderia ser deferido, porque essa doença não tem cura e a viagem para Cuba seria inócua. Ele se baseou no laudo do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, segundo o qual não existe tratamento em lugar algum.

Na sessão dessa quarta-feira (13/4), o voto-vista do ministro Ricardo Lewandowski foi no sentido de Direito, e ambos ficaram vencidos. Segundo ele, “Não pode o Judiciário, em especial esta Suprema Corte – guardiã dos valores constitucionais – definir de maneira pontual e individualizada como a Administração deve distribuir os recursos públicos destinados à saúde”.

O ministro Luiz Fux, por sua vez, negou o recurso da União e declarou “Eu sou muito determinado nessa questão da esperança. Nunca acreditei na versão de que o tratamento em Cuba da retinose pigmentar não tinha cura, pelo contrário, eu entendo que se eles são especialistas nisso, deve haver uma esperança com relação a essa cura”.
Fonte: CNJ - Conselho Nacional de Justiça

terça-feira, 12 de abril de 2011

Cientistas japoneses criam retina a partir de células-tronco

Cientistas japoneses conseguiram criar retina em laboratório utilizando células-tronco, o que foi considerado uma conquista “espantosa“, pois a retina desenvolveu-se “a partir do nada“, o que abre grandes esperanças para futuros transplantes em milhões de pessoas cegas.

Os idosos que perderam a visão devido à degeneração macular, estão entre as pessoas que poderão ser beneficiadas, pois esta é a causa mais comum de cegueira em pessoas idosas.

Os pesquisadores japoneses usaram células-tronco embrionárias não diferenciadas, que se podem transformar em qualquer célula do corpo, adicionando depois determinadas proteínas e produtos químicos para induzir as células a desenvolver a retina que, como se previa, não se apresentou madura e completa, mas sim numa fase semelhante à encontrada num bebé antes de nascer, segundo a revista Nature.

As experiências foram feitas em ratos no Centro Riken de Desenvolvimento Biológico em Kobe, mas ainda é necessário provar que a retina funciona, quer em ratos, quer em seres humanos.

No futuro, talvez seja possível criar células de retina a partir das células do próprio paciente, que serão depois injectadas no fundo do olho para reparar danos e reestabelecer a visão.

Fonte http://www.lusapress.com/2011/04/cientistas-japoneses-criam-retina-a-partir-de-celulas-tronco/

sábado, 2 de abril de 2011

Portadora de Retinose pigmentar coloca chip e volta a enxergar.

Ivoti - A vida de Betina Auler, 46 anos, passou a ser novamente iluminada, desde o dia 24 de novembro de 2010, quando se submeteu a uma cirurgia para implantar um chip na retina do olho esquerdo. A ivotiense perdeu a visão poucos meses antes da formatura de 2.º grau, aos 18 anos, por causa de uma doença genética chamada retinose pigmentar. No último dia 16 de março, familiares e amigos a receberam com alegria no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Betina retornou, após seis meses de tratamento na cidade alemã de Tübingen. Ela foi a única voluntária das Américas a ser selecionada para o grupo submetido à pesquisa e aos primeiros procedimentos cirúrgicos, tudo gratuitamente. "Tive a felicidade de ser escolhida dentre uma extensa lista de candidatos", orgulha-se. O desafio dela agora é se acostumar ao equipamento para recuperar gradativamente a capacidade de enxergar o mundo, mesmo que seja só em preto e branco.

Adaptação rápida

A operação de Betina Auler demorou mais de dez horas e foi feita com anestesia geral. A ivotiense teve alta dez dias depois e passou por um período de testes para usar um aparelho eletrônico. A jornada posterior foi de consultas com os especialistas para adaptação ao equipamento. A ivotiense chegou de volta ao Brasil no último dia 16 de março. "Minha adaptação foi rápida e nem sinto o chip no olho. Tem um fio que liga o circuito ao cérebro. Quando ligo o aparelho portátil, consigo enxergar. É como se desse um flash ao ser acionado e uma pequena janela se abrisse em preto e branco. Ainda estou me acostumando a lidar com os contrastes", explica. Betina já testou um outro equipamento menor. "É para facilitar os movimentos. O aparelho que uso agora é muito sensível", justifica.

"É a realização de um sonho"

Antes da implantação do chip, Betina Auler foi submetida a uma bateria de exames, além de uma cirurgia de catarata. "Para ser apta, é necessário atender a uma série de requisitos clínicos. E catarata é uma das sequelas da doença", ressalta Betina, que quer contar aos sobrinhos como ela os enxerga. "Estou consciente de que não vou recuperar a visão 100%, mas só isso já é a realização de um sonho." O oftalmologista Marcelo Allgayer diz que a retinose pigmentar é uma doença degenerativa progressiva, que provoca a morte das células escuras do olho.

Ajuda de amigos e familiares

Betina Auler é grata a uma série de anjos da guarda que foram fundamentais para conseguir realizar a cirurgia, além da equipe médica da Universidade Klinikum Tübingen. A ideia de se candidatar ao tratamento revolucionário surgiu após a indicação da amiga Hildegard Mohrbach, que viu uma reportagem sobre a técnica na Alemanha. A mãe Liselotte Auler, 66, também passou quatro meses em solo alemão para acompanhar de perto o tratamento da filha.

SAIBA MAIS

O primeiro grupo a participar da experiência teve 11 candidatos selecionados de vários países

Betina Auler fez parte de uma segunda fase, junto com outros oito pacientes voluntários. Ela foi a única selecionada das Américas. "Fui contemplada por falar alemão, já que eles não aceitam tradutores", reforça a paciente

A técnica revolucionária foi desenvolvida pelo médico Eberhard Zrenner, enquanto a cirurgia dela foi feita por Karl Ullrich Bartz-Schmitz

O implante do chip é exclusivo para portadores de retinose pigmentar

A paciente terá a visão parcial recuperada apenas no olho esquerdo
O chip implantado tem 3 x 3 milímetros de superfície

FONTE http://www.diariodecanoas.com.br/site/noticias/geral,canal-8,ed-60,ct-194,cd-312174.htm

terça-feira, 15 de março de 2011

Pesquisa com células-tronco tem reconhecimento mundial

A comunidade científica mundial reconheceu o Brasil como o primeiro país a desenvolver trabalho usando células-tronco no controle da retinose pigmentar - doença genética que causa a perda gradual da função retiniana, provocando a cegueira irreversível. O resultado da primeira etapa do estudo, do qual a psicóloga Fernanda Fernandes, 24 anos, de Birigui, fez parte, será publicado em março no Retina Journal - publicação americana que serve de referência para a classe médica científica.

A pesquisa é coordenada pelo oftalmologista Rubens Siqueira, de São José do Rio Preto, em conjunto com pesquisadores da USP de Ribeirão Preto. De acordo com o médico, o tratamento consiste na aplicação de células-tronco extraídas da medula óssea dos próprios pacientes diretamente na retina. O objetivo é conter o avanço da doença.O trabalho começou a ser desenvolvido em 2009. Fernanda e outros quatro pacientes em estágios diferentes da doença já receberam duas aplicações, cujo resultado obtido abriu caminho para que outras 20 pessoas pudessem ingressar no tratamento experimental. Siqueira disse que o tratamento nos novos pacientes será iniciado em março.

Ele falou que além dos portadores de retinose pigmentar em vários graus a aplicação de célula-tronco também será testado em portadores de outras doenças de fundo de olho. O médico explicou que a publicação do estudo no jornal americano ainda não credencia o protocolo desenvolvido no Brasil como tratamento, mas já representa um passo importante nesse sentido.




fonte folha da região.com

domingo, 6 de março de 2011

Programas que auxiliam pessoas com problemas na visão a utilizar o computador.


Lupa virtual para aumento de detalhes na tela do PC, direcionada para usuários com problemas de visão.

Virtual Magnifying Glass é uma ferramenta de magnificação gratuita e em código aberto. O programa é uma lupa digital desenvolvido para deficientes visuais ou pessoas que precisam ampliar uma parte da tela. É um método simples de usar, com opções para personalização e regulagem do tamanho dos caracteres ou ícones na Área de Trabalho.


LINK PARA BAIXAR
http://www.baixaki.com.br/download/virtual-magnifying-glass.htm

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Aplicativo para monitorar e ajustar automaticamente a proporção de luminosidade que o monitor precisa exibir.


Todo mundo sabe que ficar muito tempo em frente ao computador cansa tanto o corpo a mente e, essencialmente, a visão. É fato que a luminosidade excessiva ajuda a cansar mais os olhos e, futuramente até acelerar algum problema.

Os monitores não conseguem discernir em quais momentos do dia há mais luminosidade ou não, por isso, emitem sempre a mesma quantidade de luz. Com o f.lux você pode acabar com este problema e ajustar a tela do computador para acompanhar a luminosidade natural.

LINK PARA BAIXAR
http://www.baixaki.com.br/download/f-lux.htm

Fonte site baixaki

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Trabalho do Dr Rubens é publicado em jornal científico americano

Dr.Rubens Siqueira (juntamente com pesquisadores de USP de Ribeirão Preto), teve seu estudo sobre células tronco para tratamento de doença da retina em seres humanos publicado no Retina Journal (jornal mais conhecido na área de retina nos Estados Unidos). Trata-se da primeira publicação no mundo sobre o assunto com tratamento realizado em seres humanos (os estudos anteriores foram feitos em animais). A reposição celular estratégica tem potencial para melhorar a visão em pacientes que foram anteriormente considerados incuráveis.

De acordo com o médico, as células-tronco utilizadas nesta pesquisa são derivadas da medula óssea do próprio paciente, ou seja, um transplante autólogo, portanto sem o risco de rejeição. As células-tronco separadas são implantadas no vítreo do globo ocular da paciente, espécie de líquido gelatinoso que fica sobre a retina. As células-tronco liberam substâncias que estimulam o funcionamento da retina e, conseqüentemente, resultam no melhor funcionamento desta.

Nesta primeira fase do estudo foi avaliado principalmente a viabilidade deste tratamento e a segurança.Na segunda etapa já com inicio programado para março desse ano os testes avaliarão se este tipo de terapia consegue pelo menos estabilizar a doença ou até produzir a melhora no campo visual , o que até o momento era impossível neste tipo de doença.

A retinose pigmentar é hereditária e leva a uma progressiva baixa de visão ainda sem tratamento. Estima-se que existe cerca de 40 mil pessoas com a doença. A cada cinco mil recém-nascidos, um tem a retinose que aparece até os 20 anos de idade. A doença chega a atingir um a cada 3,5 mil indivíduos.

Dr Rubens Siqueira possui um Centro de Pesquisa em São José do Rio Preto,é cirurgião de retina do Dolhos Hospital dia (Pirâmide) e pesquisador do departamento de retina da USP de Ribeirão e professor da pós graduação da FAMERP (São José do Rio Preto)


FONTE http://www.rubenssiqueira.com.br/portugues/?idpag=1

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A segunda fase dos estudos com celulas tronco será realizada inicialmente em 20 pacientes.Veja!

A terapia celular com células tronco para tratamento da retinose pigmentar é um tratamento que está sendo testado em nosso serviço através de uma pesquisa que foi autorizada pelo Comitê Nacional de Ética . Este estudo também foi registrado no órgão americano de controle de pesquisas (clinicaltrial.gov) sob o número NCT01068561.Neste órgão as pesquisas são registradas somente após conseguir uma autorização do Comitê Nacional de Ética do país de origem e através deste sistema , todos os pesquisadores do mundo tem acesso ao estudo ,como ele está sendo realizado e os resultados obtidos.Muitos países como os Estados Unidos permitem a publicação ou apresentação em congressos de pesquisa deste nível somente após o registro neste órgão.

Dr Rubens Siqueira juntamente com pesquisadores da USP-Ribeirão PretoO (Prof.Dr. Rodrigo Jorge e Prof.Dr. André Messias do departamento de retina e Prof.Dr. Julio Voltarelli do departamento de transplante de medula óssea).
,iniciaram há 1 ano e meio a primeira fase do estudo com 5 pacientes e foi demonstrado ser um procedimento seguro e viável. Observamos também repostas positivas com relação ao eletrorretinograma e campo visual.

Recebemos agora(dezembro de 2010) a autorização para iniciarmos a segunda fase do estudo que será realizada inicialmente em 20 pacientes e após o término, um outro grupo será convidado para participar da pesquisa.

O inicio está previsto para fevereiro de 2011quando já serão realizadas as aplicações de células tronco nos primeiros pacientes desta segunda etapa da pesquisa.

Os pacientes que serão selecionados, são pacientes já cadastrados em nosso sistema e a escolha dependerá somente dos critérios clínicos, portanto não funcionará como uma fila a ordem de chamada e sim de acordo com o resultado que o paciente apresentou em seus exames.

Os pacientes selecionados serão submetidos a uma avaliação psicológica e clínica-hematológica antes de serem submetidos ao tratamento.






FONTE http://www.rubenssiqueira.com.br/portugues/?idpag=1